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Post Especial: 31 de janeiro, aniversário da Dona Eva (minha MÃE)
Eva de Fátima Oliveira, mais conhecida como Dona Eva, e por mim sempre conhecida como MÃE… nascida em 31 de janeiro de 1956, completa hoje seus 54 anos.
Mãe, amiga, companheira, ouvinte, braço forte e ombro amigo, nunca ergueu a mão, mas quantos puxões de orelha. Sempre com palavras delicadas e acolhedoras, acalentava nossas angustias e nos estimulava a dar a volta por cima, ser alguém!
Sempre teve grandes planos para os filhos, o principal era “ser o que quiserem ser”.
Um exemplo de coragem, dedicação, amor, doação, minha mãe é meu espelho, meu elo mais forte e meu ponto mais fraco. Até hoje me pergunto como ela sorri em momentos desafiadores e difíceis? É impressionante essa capacidade que ela tem de não se deixar abater, e pensar positivo que as coisas amanhã ou depois estarão melhores.
Minha mãe sempre batalhou muito, como milhares de mães que lutam para educar seus filhos com os recursos escassos. Seu maior desafio e principal objetivo era promover a paz na família. Deixou de comer para alimentar-nos, deixou de vestir-se para nos vestir e comprar os materiais de escola. Nunca nos deixou faltar nada e mesmo que se privasse das coisas por isso, nunca reclamou, tampouco nos cobrou por essa dívida.
Formou-me bacharel, músico, jovem responsável, chefe de família, profissional ético e homem de princípios e, mesmo eu não aceitando, ela considera isso o seu maior presente, todos os dias, por toda a vida.
Tenho orgulho da minha personalidade forte, traços físicos, jeito de andar, pensar, falar e agir, pois todos são origem dessa mulher guerreira e amada.
São poucas palavras que encontro em meio a emoção de escrever sobre essa pessoa, que pelo menos para mim, é a mulher mais linda, maravilhosa e que tenho a única certeza absoluta, que amarei por todos os dias da minha vida.
Só sinto com tristeza a dor no coração de estar longe e não poder abraçá-la e dizer mais uma vez “MÃE, EU TE AMO” e não dar os parabéns pessoalmente. Me acalma por ela saber disso, e eu a lembrar todos os dias desse fato. Ao
menos duas vezes por dia, todos os dias, desde que me mudei de casa, ligo pra avisar que eu a amo e ouvir o “fica com deus, a mãe te ama” que só ela sabe dizer.
Mãe é um ser único, indescritível, insubstituível e com valor inestimável. Por isso dou valor a minha, e nesse dia tão especial me ponho em prantos por lembrar do seu semblante materno, sua voz doce, seu jeito único e seu abraço forte me dizendo “te amo, meu filhote”.
Parabéns dona Eva, por mais essa alegria que me deu de estar junto a mim por mais este ano. Que esteja comigo até seus 200 anos ou mais. TE AMO MÃE!
Nível de idioma no currículo pode ser diferencial
Geralmente, no quesito “Idiomas”, o que se vê nos currículos é apenas o nível de domínio que o candidato tem sobre a língua: básico, intermediário, avançado ou fluente.
Contudo, desmembrar esse conhecimento e dividi-lo em compreensão, leitura, oral e escrita pode significar um passo na frente dos concorrentes.
Quanto mais detalhes o candidato der sobre o grau de conhecimento do idioma, mais o recrutador terá informações sobre esse profissional.
A pessoa pode colocar, por exemplo: nível básico – apenas compreensão de frases mais conhecidas. Ou seja, ela escreve algo que explica mais ou menos o que ela quer dizer com ‘básico’. Nesse sentido, ela sai da subjetividade.
Detalhes - Na Curriculum.com.br, por exemplo, o sistema de preenchimento do currículo divide o idioma em oito níveis de compreensão que vão do excelente ao nada.
No nível excelente, por exemplo, o candidato se diz capaz de entender tudo perfeitamente, incluindo gírias e detalhes culturais, como nativo. No nível razoável, capaz de entender um discurso, exceto algumas palavras e frases mais complexas ou técnicas. Foi feito assim para que o recrutador saiba exatamente o quanto do idioma o profissional domina.
Não é comum encontrar a descrição do idioma dividida entre oral, escrita e leitura.
Dependendo da posição que ele ocupará, pode ser que a empresa exija a fluência, ou melhor, o conhecimento oral, escrito ou o idioma técnico. O profissional que tem a escrita e a leitura em nível avançado e a fala intermediária, por exemplo, deve se empenhar para aprimorar a sua deficiência.
