Saiba o que fazer se você teve um eletroeletrônico danificado no blecaute

Alta tensãoO apagão que atingiu 18 estados brasileiros na noite da terça-feira (10/11) e início da madrugada desta quarta-feira (11/11),  a partir das 22h, pode ter provocado danos a produtos eletrônicos.  Caso você tenha tido um problema desse tipo, saiba que a responsável pelo ressarcimento é a concessionária de energia elétrica.

De acordo com informações da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), o usuário deve informar sobre o seu problema em até 90 dias após a data da ocorrência pelos canais de atendimento oferecidos pela concessionária da região em que reside.

A empresa precisará do nome do titular da fatura da conta de energia e dados sobre o dia e horário da ocorrência. Além disso, o consumidor terá que informar o modelo, marca do equipamento, número de série e ano de fabricação.

Prazos

A partir do pedido do consumidor, são contados no máximo 10 dias para a empresa fazer uma vistoria do eletrônico. No caso de equipamentos usados para o condicionamento de alimentos ou medicamentos, a companhia tem 1 dia útil.

Além disso, a concessionária poderá verificar as instalações no imóvel,  visita que deve ser autorizada pelo consumidor ou empresa. A partir da vistoria, a companhia de energia tem 15 dias para analisar o equipamento e informar o resultado. Depois disso, são até 20 dias para o ressarcimento.

Se você tiver alguma dúvida sobre a quantia que receberá pelo seu equipamento danificado, o valor a ser pago é atualizado. Não há riscos de você receber o equivalente que pagou pelo produto no passado.

O que pode valer indenização

A concessionária é responsável não só por ressarcir o dano físico, mas também os prejuízos decorrentes da falta de energia elétrica. Se o prazo de entrega de um trabalho ou um arquivo foi perdido, o problema deve ser registrado. E as possibilidades englobam, por exemplo, pessoas presas no elevador ou metrô, assaltos, queda de sistemas em lojas, perda de alimentos congelados a serem vendidos e assim por diante.

E mesmo com a pane solucionada, se no dia seguinte os bugs ainda interferirem na rotina do consumidor ou de uma empresa, é preciso incluir a continuidade do problema no pedido de indenização.

A indenização deve ser solicitada à companhia responsável e, somente em último caso, na Justiça. Nos pedidos, deve-se ter bom senso e transmitir informações precisas. A concessionária de energia consegue comprovar se você estava de fato em casa ou na empresa na hora do apagão. Ela sempre pode argumentar e se defender para descaracterizar o que consumidor alega.

Retorno do sistema

O apagão foi decorrente da paralisação da Usina de Itaipu, o que provocou a queda no fornecimento de energia também no Paraguai.

Por meio de comunicado, a hidrelétrica informou que voltou a operar em condições praticamente normais na manhã desta quarta-feira (11/11), a partir das 6h, e que 18 unidades geradoras estão em funcionamento: nove de 60 hertz (Hz) e nove de 50 Hz.

Com 20 unidades geradoras e 14 mil megawatts de potência instalada, a usina binacional de Itaipu fornece 19,3% da energia consumida no Brasil e abastece 87,3% do consumo paraguaio.

Segundo informe emitido pelo Ministério das Minas e Energia na manhã desta quarta-feira,  18 estados brasileiros foram atingidos pelo blecaute.

As linhas de transmissão de Furnas, que interligam a usina de Itaipu ao Sistema Interligado Nacional (SIN), estão operando normalmente e não foi registrado qualquer dano nos seus circuitos e torres de transmissão, informou Furnas  em seu site.

O mesmo comunicado diz que o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apura as causas do blecaute.

As informações sobre o evento ainda estão sendo coletadas e processadas e, portanto, qualquer diagnóstico neste momento é puramente especulativo, consta na nota.

Se você passou por uma situação semelhante, de perder um equipamento eletroeletrônico por conta de queda de energia, comente seu caso aqui no blog. Compartilhe suas experiências para que outras pessoas tenham mais informações de como serem reembolsadas de suas perdas devido à falhas de empresas concessionárias de energia elétrica. Obrigado pela leitura!

Leia também: “PRO TESTE: como agir contra dano do apagão

Parceria entre Twitter e LinkedIn amplia recursos para usuários

LinkedInO Twitter e o  LinkedIn, rede social que possui 50 milhões de usuários registrados, anunciaram uma parceria que vai permitir aos seus usuários  cruzar suas contas ao consultar suas páginas em cada um dos sites.

