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Archive for dezembro \22\UTC 2009

Avalie sua empregabilidade

Não é de agora que o mercado exige cada vez mais do candidato e a competição é extrema. Como se não bastassem os motivos tradicionais de tanta competitividade, após a crise, os candidatos a seu primeiro emprego ou recolocação no mercado passaram a ter mais de 700 mil pessoas competindo pelas vagas que já estavam difíceis de conseguirem.

Entrar em desespero e atirar para todos os lados também não será a melhor alternativa. É preciso ter foco (como diria um amigo meu @samuel_rp: “Foco é força, distração destrói), preparo e uma boa estratégia profissional. Agora, mais do que nunca, você precisa conhecer muito bem a empresa, as oportunidades, o mercado e, principalmente, a si mesmo para saber explorar suas forças de forma a se sobressaírem sobre suas necessidades de melhoria. Para possuir uma boa empregabilidade, devemos analisar os seguintes aspectos:

O mercado em que você atua está em ascensão ou se encontra saturado? Quanto mais saturado o mercado estiver, maior será a rotatividade de profissionais e menor será o pacote de benefícios oferecido pelas empresas.

Exigências quanto à formação no seu ramo de atividade: as organizações que você deseja atuar exigem uma formação específica? Alguns anos atrás, tal requisição era rara; atualmente já é mais frequente, sendo um complemento para a experiência profissional.

Experiência profissional: você tem experiência no mercado? Quanto maior seus conhecimentos, maiores serão as oportunidades, pois o mercado entende que poderá proporcionar resultados em menor espaço de tempo.

Competências gerais e específicas: o mercado tem buscado profissionais especialistas e também generalistas que tenham um excelente relacionamento interpessoal, dominem várias áreas e consigam superar as adversidades sem grandes dificuldades.

Network (leia mais): quem são as pessoas que você se relaciona? Qual a posição delas no mercado? Quem você conhece que pode ter alguma influência positiva e alertá-lo de novas oportunidades? É importante ter um bom relacionamento profissional, pois as indicações não garantem vagas, mas abrem oportunidades mais rapidamente. Tenha sempre bons contatos. Leia também: 7 dicas para criar uma boa rede de relacionamentos.

Imagem: você tem o hábito de comprar produtos em embalagens amassadas, rasgadas ou apresentando qualquer tipo de dano aparente? Acredito que como a grande maioria da população, você prefira os produtos intactos e que apresentem uma aparência mais conquistadora. A imagem do profissional representa boa parte do que ele é e pode oferecer? Crie o hábito de zelar por sua aparência, utilizando roupas adequadas aos ambientes em que você estiver presente. Saiba utilizar o tom de voz corretamente, bem como seus gestos. A forma com a qual você se veste, fala e se comporta pode abrir ou fechar portas, mesmo que você tenha um excelente currículo. É interessante ler sobre marketing pessoal.

Automotivação: Você costuma ficar reclamando de suas dificuldades ou procura resolvê-las imediatamente? Aponta problemas ou apresenta soluções? Acredita em seu sucesso ou tem o hábito de justificar seu fracasso? Pessoas automotivadas superam os desafios com maior facilidade e aproveitam melhor as oportunidades.

Adaptabilidade: Você se adapta facilmente aos ambientes estressantes e com mudanças constantes? Profissionais diferenciados apresentam um índice de empregabilidade maior por serem mais flexíveis, demonstrando rapidez em suas adaptações às mudanças dos ambientes, independentemente da velocidade delas, mantendo ou até mesmo aumentando seus resultados.

Podemos perceber que para ampliar a empregabilidade não dependemos apenas de uma boa experiência profissional e titulação acadêmica, mas também de uma excelente análise estratégica do mercado que desejamos atuar. É preciso realizar uma análise de todas as situações que influenciam direta e indiretamente nossas vidas para que assim possamos direcionar nossos esforços e obter o sucesso profissional.

O trabalhador diferenciado se destaca já na fase de seu planejamento estratégico profissional, quando busca melhores oportunidades de mercado, realizando uma identificação e seleção criteriosa de todas as informações pessoais e de mercado, definindo seus objetivos e metas para que desta forma mantenha o foco no sucesso desejado. E então, como anda sua empregabilidade?