Diplomas – Mencionar os nomes dos certificados de proficiência da língua e intercâmbios culturais também ajuda a destacar a seção “Idiomas”.
De qualquer modo, é preciso ser honesto quanto ao domínio da língua estrangeira. Em algum momento do processo seletivo, ele será testado e, caso a avaliação seja contrária às informações fornecidas, as portas podem ser fechadas.
DICA: Para aprimorar essa informação e testar seus conhecimentos, no site da escola de idiomas CCAA possui um teste de nivelamento, que com perguntas no idioma escolhido, avalia o seu grau de compreensão de acordo com suas respostas e lhe apresenta o nível de conhecimento em outras línguas. Faça o teste!
Informações de IG Empregos
Google anuncia o fim do suporte ao IE6
Ontem (29/01/2010), em comunicado oficial, o Google afirmou que a partir do primeiro dia de março, os produtos Google não funcionarão mais no Internet Explorer 6. Em outras fontes, a data informada é 10/03. O comunicado veio duas semanas depois que uma falha no IE6 levou a ataques contra o Google e outras empresas americanas. Segundo dados da StatCounter, apesar do número de usuários do browser ter diminuído desde o lançamento do IE8, 13,5% dos usuários de internet ainda utilizam IE6.
Os primeiros serviços a serem afetados serão o Google Docs e Google Sites.
O Google aconselha seus usuários a atualizarem suas versões de navegadores a uma das opções mais recentes: Microsoft Internet Explorer 7.0, Mozilla Firefox 3.0, Google Chrome 4.0 e Safari 3.0.
“A web evoluiu nos últimos dez anos”, começa o texto. “De simples páginas de texto a aplicativos interativos que incluem vídeos e voz. Infelizmente, browsers muito antigos não podem rodar muitas dessas novas funcionalidades adequadamente”.
A empresa afirma também que estará descontinuando o uso de browsers que não tenham suporte de seus fabricantes.
Os usuários que insistirem em utilizar o navegador inseguro receberão uma mensagem de alerta avisando que funcionalidades básicas dos serviços não são mais compatíveis com o navegador.
No blog oficial do Google, Rajen Sheth, gerente de aplicativos sênior do Google, sugeriu que os usuários façam o upgrade do IE6 para o IE8 ou mudem para qualquer navegador mais moderno (e seguro), no caso, o Firefox, o Opera ou o Chrome.
Informações de Google Enterprise Blog
Mozilla lança versão do Firefox 1.0 mobile
A Mozilla lançou ontem a sua primeira versão do browser Firefox para “telemóveis“.
O navegador pode ser completamente integrado com o seu PC através da ferramenta Weave Sync.
Com ela, você pode navegar no desktop e, quando mudar para o smartphone, encontrará todos os seus acessos: as abas, histórico, favoritos e até mesmo as senhas.
Dessa forma, a Mozilla pretende facilitar a vida do usuário de internet em celulares: com as principais informações armazenadas, diminuindo a necessidade de se ficar digitando nos pequenos teclados dos smartphones.
O projeto está sendo lançado em parceria com o Nokia900, e o Flash ainda é experimental, mas pode ser ativado nas configurações.
Nota: li em alguns sites, comentários e perguntas sobre o Fennec. Até eu mesmo me perguntei se a Mozilla iria manter os dois navegadores móveis no mercado ou iria substituir a “pequena raposa” pelo Firefox Mobile 1.0. Mas um pequeno trecho das FAQs sobre Mobile no site da Mozilla esclarece bem a dúvida. Segundo o site, “Fennec é o codinome do projeto móvel da Mozilla, entretanto, o nome oficial do produto é o Firefox”.
Dúvidas sanadas, agora temos mais uma opção confiável de navegação na internet em casa, no trabalho, no trânsito… use e seja Firefox!
Só firewall não resolve!
Com as boas perspectivas da economia para 2010 e o conseqüente aumento no tráfego de informações nas corporações, um grande número de gestores deve estar pensando “vamos aprimorar nosso Firewall e certificar se nosso antivírus está atualizado”, imaginando que com isso suas empresas estarão seguras. E eles estão… ERRADOS!
Infelizmente algumas empresas investem grandes somas em tecnologias que garantem a proteção física e lógica dos sistemas e equipamentos, mas não investem na segurança de seus funcionários, principalmente em conscientização e treinamento. Em Segurança da Informação o elo mais fraco é o ser humano. Há necessidade de planejar a segurança da empresa de forma integrada, tecnologia e procedimentos. Kevin Mitnik, talvez o hacker mais famoso do mundo, afirma em seu livro, A arte de enganar (uma obra que explana sobre a Engenharia Social) “Com freqüência, a segurança é apenas uma ilusão, que às vezes fica pior ainda quando entram em jogo a credulidade, a inocência ou a ignorância”.
