Empresas usam redes sociais na busca por candidatos
Com 50 milhões de usuários em cerca de 200 países, o LinkedIn tornou-se a maior rede social profissional utilizada por empresas de todo o mundo. Mas ferramentas de comunicação mais rápidas, como o Twitter, vêm completando o arsenal de quem precisa caçar talentos com rapidez.
Tomando-se como base o grupo de empresas que já usam redes sociais, o LinkedIn é utilizada em 95% dos casos de recrutamento de profissionais. Ele foi desenvolvido para armazenar currículos e outras informações, ajudar na procura de empregos e de empregados e fazer com que as pessoas mantenham contato.
Na América Latina, onde a rede tem mais de 1 milhão de usuários, o fenômeno não é muito diferente. Há pouco mais de um ano, quando anunciou a interface em português, o LinkedIn já via a comunidade brasileira como a mais ativa da região.
Medição de networking
Nesta rede, o headhunter consegue visualizar o perfil e o currículo completo do candidato, além de ter uma idéia da dimensão do networking do usuário
A forma neutra com que é utilizado faz com que o Linkedin se torne referencia global. Dentro dessa ferramenta o recrutador pode usufruir de maneiras para abordar um candidato oferecendo uma oportunidade, e o mesmo pode declinar do convite com total discrição.
No Linkedin as coisas funcionam de forma mais direta, se comparado as outras redes sociais. O empregador sabe quem está abordando e o profissional conhece a empresa que o aborda e os critérios utilizados por ela.
Hoje, se um diretor de bens de consumo de certa empresa precisa de uma indicação, ele avalia pela rede o perfil do candidato certo. Antes esse processo era feito por meio de inúmeras ligações por telefone. Vemos ressaltado a facilidade.
A rede social acelera a identificação do profissional, e isso faz com que o processo seletivo leve menos tempo.
Critérios de pesquisa
A entrada das redes sociais não mudou os critérios de busca efetuados pelas empresas. Solidez, crescimento na carreira, pró-atividade e interesse são fórmulas chave para o reconhecimento.
Os recrutadores avaliam bem os candidatos que apresentam rapidez nas respostas, já que isso acelera automaticamente o processo de busca.
Redes sociais como, Twitter, Orkut e Facebook ainda não caíram nas graças dos recrutadores de áreas que envolvem a “formalidade” na apresentação.
Poucas empresas aproveitam o Twitter como um todo. Muitas delas utilizam as redes para checar o perfil pessoal e comportamental do candidato.
Se apenas o Linkedin é encarado como ferramenta “séria” pelos recrutadores, o profissional de criação, fã de postagens, links e debates ou até um iniciante na profissão, que ainda não tem um currículo suntuoso para incluí-lo na rede profissional estará sem chance na internet?
A resposta é NÃO.
Geração Twitter
Ferramenta fundamental e já em pleno funcionamento para buscas profissionais, o Twitter é peça utilizada com freqüência por agências de comunicação e criação.
A faixa de idade de quem trabalha de criação é muito baixa. São profissionais que ainda estão construindo a carreira. Por isso, o Twitter é encarado como opção, pois valoriza o lado espontâneo das pessoas.
Esses profissionais são mais informais, se preocupam em criar e se comunicar na rede e não em manter currículos atualizados, requisito básico no Linkedin.
Respostas rápidas
No Twitter temos respostas mais rápidas. Isso o torna um canal muito interessante e o mercado de comunicação já adotou a ferramenta.
O Twitter é o canal mais fácil e descentralizado para postar vagas. No Orkut, por exemplo, o foco da empresa é apenas em comunicação institucional, já que nesta rede o processo é mais demorado.
Com o envio de mensagens diretas ou de links com portfólio, o trabalho de recrutamento tende a ficar menos demorado.
O efeito Retweet é intenso e faz com que a exposição da vaga cresça ainda mais.
As empresas de comunicação deverão puxar o movimento pela seleção de profissionais por meio de redes sociais. É inevitável que isso aconteça também nas indústrias e empresas de prestação de serviços.