A decisão foi anunciada no blog do LinkedIn pelo cofundador e vice-presidente de estratégia de produto, Allen Blue.

A idéia é simples: agora, quando o usuário define o seu status no LinkedIn, ele poderá tuitá-lo ampliando-o para seus seguidores e serviços em tempo real de busca, como o Twitter Search e Bing. E, quando tuitar, o internauta poderá enviar a mensagem para os contatos do LinkedIn, bem como a partir de qualquer serviço ou ferramenta do Twitter.Twitter

Pelo lado do Twitter, o usuário poderá escolher entre duas versões de integração:  terá a possibilidade de usar as configurações do microblog para enviar todos os seus tweets, ou selecionar determinadas mensagens como uma atualização de status.

A estreita relação entre o cofundador do Twitter, Biz Stone, e cofundador do LinkedIn, Reid Hoffman, pode ter facilitado a parceria.

Nova Certificação ITIL a caminho

ITILA experiência da Pink Elephant como provedora de serviços em ITIL,  que já ultrapassa os 20 anos e é reconhecida mundialmente como referência em implantação de processos baseados no ITIL, participou ativamente do processo de criação de uma nova certificação, baseada em criação e gestão de catálogo de Serviços.  Como houve a aprovação do APM Group (APMG), órgão oficial de homologação de ITIL, aguarda-se somente o fim deste ano para a conclusão do processo de criação da nova certificação.  Uma grande dificuldade das áreas de TI nas empresas diz respeito ao gerenciamento dos serviços e sua apresentação ao cliente, seja ele interno ou externo. A importância dessa estratégia é crucial para o sucesso dos negócios e consequente reconhecimento da área de TI como provedora de soluções, como uma área que entrega um valor mensurável.  Tem mais: o novo curso, entitulado “How To Create A Service Catalog According To ITIL Best Practices” (Como criar um catálogo de serviços segundo as melhores práticas do ITIL) dará créditos de 1.5 pontos para a certificação ITIL v3.

Teoricamente é uma certificação que tem muito a agregar, afinal, tão importante quanto desenvolver produtos e serviços é se ater a uma estratégia de organizá-los e apresentá-los ao clientes. A abordagem de gestão de catálogo de serviços ainda é pouco valorizado nas áreas de TI espalhados pelas empresas no Brasil, e quem conseguir consolidar conhecimentos nesse processo deve sair na frente dos demais profissionais na área.

Já que o assunto é ITIL, foi feito o anuncio de encerramento do exame para a certificação ITIL v2, que será no dia 30 de Junho de 2011, e a retirada de produtos específicos será:

V2 Foundation em 30 de Junho de 2010;
V2 Manager em 31 de Agosto de 2010;
V2 Practitioner em 31 de Dezembro de 2010;
Foundation Bridge em 31 de Dezembro de 2010;
Manager Bridge em 30 de Junho de 2011;

Lembrando que a certificação ITIL é baseada no produto, portanto quem a conquistou em versões anteriores a v3 continua valendo normalmente. Se você ainda está pensando em se certificar na v2 do ITIL, reconsidere mudar para a v3 o quanto antes, mais abrangente e com uma nova abordagem, agora baseada no ciclo de vida do serviço.

Fonte: Carreira de TI

Nova versão do protocolo BitTorrent é mais inteligente

UTorrentA companhia BitTorrent Inc. anunciou o desenvolvimento da nova versão do protocolo BitTorrent, mais inteligente e construído para ser mais amigável à rede. O novo protocolo, chamado de uTP, mede o tempo que um pacote leva para ser enviado do host  A até o host B, então teoricamente, o uTP detectará o congestionamento em qualquer lugar nesse caminho.

Caso o cliente detecte congestionamento, haverá por parte dele um ‘estrangulamento’ nas velocidades para manter o tráfego fluindo sem problemas. Tanto o μTorrent, quanto o cliente BitTorrent principal terão suporte ao uTP. A nova versão do protocolo uTP resultará na economia de vários bilhões de dólares às ISPs, se o novo formato for bem aceito.