Fonte: RH.com.br

Saiba o que considerar ao escolher uma profissão

Escolher uma profissão quando se é muito jovem, lá por volta dos 18 anos por exemplo, não é uma tarefa muito fácil para a maioria dos adolescentes que estão no Ensino Médio. Afinal de contas, a decisão terá reflexos por toda a vida. Mas, neste momento, o que deve ser avaliado?

A decisão deve ser tomada baseada no que a pessoa gosta e em seus interesses pessoais. Você precisa investir naquilo que gosta, além de pensar nos seus interesses como morar na cidade, no campo, viajar pelo país ou pelo mundo. Tudo isso deve ser levado em conta.

Para algumas pessoas, a escolha da profissão é motivada pelas oportunidades de emprego e altos salários. Estes critérios não são os mais corretos e podem gerar frustrações.

Família

A família sempre influencia a escolha da carreira profissional, tanto de maneira positiva como negativa. Muitos jovens não têm noção do que querem, mas alguns sabem que não querem seguir a profissão dos pais ou o contrário. Isso é considerado uma influência.

A família também pode ajudar neste momento, revelando quais são as principais características da pessoa. Esta ajuda não precisa ser feita somente pelos familiares. Amigos e pessoas próximas também podem cooperar.

Dicas para facilitar a escolha

É importante que o jovem procure o máximo de informações sobre os cursos que pretende escolher. Busque também ter conhecimento das matérias que serão estudadas na faculdade e as áreas em que pode atuar.

Muitas universidades permitem que os vestibulandos e alunos do Ensino Médio conheçam seus estabelecimentos e até assistam a alguma aula.

Outra dica é conversar com algum profissional amigável que atua na área em que você está pensando em escolher. Procure uma pessoa que seja realizada profissionalmente e tire suas dúvidas. O aluno pode contar ainda com ajuda de um profissional que aplicará teste vocacional.

Saiba quando chega a hora de dizer adeus ao atual emprego e experimentar novos ares

No ambiente corporativo, é comum que algumas vezes a cultura da empresa e os valores dos funcionários acabem entrando em conflito. Porém, se a situação se estende por muito tempo, talvez seja o momento de prestar atenção e avaliar se não é hora de dizer adeus ao atual emprego.

Uma das situações que mais impulsionam as pessoas a mudarem de emprego é a falta de oportunidades. Porém, é preciso observar se o problema é da empresa ou do próprio funcionário. Às vezes, o profissional é acomodado, ou não deixa claro as suas expectativas.

Empresa

Por outro lado, existem alguns lugares que não possuem plano de carreira, ou são extremamente desorganizados.

Existem algumas empresas que acabam, por exemplo, contratando alguém de fora ou dando oportunidades para funcionários mais novos, sendo que dentro da companhia existem pessoas preparadas para tais funções, que estão há mais tempo na companhia e que já sinalizaram interesse em uma nova oportunidade. Situações como essas geram desconforto e acabam fazendo com que estes profissionais queiram mudar de emprego.

Atitudes

Para saber se o problema é do profissional ou da empresa, vão aí algumas dicas básicas:

* Primeiramente, preste atenção ao seu comportamento. Você se mostra interessado? Mostra resultados? Está atento às expectativas da empresa?

* O momento de avaliação de desempenho é uma boa oportunidade de checar se está atendendo às expectativas. Por isso, aproveite este espaço para perguntar sobre o seu trabalho, o seu desempenho e aproveite para se colocar disponível para novos desafios e oportunidades.

* Se ainda assim, após um tempo nada acontece. Observe a situação da empresa, os resultados, se ela tem plano de carreira, se é organizada.

* Caso haja a conclusão de que as oportunidades de evolução são mínimas, sendo que os cargos de chefia são praticamente perenes, talvez seja a hora de dizer adeus e navegar outros mares.

Fonte: Administradores.com.br

Conheça as tendências de CRM para 2010

Relacionamento com os clientes é um dos pontos mais importantes para empresas de TI.

O processo de fidelização de clientes ficou mais complicado com o passar dos anos por conta de sua percepção de mercado.

O consumidor agora tem mais ferramentas de pesquisa para identificar melhores preços e melhores condições oferecidas pela competição.

Campanhas de marketing que focam na individualidade dos clientes contribuem para sua fidelização, ao mesmo tempo em que geram margens maiores de retorno sobre o investimento.