Na medida em que os profissionais utilizam a internet para expor seus trabalhos ou escrever sobre experiências, as empresas utilizarão as redes para discutir projetos e perfis para a área de trabalho.
Candidatos a emprego devem manter sigilo das antigas empresas
Quem ocupa uma posição de liderança nas organizações têm acesso a informações confidenciais e estratégicas. E, apesar de todo o cuidado desses profissionais em relação à divulgação de dados críticos, quando eles se sentam em frente a um potencial empregador, tendem a contar detalhes sobre projetos ou resultados obtidos em sua posição atual ou passada. O que fere os acordos de confidencialidade e passa uma imagem ruim para o potencial empregador.
Muitas vezes os profissionais que estão pleiteando uma nova vaga detalham projetos ou resultados confidenciais obtidos por eles como forma de impressionar o potencial contratante. Mas, na realidade, isso tende a ter um efeito contrário.
O profissional pode até mencionar que está envolvido em um projeto importante, mas deve, sem contar detalhes, deixar claro que se trata de algo confidencial. Isso porque, além de respeitar acordos de sigilo corporativo firmados com a atual ou ex-empregadora, o candidato mostra credibilidade perante a empresa interessada em contratá-lo.
Quando o profissional usa informações confidenciais de uma organização para se promover, ele perde pontos durante a entrevista de emprego. A atitude de revelar dados confidenciais demonstra pouca ética corporativa.
Na área específica de TI, há uma expectativa de que os profissionais já estejam maduros o suficiente para saberem qual é o comportamento ético durante uma entrevista de emprego. Por isso, há de se ter atenção redobrada quanto às informações que irá detalhar na hora de descrever suas funções para o entrevistador.
Fonte: COMPUTERWORLD
Conheça o perfil ideal do líder de TI
Quanto mais a empresa considera a TI como uma área estratégica, menos valoriza competências técnicas para o CIO (Chief Information Officer). Isso não significa, no entanto, que o gestor da área de tecnologia da informação pode se dar ao luxo de deixar de lado os conhecimentos específicos da sua área.
No momento em que o líder de TI está sentado em frente ao board, deve assumir uma postura e um discurso totalmente orientados aos negócios. Já quando encontra-se na mesa de negociação com fornecedores ou conversa sobre o escopo de um determinado projeto com sua equipe, tem de resgatar a bagagem de conhecimentos técnicos.
Essa multiplicidade de visões se aplica às competências exigidas dos CIOs. Isso porque, além da identidade técnica e de negócios, os profissionais são cobrados por sua capacidade de atender às demandas das diversas áreas da companhia e por gerenciar a equipe de TI e os fornecedores. Além disso, eles precisam encontrar tempo para idealizar produtos e serviços inovadores.
Equilibrar essas diferentes tarefas representa um fator crucial para o sucesso dos gestores de TI. Prova disso é que muitos CIOs foram demitidos ou deixaram a companhia no período de crise por conta da dificuldade em se adequar às novas expectativas das organizações.
Acompanhe algumas das competências essenciais para os CIOs de profissionais que atuam na área:
Conhecimento do negócio – Por mais interessantes que as tecnologias pareçam para a equipe de TI, os argumentos técnicos não podem ser utilizados para justificar um projeto para a diretoria e as demais áreas da organização. Assim, os CIOs devem conhecer a fundo o negócio da companhia para entender como as iniciativas da sua área estão alinhadas aos objetivos da organização e quais os resultados práticos esperados.
Um projeto de TI é um investimento como qualquer outro da empresa e, em muitas ocasiões, pode inclusive concorrer com as demais áreas. Uma reestruturação de parque tecnológico, por exemplo, necessita estar alinhada à necessidade de crescimento da empresa. Não faz mais sentido trocar só por trocar.
Capacidade de comunicação – No cotidiano das organizações, boa parte das atividades de TI passa despercebida pelos funcionários da companhia. Na realidade, o CIO e a sua equipe só são lembrados em situações negativas, como quando o sistema cai ou o computador para de funcionar. Com isso, a imagem do trabalho da área de tecnologia da informação fica prejudicada dentro das organizações. E o pior, essa percepção chega até o board da companhia, o que reflete diretamente no humor de investimentos em novos projetos.