Mas vale ressaltar que o novo protocolo não deverá resultar em velocidades muito menores para os usuários finais. O ‘estrangulamento’ afetará os usuários principalmente nos uploads, além disso, com menos e menores congestionamentos na rede, os downloads tendem a terminarem mais rapidamente. Até agora, nenhum dos usuários da nova versão do cliente μTorrent reportou problemas significantes, segundo a empresa.

[Profissão: TI] Engenheiro de Sistemas

Engenheiro de sistemas - System Engineer

A série Profissão: TI desta semana dará enfoque ao Engenheiro de Sistemas com ênfase em software.

O engenheiro de sistemas tem como principal objetivo projetar e monitorar os sistemas de informação de uma organização. Este projeto de SI realizado pelo engenheiro de sistemas geralmente segue métricas padronizadas de qualidade e desempenho de sistemas informatizados.

Exige-se deste profissional, alto grau de integração e interação com os demais departamentos da empresa. Para o sucesso da informatização departamental e organizacional, deve-se compreender perfeitamente o funcionamento dos processos e conquistar a cooperação dos colaboradores, para que haja o alinhamento do sistema com a rotina do setor. Além disso, este profissional pode operar como Gerente de Projetos.

Funções

  • Levantamento dos requisitos do sistema;
  • Elaboração e controle do cronograma do projeto;
  • Montagem de modelo experimental (prototipação e testes beta);
  • Coordenação das equipes de desenvolvimento;
  • Comunicação e negociação com outros departamentos e fornecedores externos de software.

Para exercer a função, o profissional deve possuir alguns pré-requisitos como:

  • Conhecimento de SO (sistemas operacionais client/server)
  • Conhecimento de sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBD);
  • Uso de ferramentas baseadas em UML (Unified Modeling Language), para modelagem de dados da aplicação;
  • Domínio em várias linguagens de programação;
  • Domínio dos modelos de programação Web;
  • Maturidade profissional;
  • Capacidade de Comunicação e Trabalho em equipe;
  • Conhecimento de administração de empresas e gestão de pessoas;
  • Conhecimento de ferramentas para Gerência de Projetos.

Formação

Em geral, é exigido nível superior para exercer a profissão. Os cursos disponíveis para a formação do engenheiro de sistemas são: Sistemas de Informação, Engenharia da Computação ou Ciência da Computação; normalmente ainda é recomendável a especialização em Engenharia de Sistemas ou Gerência de Projetos.

Ainda há diversas certificações na área, tais como:

Mercado de trabalho

A demanda do mercado está bastante aquecida para este profissional. Podemos acompanhar sites especializados como o Empregonaweb.com, que diariamente atualiza sua base de vagas, e entre elas, diversas empresas disponibilizando oprtunidades para a função.

A média salarial para o cargo gira em torno de R$ 2.500 à R$ 6.000.

Setor de TI deve ser primeiro a retomar aberturas de capital

Alta nos investimentosDepois de quase um ano de paralisação do mercado para novas ofertas públicas de ações (IPO, na sigla em inglês) devido à crise financeira global, o setor de tecnologia deverá ser o primeiro a reabrir a temporada de aberturas de capital. Pesquisa realizada pela consultoria Ernst & Young, com 300 investidores de 34 países, entre eles o Brasil, revela que 49% dos entrevistados citam a indústria de TI como a que primeiro retomará os IPOs. De acordo com o estudo, em segundo lugar entre os setores que devem voltar a abrir o capital está o de serviços financeiros, apontado por 43% dos investidores.

Na distribuição por regiões geográficas, o relatório da consultoria mostra que o Brasil é indicado entre os três países nos quais os IPOs voltarão a ocorrer mais rapidamente, principalmente com o fim da fase mais aguda da crise. O país aparece em segundo lugar no estudo – citado por 57% dos investidores – como o que deve recuperar primeiro as aberturas de capital, empatado com a Índia e perdendo apenas para China, citada por 75% dos entrevistados.

A Ernst & Young quis saber se os investidores irão aumentar a quantia aplicada e em que prazo. O resultado é que 60% disseram que pretendem elevar os investimentos em IPOs no Brasil, nos próximos 12 a 18 meses, enquanto 64% declararam que irão aumentar os recursos em IPOs na China, também nos próximos 12 a 18 meses. O Brasil, porém, ficou à frente do Japão e dos Estados Unidos, que obtiveram índice de 57% e 56%, respectivamente.