Confira as tendências para 2010:

- Mantenha seus clientes atuais

Adquirir um cliente novo é 10 vezes mais caro do que retê-lo. Em tempos de orçamentos mais enxutos, o pessoal de marketing deve olhar para as estratégias de retenção.

Mesmo que em períodos de crise ou de retomada de crescimento, os clientes atuais representam grande potencial de receita, desde que se façam ofertas adequadas a eles.

- Conheça o cliente

Saber quem compra de você é fundamental. Mas conhecer o cliente é ir além do histórico de compras e de dados genéricos. Deve-se criar meios de interação com ele, seja pessoalmente, via e-mail, pelo Twitter ou por telefone.

Clientes que interagem por múltiplos canais gastam em média de 30 a 50 % a mais do que aqueles que se comunicam por um único meio. E conhecer os clientes implica pensar em maneiras de mudar seu comportamento, como, por exemplo, incentivá-los a usar os canais de comunicação mais baratos. Dessa forma, economizam dinheiro e o diálogo passa a ser mais frequente.

- Comunicação inteligente

Assim como a comunicação é a base do CRM, as interações inteligentes são a chave para a rentabilidade dos contatos. Hoje a tecnologia permite que os CRMs sejam dotados de funções analíticas, que reúnem em tempo real todas as informações colhidas ao longo do relacionamento do cliente com a empresa.

E ela deve estar equipada para fazer de cada nova interação do consumidor uma oportunidade para atender a suas expectativas, por meio da oferta mais precisa de produtos/serviços.

Fonte: INFO

7 dicas práticas para a sua carreira

O início de um novo ano é um bom momento para você repensar a sua carreira. Confira 7 reportagens publicadas por Computerworld em 2009 que trazem dicas práticas para você dar um upgrade na sua vida profissional, como orientações para preparar um currículo e como se relacionar com a tão falada geração Y.

Saiba onde estão os empregos em TI

Veja quais empresas estão contratando e quais são os profissionais mais procurados pelo mercado.

Crie um bom currículo

Saiba quais erros evitar e elabore um currículo capaz de gerar oportunidades e entrevistas.

7 dicas para se criar uma boa networking

Você é tímido e tem dificuldades de relacionamento? Timidez é uma característica normal, mas há truques simples para superá-la, principalmente em eventos profissionais.

Saiba quais são as certificações que garantem destaque no mercado

Não é qualquer certificado que faz a diferença. Confira a história de quem busca por certificações top de linha e conheça alguns certificados de alto nível.

Conheça os sites de emprego para quem busca vagas em TI

O mercado aquecido faz com que as empresas anunciem vagas de todas as formas possíveis. Procurar vagas nos sites certos pode ajudar a conquistar a sonhada vaga.

Carreira quente: analista de negócios em tecnologia

Você é um profissional que tem conhecimentos de negócios, mas entende muito bem de tecnologia e das necessidades dos diversos departamentos de uma empresa? Considere ingressar em uma das carreiras em alta no mercado.

Geração Y deve entender limites do ambiente corporativo

O membro da geração mais nova do mercado pode ter dificuldades para se inserir no ambiente profissional, mas a culpa nem sempre é deles. Confira como lidar com os jovens que ingressam no mercado de tecnologia.

http://dominioti.wordpress.com/2009/07/27/faca-seu-curriculo-brilhar/

Firefox 3.5 é o mais usado no mundo

Olhem só a “novidade”: quem levou a melhor no ano de 2009 foi mesmo a raposa. De acordo com informações do site StatCounter, o Firefox 3.5  ultrapassou o Internet Explorer 7 e atualmente é o browser com maior número de usuários no mundo.

Um dos motivos desse sucesso foi o recente lançamento do IE8 que favoreceu o browser da Mozilla, já que houve uma divisão dos usuários do Explorer entre as versões 7 e 8.

No Brasil, a quantidade de usuários do Firefox 3.5 e IE8 quase empatam, já nos Estados Unidos, o empate é entre a versão do Firefox e o IE7, enquanto o IE8 está ainda na frente.

Todas juntas, as versões de IE ainda superam as versões do Firefox , mas de acordo com o StatCounter, os navegadores da Microsoft tem caído, enquanto o Firefox mantém seu ritmo de crescimento.

