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Archive for 26/10/2009

Cursos gratuitos na FGV Online

EADA Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.

Os cursos oferecidos na FGV Online tem duração média de 5 à 30 horas. Entre as opções estão:

  • Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário
  • Consultoria em Investimentos Financeiros – Intermediação Financeira
  • Direito do Trabalho – Contratação do Trabalhador
  • Fundamentos da Gestão de Custos
  • Gestão de Pessoas – Motivação nas Organizações
  • Processo de Comunicação e Comunicação Institucional
  • Estratégia de Empresas – Introdução à Administração Estratégica
  • Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental
  • Gestão de Marketing – Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços
  • Gestão da Tecnologia da Informação – TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos
  • Técnicas de Gerência de Projetos – Gerenciamento do Escopo do Projeto
  • Ciência e Tecnologia
  • Diversidade na Organização
  • Ética Empresarial
  • Recursos Humanos

Os materiais são de altíssimo nível e ainda há um certificado de conclusão ao término do curso e execução dos testes. Vale a pena agregar mais esta gama de informações ao seu conhecimento e incrementar ainda mais o seu curriculo.

Saiba mais sobre os cursos da FGV ONLINE.

Onde os recrutadores procuram talentos

Recrutamento

O primeiro e principal ponto de partida de um recrutador a procura de novos talentos está em seu banco de currículos. Estes dados vêm dos próprios candidatos, que os inscrevem pelo site das empresas ou enviam por e-mail, além de as informações também serem inseridas pelos próprios consultores, depois de uma entrevista com um perfil interessante.

No entanto, a pesquisa para achar um determinado perfil de profissional vai além do banco da empresa e inclui a rede de contatos do próprio recrutador. O profissional de recrutamento, hoje, tem de ir muito além do seu banco de currículos. Apenas depois de vencidas estas etapas o headhunter passa para bancos de dados de terceiros. Finalmente, talvez seja necessário checar empresas bem-sucedidas e sondar algum executivo talentoso para uma mudança de ares.

Modernamente, há ainda a possibilidade oferecida por algumas redes sociais. Nem todas funcionam para o recrutamento. Orkut, por exemplo, está fora de cogitação, por ser informal demais. Entre as comunidades, destaca-se o LinkedIn, que mantém sua vocação de rede de relacionamento profissional e de negócios.

Não há regras fixas. Escolher o profissional ideal pressupõe entender o momento que está sendo vivido pela empresa e pelo candidato. As exigências técnicas geralmente são fundamentais, uma vez que as empresas não têm disponibilidade para fazer o treinamento de altos executivos.

A dificuldade, no entanto, pode estar justamente no perfil comportamental. Algumas vezes, a empresa necessita de um “tocador de obras”, que ficará ligado ao departamento financeiro. Mas é possível que determinada empresa precise de uma pessoa com os mesmos conhecimentos, mas com um perfil mais estratégico para trabalhar junto à presidência.

Técnicos

Para os níveis mais técnicos, os sites de currículos são as grandes fontes de informação para os recrutadores.

A crise econômica foi mais leve (para não dizer que não houve crise) para a área de TI e há uma promessa de oferta de empregos até o fim deste ano.

Redes sociais: os desafios do uso corporativo

Social NetworkAs redes sociais tomaram a internet de assalto e transformaram a forma de relacionamento entre as pessoas. Com suas qualidades e defeitos, plataformas como o Facebook, Orkut e Twitter hoje fazem parte do cotidiano da maioria dos cidadãos conectados em todo o planeta. Mas, para fazer parte do mundo corporativo, esse tipo de tecnologia ainda precisa trilhar um longo caminho.

Entre as empresas, o desejo de tirar proveito das facilidades de comunicação proporcionadas pelas mídias sociais é grande. Ao menos em áreas como marketing, muitas empresas já possuem projetos que incluem uma maior interação com os participantes de comunidades online ou canais alternativos de contato com clientes por meio de aplicativos como o Twitter.

O problema desses sistemas, no entanto, está no nível de maturidade da tecnologia, que impede ações mais ousadas e estratégicas dentro das empresas. Tirar proveito da velocidade de comunicação de um Twitter ou da facilidade de contato do Facebook, por exemplo, ainda depende de ferramentas mais robustas e modelos de comercialização adequados.

Ao mesmo tempo, existe uma barreira cultural muito forte dentro das companhias em adotar ferramentas voltadas, primariamente, para consumidores finais. O mundo corporativo, nesse ponto, é muito conservador. Mas tem suas razões.

A primeira preocupação, sempre, é com segurança. O Facebook, por exemplo, não é um lugar adequado para guardar informações corporativas. É natural o movimento de entrada das redes sociais nas empresas. Mas as opções atualmente disponíveis na internet não são ferramentas corporativas.