Já em relação ao porte das companhias no Brasil que realizarão oferta inicial de ações, o estudo apurou que 47% dos entrevistados avaliam que serão grandes corporações, enquanto 38% acreditam que serão médias empresas.

Especialistas em mercado de capitais ouvidos pela reportagem de TI INSIDE Online lembram, no entanto, que a maior parte das ofertas anunciadas neste ano foi de empresas que já estão na bolsa. Eles avaliam também que o mercado de capitais só deve decolar a partir do primeiro trimestre de 2010.

Fonte:  TI Inside

Firefox corrige cinco vulnerabilidades em versão 3.5.5 do Firefox

firefox_logo_kopf

A fundação Mozilla divulgou uma atualização de segurança para a versão 3.5 do Firefox. A novidade chega oito dias depois do Firefox 3.5.4 e logo após o lançamento do beta do Firefox 3.6.

A versão 3.5.5 corrige falhas de estabilidade, além de três bug críticos que afetam todos os sistemas operacionais compatíveis – Windows, Mac e Linux.

Outros bugs menos graves corrigidos foram um que afeta usuários do Windows e o outro relacionado ao Mac.

O Firefox 3.5.5 já pode ser baixado no site da Mozilla.

Retweet começa a ser ativo no Twitter

RetweetO Twitter ativou nesta quinta-feira (05/11/2009) o recurso de Retweet em um pequeno número de contas. Este recurso é bastante esperado pelos usuários, pois ele já foi liberado para os desenvolvedores de API há alguns meses.

No Blog oficial do Twitter, é citado que a idéia do Retweet é fazer com que um Tweet espalha-se rapidamente pela rede fazendo o seu caminho eficiente para as pessoas que querem ou precisam saber da informação.

Diferente do Retweet manual que utilizamos atualmente, o Retweet oficial não vai permitir que os usuários editem a mensagem antes de publicá-la, como o Rafa do Tecnoblog disse: “Por um lado isso pode ser bom, pois o username do usuário que está sendo retweetado não vai interferir no tamanho da mensagem. Por outro lado, a falta de edição vai impedir que usuários adicionem algum comentário na informação repostada, algo muito comum em Retweets.”

Fonte: PORTALUP.net

Precisa deixar de ser técnico para ser chefe?

Gerente de TIQuanto seu chefe conhece de tecnologia? Parece uma pergunta sem sentido, mas há muitos líderes de equipes de TI com pouco conhecimento técnico, ou conhecimento totalmente obsoleto.

Muitos gestores de tecnologia da informação ainda acreditam que o fato de deixarem de ser executor os exime da necessidade de atualização do conhecimento técnico.

Muitos de nós já presenciaram aquelas situações em que o técnico chega para seu chefe e diz que tem um determinado problema, explicando a ele tecnicamente o que ocorre, vem o chefe com cara de paisagem seguido daquela pergunta clássica de quem está totalmente por fora de um assunto: ”Isso é bom ou ruim? É grave?”.

O líder, que deixou efetivamente de por a mão na massa na empresa, não deve se esquecer que manter-se atualizado quanto a conceitos da área, novas tecnologias e processos devem fazer parte do seu repertório de atividades diárias.

Elaborar relatórios, reuniões, cronogramas, gerir pessoas, processos, tudo isso faz parte do dia-a-dia de um gestor de TI, porém não é tudo, caso ele queira manter o respeito e confiança de sua equipe.

Outro grande problema diz respeito ao resultado: o gestor pode ser facilmente “engolido” por elementos de sua equipe devido ao seu desconhecimento técnico.   É o tal do problema da “rebimboca da parafuseta”, que o técnico usa como desculpa em face da fragilidade técnica de seu líder, colocando-o no bolso.

Sem conseguir identificar o real problema, o gestor não consegue sanar as dificuldades que acabam impactando nos cronogramas de entrega do projetos e por fim afetando negativamente o desempenho financeiro da organização.

Claro que há técnicos que fazem de tudo para camuflar seu mau desempenho justificando-se com “tecniquês” excessivo. Essa má intenção não demora muito a ser revelada com um pouco de percepção do gestor. Daí a importância do quesito confiança, que deve ser mútua, e que possbilita passar por cima de limitações como essa.