Fonte: Olhar Digital

MIT diz que “home-office” funciona

Estudo realizado pelo departamento de desenvolvimento de programas de gestão do MIT (Massachusetts Institute of Technology) mostra que equipes trabalhando de forma remota tendem a ser mais produtivas do que as que atuam da maneira tradicional, desde que bem gerenciadas.

Além disso, o levantamento detalha que entre os principais benefícios gerados pelo modelo de trabalho remoto estão a redução de custos com a manutenção de infraestrutura, a otimização dos mecanismos de compartilhamento de conhecimento e a divisão mais efetiva de responsabilidades e metas.

Isso porque, em uma estrutura virtual, toda troca de informações deve ser devidamente documentada com mensagens claras, bem como o conhecimento precisa estar compartilhado de maneira formal e não apenas durante conversas.

Para obter a eficiência do modelo remoto, no entanto, os líderes devem estar preparados para coordenar pessoas sem manter contato direto com elas. O que tende a ser bastante desafiador para os gestores que estão acostumados ao contato pessoal com suas equipes.

A seguir, seguem algumas dicas que podem facilitar a gestão de equipes a distância:

1. Mantenha os membros da equipe em contato permanente uns com os outros

Criar o senso de união é fundamental, principalmente quando se trata da interação entre funcionários que não se encontram pessoalmente. Os colaboradores precisam contar com um espaço para a troca de informações, compartilhamento de ideias ou para tirar dúvidas, seja por meio da utilização de audioconferência, teleconferências ou até mesmo e-mails.

Além disso, independentemente do modelo de atuação, os membros do departamento devem ser apresentados pessoalmente.

2. Crie um ambiente colaborativo
Em uma organização hierarquicamente dividida é comum que haja competição entre funcionários, departamentos, unidades de negócio, entre outros. O resultado disso no ambiente de trabalho virtual tende a atrapalhar os colaboradores, que passam a não ser mais focados em suas metas e, sim, em superar o colega ao lado.

Nesse sentido, é papel do líder tentar diminuir as tensões das equipes por meio do esclarecimento da importância de todos os cargos e também de que todos só terão sucesso se trabalharem juntos, em busca do mesmo objetivo. E, para isso, é essencial que compartilhem conhecimento e ideias.

3. Esclareça metas e responsabilidades
Funcionários que atuam remotamente precisam ter muito claras quais são as responsabilidades de cada um e como seu desempenho afeta nos resultados gerais da companhia. Além disso, é recomendável que os líderes estabeleçam etapas para o cumprimento das metas, com o intuito de nortear as ações que devem ser tomadas em curto prazo.

4. Adapte estratégias de treinamento à gestão a distância
Mesmo que virtualmente, os líderes devem adotar práticas para treinar e motivar as equipes. Isso se dá por meio de feedbacks constantes, geração de oportunidades para que os colaboradores enfrentem sempre novos desafios e a concessão de bônus e reconhecimento público àqueles que tiverem melhor desempenho.

5. Comemore o sucesso
Assim como as equipes que dividem o mesmo ambiente físico saem para um “happy hour” quando terminam um projeto importante, os grupos que atuam remotamente precisam se encontrar para colaborar o sucesso das iniciativas. Isso é importante para que todos se sintam motivados a continuar trabalhando naquele time.

Gestores de tecnologia falham ao lidar com o uso de redes sociais nas empresas

Como os CIOs têm lidado com as redes sociais dentro das organizações? Na maior parte dos casos, os executivos optam por criar políticas que bloqueiem o acesso dos funcionários a esse tipo de ferramenta. Alguns alegam questões de segurança da informação, enquanto outros apontam que o objetivo é evitar a perda de produtividade.

O problema com esse tipo de abordagem está no fato de assumir que as redes sociais podem e devem ser bloqueadas com tecnologia. Mas o fato é que muitas pessoas já usam aplicações sociais na web durante o expediente de trabalho em seus próprios smartphones.

Um dos erros que os gestores de TI cometem é pensar nas redes sociais como qualquer outro tipo de comunicação digital. Mas ferramentas como o Twitter e o Facebook representam um novo formato de relacionamento interpessoal.

A única forma eficiente de lidar com as redes sociais nas empresas é a TI investir em políticas e treinamentos dos funcionários, com o intuito de mostrar como eles podem utilizar esses recursos de forma adequada, sem prejudicar a segurança da informação e burlar as regras corporativas.