Desafios tecnológicos

Como no caso de qualquer outro software ou serviço voltado para o mercado corporativo, existem padrões e níveis de disponibilidade mínimos que precisam ser atendidos para as empresas poderem colocar o sistema em ambiente de produção. Ferramentas gratuitas podem ser utilizadas em uma primeira fase, na qual as empresas testam o conceito. Nas etapas seguintes, quando o sistema começa de fato a fazer parte do negócio, alguma garantia tem de ser oferecida.

Ainda leva cerca de dois a três anos para que a tecnologia de redes sociais atinja um nível de maturidade aceitável para o ambiente corporativo. Mas as empresas devem demorar até cinco anos para entender e aceitar completamente o conceito.

Recolocação profissional: diversifique as fontes de busca por oportunidades

Recolocação ProfissionalOs profissionais que buscam a recolocação no mercado de TI hoje, provavelmente receberam alguns conselhos conflitantes sobre o melhor caminho para seguir. Alguns colegas e amigos podem ter falado sobre redes online como o microblog Twitter. Outros podem insistir que eles não conseguirão sem indicação de alguém.

A realidade, no entanto, mostra que é difícil prever exatamente de onde o próximo emprego de  profissionais experientes virá. Eles podem passar horas mexendo no currículo para atingir diversos tipos de empresas, e acabar encontrando vagas em uma eventual conversa com o amigo do primo do vizinho. Por isso, ao explorar uma grande gama de caminhos, esses candidatos ganham uma vantagem sobre os concorrentes que apostam todas as fichas em apenas um rumo.

Escolha suas táticas
Tomar uma abordagem múltipla não significa seguir qualquer possibilidade de emprego. Pelo contrário: o grande número de formas de encontrar trabalho na área de tecnologia é essencial para selecionar cuidadosamente os métodos válidos para investir o tempo.

Toda fonte de emprego tem suas vantagens e desvantagens. É importante que o candidato tente estabelecer uma mistura de ferramentas – especializadas e gerais, grandes e pequenas, locais e nacionais, online e offline – e tenham em mente que, nas gerais, quanto menor e mais especializada a fonte, menos tempo deve-se passar peneirando caminhos irrelevantes.

O mesmo se aplica para o foco geográfico: o anuncio de “precisa-se” em uma publicação local de negócios pode parecer fora de moda, mas o foco local do negócio pode fazer com que valha a pena dar uma olhada.

Outro caminho para aumentar o alcance das oportunidades disponível é registrar-se em uma empresa especializada em recolocação executiva de TI. Essas companhias potencializam a busca por empregos. As relações com empregadores permite que elas se conectem a oportunidades de que muitas vezes não chegam a ser divulgadas.

Nunca pare com o “networking”
Se não tem um “melhor” caminho para arrumar um emprego, tem um conceito que ajuda em muitas buscas por trabalho: mantendo uma forte e ativa rede de contatos. Melhor do que procurar oportunidades, o profissional deve trabalhar para que as oportunidades o encontrem, estabelecendo uma gama de relacionamentos interpessoais diversificada - tanto online quanto offline, social ou acadêmica.

O networking também é a forma mais confiável de manter o pessimismo longe. Ouvir sobre o sucesso e fracasso dos outros pode ajudar a perceber se o candidato está procurando um emprego no contexto correto, em vez de uma reflexão sobre suas capacidades pessoais ou profissionais.

Veja também: Cinco redes sociais para arranjar emprego

Fonte: CIO

Parcerias profissionais aceleram evolução da carreira

ProfissionaisProfissionais que estabelecem relações de parceria com outros da mesma empresa e que possuem as mesmas aspirações quanto à carreira, tendem a atingir muito mais sucesso do que os demais que não usam essa tática.

Por meio de parcerias verdadeiras, é possível atingir metas que seriam impossíveis de se alcançar sozinho e transporta essa realidade para o ambiente corporativo. Nesse contexto, a solidão empresarial é tão maléfica à carreira como o cigarro e o sedentarismo são prejudiciais à saúde.

Quanto mais se colabora, mais sucesso se atinge. No entanto, é preciso esclarecer que as parcerias devem ser feitas entre as pessoas certas, as quais devem estar no mesmo nível de evolução profissional e compartilhar algumas características. Entre os atributos comuns a parceiros estão: forças complementares, missões comuns, confiança, senso de justiça, compreensão, capacidade de comunicação e altruísmo.

Não adianta um chefe firmar parceira com um funcionário operacional. Com o passar do tempo o gestor irá sentir-se ameaçado pelo funcionário, e este colaborador, apagado pelo líder.

O gestor também deve estimular relações de parceria dentro de suas equipes já que, funcionários que formam alianças dentro da companhia têm 29% mais de vontade de permanecer no emprego e 42% mais chances de obter sucesso profissional.

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