O CIO que pretende reverter essa situação precisa estar preparado a estruturar uma melhor comunicação de sua área com todos os stackeholders (pessoas envolvidas nos processos) da organização. Para tanto, precisa investir em ferramentas que o ajudem a divulgar as iniciativas de TI a toda a companhia, bem como criar um canal para que os diversos usuários consigam expressar opiniões sobre produtos e serviços oferecidos pela equipe de tecnologia.
Gestão de pessoas – Os resultados da área de TI também estão diretamente relacionados à capacidade que o CIO tem para recrutar, reter e desenvolver seus colaboradores. Assim, é aconselhável que esses profissionais estejam atentos à gestão de pessoas e não deleguem essa função apenas para a área de recursos humanos.
Essa capacidade de gestão e motivação das equipes é essencial a qualquer profissional em posição de liderança, mas tende a ser ainda mais crítica na TI, uma vez que trata-se de um setor no qual faltam pessoas capacitadas e, portanto, a retenção de talentos é essencial.
Perfil inovador – Quando buscam um profissional para ocupar a posição de CIO, as empresas buscam pessoas com postura voltada à inovação.
Na prática, isso seria, por exemplo, representado por um CIO que, antenado aos lançamentos do mercado no qual atua, percebe uma nova maneira de se relacionar com os clientes e leva essa sugestão à área de marketing.
Conhecimento técnico – Um dos pecados que o CIO comete é distanciar-se do conhecimento técnico. Sem essa habilidade, o profissional não consegue saber como o departamento de TI pode contribuir com as demais áreas da organização e não consegue liderar sua própria equipe.
Na mesma linha, o conhecimento técnico é uma das sete competências essenciais ao CIO atualmente.
Fonte: COMPUTERWORLD
Retenção de talentos é prioridade para gestores de TI em 2010
Para as empresas que cortaram gastos e pessoas durante a recessão sem pensar na retomada da economia, as perspectivas não são das melhores. Os funcionários que se sentiram muito prejudicados e sem o apoio de seus gestores nos últimos meses deverão procurar novas oportunidades profissionais assim que possível.
Como reflexo dessa realidade, uma pesquisa realizada com 1,4 mil CIOs (Chief Information Officer) do mundo todo pela consultoria em recrutamento de executivos Robert Half aponta que 43% desses profissionais avaliam a retenção de talentos como prioridade em 2010. Para manter os colaboradores, 21% dos gestores de TI planejam oferecer mais programas de treinamento e desenvolvimento profissional às equipes.
Os líderes devem estar focados em manter seus funcionários motivados no trabalho. A retenção de talentos certamente será o maior desafio de 2010, já que muitos colaboradores tiveram suas remunerações diminuídas este ano e, por isso, sentem-se sobrecarregados e pouco valorizados pela companhia na qual atuam.
Algumas iniciativas devem ser iniciadas imediatamente para que os gestores consigam manter suas equipes intactas. Entre essas ações encontram-se: realização de treinamentos e projetos para o desenvolvimento de carreira dos colaboradores e a oferta de melhores cargos àqueles que se destacaram na época de crise.
Além disso, é aconselhável que os gestores prestem mais atenção nos projetos considerados desafiadores ou importantes para os membros de seu departamento e, então, reconheçam quando os envolvidos nessas iniciativas realizarem um bom trabalho.
Ademais, os líderes devem estabelecer mais comunicação com seus colaboradores, bem como encorajar o trabalho em equipe e promover o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal dos funcionários.
As empresas devem se vender para seus colaboradores da mesma forma que fazem quando buscam contratar alguém.
Mesmo que já seja tarde para muitas empresas tentarem manter suas equipes, algumas companhias conseguiram aprender com outras crises e mantiveram seus quadros de funcionários intactos em 2009, já de olho nas oportunidades que viriam à tona no próximo ano.