Por exemplo: não é só porque a área de TI pode gravar qualquer conversa telefônica que ela precisa fazer isso. Assim, a educação dos usuários tende a ser muito mais efeciente do que a implementação de tecnologias voltadas a bloquear o acesso às redes sociais.

Os CIOs precisam ter em mente que, quando não permitem que os funcionários da organização acessem as redes sociais, eles podem afetar diretamente os seus negócios. Na próxima década, essas ferramentas vão ter o mesmo impacto na sociedade e nas organizações que a internet provocou nos anos 90. Ao criar barreiras para o uso dessas ferramentas, os gestores de TI podem perder espaço para os concorrentes.

Os riscos de permanecer na zona de conforto

Tudo vai bem, quando a tranquilidade torna-se uma constante. Não há surpresas desagradáveis, a rotina no trabalho não exige muito do colaborador. Contudo, apesar de acreditar que está em uma situação confortável, ele não imagina que a chamada zona de conforto em nada é benéfica à sua carreira e pode comprometer seriamente o desenvolvimento profissional.

Nada há de errado em querer sentir-se seguro e confortável, mas o meio organizacional exige cada vez mais que as pessoas trabalhem novas competências, sejam técnicas ou comportamentais. Afinal, a competitividade é uma realidade e quem não acompanha as tendências do mercado corre o risco de perder espaço para a concorrência. Abaixo, algumas alternativas e motivos para que os trabalhadores fiquem bem longe da zona de conforto e digam “NÃO” à acomodação.

1- Em um mercado em que as informações circulam em uma velocidade cada vez mais acentuada, é preciso estar “conectado” às novidades que surgem na sua área de atuação e aos assuntos que estão relacionados ao negócio.

2- A zona de conforto tem um aliado “invisível”: a falta de comunicação interna. Quem não sabe o que ocorre na organização em que atua pode deixar, por exemplo, de participar de algum treinamento ou reciclagem. Por isso, procure manter-se bem informado com as iniciativas promovidas pela área de Treinamento & Desenvolvimento. É fundamental obter informações em fontes seguras, não esqueça esse detalhe.

3- Com os constantes processos de mudança, os profissionais deparam-se com inovações e essas, por sua vez, pedem adaptações. Quem insiste em se manter na zona de conforto, certamente sentirá um impacto maior ao ter que lidar com o novo, o inesperado. Isso, muitas vezes, leva o profissional a se desligar da organização.

4- A zona de conforto é um caminho perigoso, pois com o passar do tempo o profissional assimila a rotina de tal forma, que não encontra motivação para exercer suas atividades. Muitos deixam de valorizar até o próprio potencial.

5- Quem senta na cadeira e espera as coisas acontecerem, geralmente observa que outros profissionais estão em escala de ascensão na carreira. Isso pode provocar inveja, sentimentos de rejeição em relação à liderança e à organização. Esses sentimentos não agregam valor algum nem ao profissional, nem à empresa.

6- Quando o funcionário cai na armadilha da falta de motivação – em decorrência de se estagnar na zona de conforto – o estresse pode aparecer e junto com ele sintomas que afetam tanto o lado emocional quanto o orgânico. Baixa autoestima, enxaquecas, alteração na pressão arterial, problemas gástricos são comuns nessa fase.

7- Para quem não deseja cair nas armadilhas e nas consequências que a zona de conforto pode proporcionar, uma alternativa é abrir espaço para a oxigenação, a troca de experiência e de informações com outros profissionais que podem estar ao seu lado. Lembre-se que você sempre pode ensinar e também aprender com seus pares e que a bagagem de conhecimento é um patrimônio seu.

8- Muitos colaboradores chegam ao período da aposentadoria e sentem que algo a mais poderia ter sido feito? Que a vida “passou” e nada fez de valor. Isso pode ocorrer porque a pessoa não desenvolveu seu potencial. Não é “do nada” que os casos de depressão acontecem quando o profissional ingressa nessa nova etapa da vida – período em que deveria aproveitar para realizar uma atividade empreendedora, dedicar mais tempo a quem ama e engajar-se em atividades que lhe dão prazer. Você quer fazer parte do grupo: o tempo passou e não fiz nada com minha vida? Acredito que não!