Em se tratando de equipes de alto grau de especialização técnica, se um líder perde o respeito com sua equipe com relação ao conhecimento técnico que possui, corre o sério risco de perder o controle sobre seus liderados e ainda se torna refém deles caso a confiança esteja abalada por qualquer outro motivo. Ou não poderia ele ser derrubado facilmente por sabotagem?

Por isso, pluralize o conhecimento: por que não ser um chefe-técnico ao invés de simplesmente deixar de ser técnico para ser chefe?

E você, já teve problema com gestores com conhecimento técnico obsoleto? Como conseguiu contornar a situação? Comente seu caso aqui no blog e compartilhe sua experiência conosco. Forte abraço.

Fonte: Carreira de TI

Muitos gestores de equipes de TI ainda acreditam que o fato de deixarem de ser executor os exime da necessidade de atualização do conhecimento técnico.

Muitos de nós já presenciaram aquelas situações em que o técnico chega para seu chefe e diz que tem um determinado problema, explicando a ele tecnicamente o que ocorre, vem o chefe com cara de paisagem seguido daquela pergunta clássica de quem está totalmente por fora de um assunto: ”Isso é bom ou ruim? é grave?”.

O líder, que deixou efetivamente de por a mão na massa na empresa, não deve se esquecer que manter-se atualizado quanto a conceitos da área, novas tecnologias e processos devem fazer parte do seu repertório de atividades diárias.

Elaborar relatórios, reuniões, cronogramas, gerir pessoas, processos, tudo isso faz parte do dia-a-dia de um gestor de TI, porém não é tudo, caso ele queira manter o respeito e confiança de sua equipe.

Outro grande problema diz respeito ao resultado: o gestor pode ser facilmente “engolido” por elementos de sua equipe devido ao seu desconhecimento técnico.   É o tal do problema da “rebimboca da parafuseta”, que o técnico usa como desculpa em face da fragilidade técnica de seu líder, colocando-o no bolso.

Sem conseguir identificar o real problema, o gestor não consegue sanar as dificuldades que acabam impactando nos cronogramas de entrega do projetos e por fim afetando negativamente o desempenho financeiro da organização.

Claro que há técnicos que fazem de tudo para camuflar seu mau desempenho justificando-se com tecniquês excessivo. Essa má intenção não demora muito a ser revelada com um pouco de percepção do gestor. Daí a importância do quesito confiança, que deve ser mútua, e que possbilita passar por cima de limitações como essa.

Em se tratando de equipes de alto grau de especialização técnica, se um líder perde o respeito com sua equipe com relação ao conhecimento técnico que possui, corre o sério risco de perder o controle sobre seus liderados e ainda se torna refém deles caso a confiança esteja abalada por qualquer outro motivo. Ou não poderia ele ser derrubado facilmente por sabotagem?

No artigo da CIO norte-americana entitulado “Os riscos que o CIO corre ao perder o discurso técnico“ (recomendo a leitura)  é apresentando esse problema num nível hierárquico maior, mas a questão é que esse problema afeta também muitos que  lideram diretamente equipes técnicas, o que torna a questão mais grave ainda.

Por isso, pluralize o conhecimento: por que não ser um chefe-técnico ao invés de simplesmente deixar de ser técnico para ser chefe?

E você, já teve problema com gestores com conhecimento técnico obsoleto? Como conseguiu contornar a situação?

Firefox ultrapassa IE6 em número de usuários

FirefoxEsta semana, a Net Applications, empresa que mede a participação de mercado dos browsers, divulgou dados relativos ao mês de outubro que indicam que a soma das versões do Firefox ultrapassou em número de usuários a versão 6 do navegador da Microsoft. E não são apenas em um país específico: os números são de usuários no mundo inteiro.

As demais versões do Internet Explorer ainda dominam o mercado global de navegadores, ocupando 64,64% do espaço, sendo 23,6% da versão 6, 18,16% da versão 7, 20,54% a versão 8 do navegador e 2,34% para as demais versões. Todas as versões do Firefox somadas têm 24,07% de participação, dividindo-se em 1,14% para a versão 2.0, 8,79% para a versão 3.0, 13,9% para a versão 3.5 e 0,47% para as outras versões.

Os navegadores Chrome, Opera e Safari continuam no final da lista, dois deles mostrando algum crescimento na sua participação. Em relação ao mês de setembro, o navegador do Google passou de 3,17% para 3,58%, o Opera caiu de 2,19% para 2,17% e o Safari passou de 4,24% para 4,41%.