Aquelas que não se anteciparam e olharam para o futuro durante o turbilhão das épocas instáveis enfrentarão sérios problemas nos próximos meses.
As empresas nas quais a tecnologia é determinante para os resultados do negócio precisam sempre estar atentas à retenção de talentos, já que a oferta de profissionais especializados em TI é relativamente pequena em comparação com a demanda das organizações.
Fonte: COMPUTERWORLD
Decisão de Plano Nacional de Banda Larga é adiada
O anúncio do Plano Nacional de Banda Larga foi adiado por três semanas a
pedido do “companheiro” Luiz Inácio Lula Molusco da Silva. O presidente esteve reunido na tarde desta terça-feira (24/11) para discutir o assunto com representantes de diversos órgãos do governo federal, mas quer mais detalhes sobre duas propostas apresentas.
Participaram da reunião representantes dos seguintes órgãos: ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações, do Planejamento, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Educação, da Fazenda, da Advocacia da União e do comitê de Inclusão Digital do Gabinete da Presidência da República e da Casa Civil.
Nenhum dos participantes falou com a imprensa após o término da reunião. Mais cedo, ainda durante o encontro, o Ministério das Comunicações divulgou a sua proposta no seu site.
Leia também: Nova tecnologia de acesso sem fio promete popularizar banda larga
Twitter muda pergunta, mas usuários já haviam mudado as respostas
Pesquisando sobre as mudanças ocorridas no Twitter nesta semana passada, encontrei um post bem interessante no blog Belenos Govannon com uma descrição bastante singular sobre as alterações no microblog. Confiram o post.
Na última quinta-feira (19/11/09), o Twitter mudou a sua tradicional pergunta “What are you doing?” (O que você está fazendo?, em inglês), para “What’s happening?” (O que está acontecendo?). Mas, afinal, quem ainda responde a pergunta do passarinho azul?
O Twitter virou um vórtex de informações onde não há mais a necessidade de um “guia”, uma pergunta, como se os 140 caracteres fossem o limite para a resposta do único item de um formulário. De um mero serviço de updates curtos para acompanhar as atividades de outras pessoas, se transformou numa monstruosa rede social, capaz de repercutir os mais diversos assuntos em um tempo tão curto, atingindo tantos leitores, que deixaria tonto qualquer webjornalista do começo da década.
“Não esperamos que isto mude como as pessoas usam o Twitter”, disse Biz Stone, CEO e co-fundador da ferramenta, sobre a novidade. E não vai mudar mesmo. Até porque a troca da pergunta foi o resultado de um movimento natural dos usuários, não a causa dele. Da cobertura em tempo real de um evento qualquer à primeira imagem de um Airbus dentro do Rio Hudson, a ferramenta foi e continua sendo moldada por quem a usa.
“What’s happening?” é apenas uma adequação às “respostas” dadas pelos milhões de twitteiros espalhados pelo mundo e reflete o espírito desta rede social ímpar em pontualidade e imediatismo. Porém, com a gama de utilidades ainda inexploradas, talvez o melhor fosse ter mudado para “Just talk:”.
Confira também, no blog oficial do Twitter as considerações de Biz Stone sobre as alterações ocorridas no serviço.
Além da mudança na pergunta principal, o Twitter também recebeu as traduções para Francês e Espanhol e a volta do “ioiô” (porque vai e volta) botão de retweet. Acesse http://twitter.com/dominioti e confira as novidades.
Fonte e título: Belenos Govannon
Intel Connecting
O verdadeiro marketing pessoal
Muitas pessoas ficam em dúvida quando o assunto é marketing pessoal. Será esta ferramenta indispensável para as pessoas que desejam se destacar nos campos profissional e pessoal composta por carros de luxo, roupas de grife, finais de semana badalados em cenários de cinema, em lugares caros e requintados, viajando para todo o mundo a passeio, e ainda ser notícia em diversas colunas sociais? A resposta é simples: não.