9- As pessoas que optam por ficar longe da zona de conforto vão em busca do desenvolvimento de novas competências. Elas não esperam apenas que empresas ofereçam ferramentas. Elas criam oportunidades e aumentam as chances de empregabilidade.

10- Se você reconhece que está na zona de conforto, esse é o primeiro passo para sair dela. Um bom começo é ter uma conversa com seu gestor e trocar ideias com ele. Mostre seu interesse em querer evoluir. Pergunte que ferramentas a empresa oferece para seu desenvolvimento profissional. Esse bate-papo pode gerar surpresas agradáveis e bons frutos para seu futuro.

Fonte: RH.com.br

As falhas de TI repercutem negativamente no crescimento e na inovação

Estudo realizado em escala mundial pela BT Global Services revelou que as falhas nos sistemas de TI têm alto custo para as companhias multinacionais. Além disso, o estudo identifica os desafios que enfrentam os CIOS no novo ambiente de cloud computing.

A pesquisa, que foi realizada pela Datamonitor em 13 países, demonstra claramente que os cortes nos orçamentos de tecnologia repercutem de maneira negativa no negócio. Vinte e cinco por cento dos altos executivos afirmam que os cortes de orçamento para a tecnologia têm prejudicado gravemente a inovação e as margens operacionais.

Outros 23% afirmam que a limitação do orçamento para soluções de TI tem impedido a conquista de novos clientes. E mais de um quarto dos entrevistados, 27%, afirma que a impossibilidade de achar a informação precisa quando necessário repercutiu negativamente sobre os negócios durante a recessão.

Entretanto, nove em cada 10 entrevistados acreditam que a gestão da informação é de vital importância para o êxito empresarial futuro, a quinta parte (19%) tem perdido negócios em consequência da impossibilidade de encontrar a informação necessária dentro do prazo. Essa cifra sobe até 33% entre os CIOs que estão conscientes desse perigo.

A Datamonitor realizou o estudo entre 2.400 usuários de soluções de TI e 270 CIOs e altos executivos. O estudo, cujo título é “Enterprise Intelligence: the Challenge for the CIO in 2010”, revela que 61% dos CIOs e 63% dos altos executivos afirmam que soluções antiquadas de TI impedem a capacidade de “pensar globalmente” como empresa. Um percentual similar (57% dos CIOs e 60% dos altos executivos) culpa a existência de softwares inadequados pelo mesmo problema.

Este estudo nos dá uma boa idéia da situação atual dos CIOs e de executivos em todo o mundo. Espera-se que sirva de ponto de partida para ações relativas ao papel determinante da TI no desenvolvimento empresarial. O estudo também indica que no clima atual os CIOs estão diante de decisões importantes a tomar, quando as condições econômicas melhorarem. Eles adotarão uma atitude de ‘mais do mesmo’, ou verão que o futuro apresenta um aspecto muito diferente que exige diferentes processos? Espera-se que seja a última alternativa a se impor.

O estudo também encontra indícios de que as empresas correm risco se não forem capazes de filtrar a informação adequada no tráfego crescente de dados sobre suas redes e servidores. Mais de um quarto dos executivos (26%) recebe mais dados operacionais do que necessita, enquanto outro terço afirma não dispor de informação suficiente sobre as pesquisas de mercado.

Se os serviços de cloud computing derem em 2010 o grande passo à frente, conforme previsto pelos analistas, os CIOs necessitarão de mais informação. Por exemplo, mais da metade dos CIOs (53%) não vê como a cloud computing pode ajudar a economizar, sendo que o modelo de cloud computing foi precisamente projetado para reduzir ou até eliminar grandes despesas de capital.

O estudo demonstra que a percepção geral sobre os serviços de cloud computing dirigidos a consumidores, não se estende aos serviços voltados para as necessidades das grandes empresas e organizações.

Os serviços de cloud computing ainda se encontram em sua primeira fase de desenvolvimento, especialmente os serviços destinados a empresas, por essa razão é natural que neste momento nem todos os CIOs enxerguem os benefícios e possibilidades que oferecem. Em um mundo sobrecarregado de informação, o papel do CIO moderno vai sofrer mudanças. O CIO será o encarregado de criar condições para que os empregados possam obter o máximo de rendimento do fluxo de informações.

Fonte: Administradores.com.br

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