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Archive for 08/10/2009

Conhecimento técnico é fundamental ao CIO

CIO TecnologiaDesde que o líder da área de tecnologia passou a exercer uma função estratégica nas organizações, existe uma dúvida a respeito sobre até que ponto, o conhecimento técnico representa algo essencial para quem ocupa a posição de CIO (Chief Information Officer ou Chefe de Tecnologia). Para sanar essa indagação, a consultoria norte-americana Diamond Management & Technology Consultants - que atua área de TI, negócios e inovação – fez um levantamento sobre o papel de 456 executivos de todo o mundo.

O resultado da análise deixou claro que o domínio do conhecimento técnico é essencial para os CIOs. o levantamento ainda aponta que, sem um entendimento mais profundo das tecnologias, os executivos não conseguem agir para integrar o departamento de TI às demais áreas de negócio, nem são capazes de liderar equipes com profissionais altamente capacitados.

Assim como um CFO (Chefe do Setor Financeiro) deve ter formação voltada às finanças, um CIO precisa ter a bagagem de um profissional com profundo conhecimento de tecnologia. A capacitação como homem de negócios é importante, mas saber quais as ferramentas disponíveis e como configurar os sistemas da rede de forma harmoniosa, por exemplo, torna-se imprescindível. Para mandar, é preciso saber ‘colocar a mão na massa’ também.

Além do domínio técnico, entretanto, os gestores de TI devem ter experiência na liderança de equipes, na identificação dos impactos financeiros dos projetos de tecnologia e nas práticas de estímulo e desenvolvimento da inovação.

Fonte: CIO

Outsourcing: mercado em constante evolução. Você está preparado?

OutsourcingO tempo passa, os negócios evoluem, surgem novas tecnologias e o mercado de outsourcing está ficando cada vez mais competitivo. Antigamente quando uma organização procurava uma empresa para terceirizar algum serviço para auxiliá-las neste setor, a pergunta principal era: “será que devo terceirizar?”, hoje essa questão mudou e a maior dúvida é: “como gerencio o meu outsourcing?”. Toda empresa de TI tem pelo menos um contrato de terceirização de serviços mas, diferente do que muitas pensam, terceirizar não é tirar a responsabilidade pelo serviço da sua empresa e transferi-la para um gestor ficando livre de “dores de cabeça”. Ao contrário. Essa iniciativa requer muitos cuidados e se não administrados corretamente, os problemas podem começar até mesmo no momento de contratação do seu fornecedor.

É fundamental, sempre sugerir que a companhia desenvolva um Centro de Competência. Nesse ambiente deverá ter pessoas especializadas em outsourcing, que estejam preparadas para fazer SLAs (Service Level Agreement – Acordo de nível de serviço), trabalhar com RFPs (Request for Proposal – Solicitação de Proposta) discutir e negociar contratos, entender de serviços, enfim, uma equipe preparada para conduzir a sua terceirização de maneira a prever e evitar problemas, trazendo as melhores soluções.

Mas afinal, o que é preciso saber para lidar com um fornecedor? Para começar, imagine que você possa diminuir o custo do seu outsourcing de 20 até 30% se souber fazer uma boa contratação. Agora se prepare para o desafio, as empresas de terceirização tem os melhores vendedores que sempre oferecem os melhores serviços. “Melhores serviços” na visão deles, pois nem sempre o que te oferecem é realmente aquilo que a sua TI precisa. Uma das principais chaves para o sucesso na entrega do serviço é que sua empresa tenha um bom relacionamento com o seu fornecedor. Neste cenário citamos quatro ações que podem ajudar a obter maior segurança na contratação da terceirização:

1 – Tenha um bom critério de seleção: Avalie se o seu potencial fornecedor tem recursos humanos suficientes para lhe atender. Questione: esses profissionais estão preparados? Essa empresa tem experiência no mercado? Ela está preparada para as mudanças do setor? Está se atualizando? Que visão ela tem de futuro?

2 – Trabalhe utilizando uma boa RFP: Essa iniciativa lhe mostrará toda a competitividade entre esses fornecedores. Mas tenha cuidado, o modelo é complexo e diferente de contratações em qualquer outro setor de serviços. Um SLA, por exemplo, se não for bem estruturado e claro pode lhe causar o transtorno de cada fornecedor lhe apresentar uma proposta diferente, que não atenda a sua necessidade real. Isso aumenta o risco do serviço e ainda pode atingir negativamente o business na empresa. (Confira AQUI um guia para RFP de outsourcing).

3 – Estabeleça contratos flexíveis: É comum encontrar empresas que fazem contratos fechados, ou seja, que não permitem alterações no escopo do serviço. Os contratos nunca devem ser de curta duração (em torno de seis meses), mas também não podem ter longo prazo. O ideal são acordos de até três anos, pois oferecem maiores chances de renegociar o serviço. As necessidades de TI mudam constantemente e dependendo da evolução dos negócios as transformações acontecem ainda mais rapidamente.

4 – Contrate uma consultoria especializada: Os fornecedores estão evoluindo. Hoje temos SOA, SaaS, falamos em Cloud Computing, e toda a evolução do mercado está solicitando uma gestão altamente qualificada. As dúvidas entre empresas e fornecedores ainda são múltiplas, por isso, uma consultoria pode esclarecê-las e encontrar uma boa solução que atenda as necessidades do seu business.

Fonte: TI Inside

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