Primeiro, vamos entender o que é o marketing pessoal. Ele utiliza os conceitos do marketing, ou mercadologia, em benefício de cada indivíduo, através de uma estratégia pessoal e bem definida, e que precisa ser, acima de tudo, sustentável. O profissional que deseja planejar suas ações e investir em sua imagem, conta, hoje em dia, com consultorias capazes de realçar os pontos fortes das pessoas, de forma sustentável, visando o crescimento pessoal e os avanços na carreira.
Passamos ao ponto de partida: qual nosso objetivo? Onde queremos chegar? O que queremos obter? Definido este caminho, começa um trabalho que vem de dentro para fora. Educação, atitude, etiqueta, equilíbrio, sinceridade, carisma e honestidade são alguns dos ingredientes do marketing pessoal que devem acompanhar toda a “embalagem” que buscamos para o convívio social.
De nada adianta carros, roupas e colunas sociais, se o profissional, por exemplo, age com falta de educação – ofendendo todos à sua volta em crises de estresse – ou não sabe se portar em um evento – comendo e bebendo exageradamente. O mesmo acontece quando, na vida pessoal, criamos um personagem para conquistar alguém: perfume, jantar, roupas, vinho, tudo impecavelmente preparado, mas na hora de abrir a boca, a pessoa que está do outro lado da mesa não encontra conteúdo, sinceridade, valores e o mínimo de etiqueta.
É claro que estar bem vestido, cabelos arrumados, roupas limpas e passadas, higiene pessoal em dia é importante, mas só embalagem não basta.
Todo profissional que busca ascensão no mercado corporativo já ouviu falar de marketing pessoal. A procura por fórmulas mágicas tornou-se um grande atrativo. Embora se pregue que somos um produto, precisamos lembrar que somos humanos e temos sentimentos, comportamentos, crenças, valores, cultura. Tudo isso influencia diretamente na decisão de fazer ou não marketing pessoal.
Com tantas “fórmulas”, é muito fácil hoje reconhecer um “marqueteiro”, denominação dada àqueles que querem criar uma imagem que, na verdade, não corresponde ao conteúdo. Ao pensar em marketing pessoal devemos lembrar que nossa cultura valoriza a humildade e que ela aparece como principal inimigo daqueles que de uma forma não trabalhada procuram se sobressair.
É essencial saber praticar o marketing pessoal. Mas o que impede alguém de falar sobre seus sucessos comprovados e mostrar os seus talentos? Por que escondemos muitas vezes o nosso cargo ou ainda a promoção? Podemos arriscar várias respostas, entre elas: não querer ser arrogante, temer que as coisas dêem errado ou até mesmo por não se sentir merecedor de tal cargo ou promoção.
Então, com tantas características, somos bem diferentes de um produto de prateleira, afinal, ninguém vai achar um produto “prepotente”. Aprender a fazer marketing de uma forma elegante e usar uma mensagem subliminar é fundamental. O objetivo é parecer e ser competente e não arrogante.
Um bom começo é o desenvolvimento pessoal. Na verdade, marketing pessoal exige evidência. Agora, antes de pensar em aparecer, pergunte-se se você tem algo para mostrar.
O marketing pessoal, sem dúvida, abre portas, mas é o desempenho profissional que vai garanti-lo nessa oportunidade. Por isso, é necessário criar uma imagem baseada em fatos e de fácil comprovação.
Seguem algumas dicas importantes:
1- Conheça seus limites e limitações;
2- Participe de eventos que sejam vitrine para suas competências;
3- Relacione-se de forma verdadeira com as pessoas e não somente quando necessitar de um favor;
4- Conheça o mercado em que quer atuar, para verificar se está compatível com o que você tem a oferecer;
5- Aceite-se como merecedor de suas conquistas pois, só assim, vai valorizá-las e, conseqüentemente, as pessoas ao seu redor também.
Fontes: RH Carreira e Business Blog
MS assume falha de segurança no Windows 7
Após anunciar na semana passada, que o Windows 7 superava as expectativas por ainda não ter nenhuma falha de segurança, a Microsoft apresentou um relatório onde admite uma vulnerabilidade no novo sistema operacional, que pode deixá-lo vulnerável à ataques de negação de serviço (DoS – Denial of Service) .
O relatório aponta que a empresa está apurando os problemas no protocolo Server Message Block (SMB) e que ainda não foram detectados ataques baseados nessa falha.
Essa vulnerabilidade não pode ser utilizada para tomar controle da máquina ou instalar software malicioso no sistema do usuário, segundo boletim oficial de segurança da MS.
A Microsoft também apontou que, após completar a investigação do problema, informações e atualizações serão divulgadas para garantir o funcionamento das máquinas de seus consumidores.
A vulnerabilidade foi descoberta na última semana pelo especialista em segurança Laurent Gaffié, que desenvolveu um programa em Python para demonstrar o problema.
A falha afeta as versões 32-bit e 64-bit do Windows 7, além do Windows Server 2008 R2.
Como construir sua imagem na empresa
Para iniciar nosso post, vale citar uma frase bem bacana, publicada na matéria original do potal CIO, que diz o seguinte: “O maior presente é o de poder enxergamo-nos como os outros nos vêem”.
A combinação entre o conhecimento de si mesmo e o entendimento de como essa imagem chega aos outros é uma poderosa ferramenta de comunicação. Desenvolver essa habilidade pode também dar aos gestores e líderes, a postura executiva, que é essencial durante apresentações, encontros de negócios ou até conversas e confraternizações com colegas.
A postura executiva é algo que as pessoas buscam, mas raramente sabem como encontrar. Enquanto muitos enxergam a tal postura corporativa como uma mística combinação de personalidade forte, aparência e comportamento confiantes, a característica básica de alguém que sabe comunicar-se com os mais diversos públicos é a autenticidade. E ser autêntico, nesses casos, significa expressar de verdade o que se está dizendo.
No que diz respeito aos CIOs, grande parte deles parece não conseguir atingir o equilíbrio entre os fatos que devem ser comunicados e a maneira de se fazê-lo. Em seus discursos, percebe-se que há muitos fatos interessantes e informações estratégicas. Porém, ao ouvir o que dizem, o público tem a impressão de que, no palco, há alguém sem brilho, desestimulado e despreparado.
Esse ar sombrio e desanimado, tom de voz muito estável durante as apresentações, caracteristicas que muitas vezes acompanham os líderes que precisam falar ao público, provocam nada mais do que sono em seus interlocutores.
Quando a pessoa não consegue mudar essa postura, por mais expert e apaixonado pelo asssunto ou área em questão, para os outros que observam passa-se um perfil desinteressado.
Muitas vezes, é preciso sair da zona de conforto para conseguir se comunicar melhor e, por mais que pequenas mudanças de comportamento possam não ser percebidas instantâneamente pelos outros, é extremamente gratificante sentir-se evoluindo em algo.
Por esses motivos, é que antes de iniciar um discurso, seminário, palestra ou apresentação corporativa, os líderes de TI possuem cinco perguntas que podem fazer para melhorar o seu preparo. Por meio dessas questões, poderão entender melhor a audiência e comunicar-se de forma mais efetiva com o público. São elas:
1. Como o público é recompensado? São ouvintes pagos para gerar receita na companhia, manter as operações funcionando ou melhorar a participação da empresa no mercado?
2. Qual é a motivação dessas pessoas? Quais são suas preferências e desgostos profissionais?
3. Do que o público mais tem medo: de parecer tolo, ser demitido ou ser ignorado pelo board da empresa?
4. O que eu estou fazendo para piorar as coisas? Como a TI está causando impacto negativo nesses profissionais? Será que estou usando o orçamento da área em objetivos que eles não entendem?
5. O que eu poderia fazer para melhorar o trabalho do público?
Faça a mentalização dessas perguntas, questione colegas para saber a opinião alheia à sua, treine no espelho se você for muito tímido, recatado ou seco demais. Tente enxergar o seu exterior e entender o interior. Pontue o seu desempenho e comemore os avanços. Melhore a sua imagem na corporação e seja recompensado pelo esforço. Forte abraço e obrigado pela leitura!