O CERT.br (Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Segurança da Informação no Brasil) divulgou o balanço de 2009 com um total de 358.343 incidentes reportados de janeiro a dezembro, com um aumento de 61,03% comparado a igual período em 2008. Outra informação preocupante é que, desses incidentes, 69,87% foram fraudes. Das tentativas de fraudes reportadas tivemos:
- 88,25% Direitos Autorais
- 8,79% Cavalos de Troia
- 2,50% Páginas Falsas
- 0,46% outras
Para evitar prejuízos às empresas devido a problemas de Segurança da Informação, seja de pequeno, médio ou grande porte, está cada vez mais claro que o cuidado com a conscientização dos colaboradores, a instituição e a divulgação de política de segurança, alinhadas com os objetivos do negócio, podem ser as melhores ações dos gestores de TI.
Essa tarefa nem sempre é fácil, ou clara, para esses gestores, que normalmente são responsáveis por muitas tarefas, como ajuda a usuários, atualização de sistemas, manutenção de hardware etc. Como agir, então? O mais indicado é trabalhar com as melhores práticas, por exemplo, utilizar a ISO NBR 27002 Tecnologia da Informação Técnicas de segurança Código de prática para a gestão da segurança da informação.
Esta norma possui 133 controles que vão desde Política de Segurança da Informação até Conformidade, passando por Segurança em Recursos Humanos. A utilização de um roteiro pode facilitar este trabalho que deverá ser feito de forma integrada e planejada, dando gradativamente à empresa um nível de segurança adequado as suas necessidades empresariais. O mais importante é elevar essa segurança de forma gradativa e constante, para que a maturidade dos controles e dos usuários se eleve com equilíbrio. Não se consegue mudar a cultura de uma empresa imediatamente, mudanças rápidas podem ser ilusórias e criar a falsa sensação de segurança, uma das maiores armadilhas nesta área. Acredita-se que está seguro o que na realidade não ocorre, podendo acontecer uma grande surpresa com um incidente de segurança e prejuízos muitas vezes enormes.
Não devemos esquecer que, em Segurança da Informação, é necessário aliar a tecnologia aos processos.
Fonte: iMasters
Quanto vale a informação?
Esta é uma das perguntas que mais temos dificuldade para as organizações responderem.
O Ponemon Institute em seu estudo anual avalia que em 2009 o valor por registro perdido ou roubado é de US$ 204. Em 2008 era de US$ 202, porém há cinco anos era de US$ 66. O levantamento foi baseado em informações de 45 empresas que reconheceram publicamente a violação de dados confidenciais de clientes ao longo de 2009. Foram levados em consideração com o custo de negócios perdidos por causa do incidente, honorários de advogados e despesas com treinamento e tecnologia para solucionar o problema.
O presidente e fundador do Ponemon Institute, Larry Ponemon, esclarece os três fatores principais que levam à violação de dados. “Neglicência, com pessoas cometendo erros como laptops perdidos e senhas fracas, responde por 40% dos casos de violação de dados. O segundo fator, com 36%, são falhas de sistema. A terceira forma são os ataques mal intencionados e criminosos, com 24%”.
Se considerarmos um pequeno arquivo de mil registros, teremos um possível impacto financeiro de US$ 204 mil.
Evidentemente que temos que considerar que a pesquisa foi realizado em empresas estadunidenses. Mas, mais importante do que o valor de US$ 204 por registro é o crescimento deste valor nos últimos cinco anos.
A avaliação do custo da informação é uma questão que precisa ser definida pela organização. Evidentemente que os gestores das organizações não estão acostumados com esta preocupação. Esta é uma situação normal. O gestor da segurança (interno ou consultor) é quem deve criar condições para que a organização através do gestor da informação identifique esse valor. Quando desenvolvemos planos para enfrentar situações de contingência a identificação do valor da informação é obrigatória.
Para uma ação desse tipo é fundamental que os executivos da organização realmente desejem ter um processo de segurança da informação que exigirá recurso financeiro, recursos de tecnologia e o mais importante de todos: o recurso tempo. Sim, tempo! Tempo porque precisaremos de tempo dos gestores de negócio e dos executivos da organização.
Informação tem valor! É um fato. Mas, qual o valor da informação na sua organização? Comente.
Redes Sociais, por Bernt Entschev
Bernt Entschev é headhunter, colunista da Gazeta do Povo, Bom Dia Paraná, CBN, O Correio do Povo e La Nacion (um dos principais jornais da Argentina).
Nesta entrevista ao Bom dia Paraná, em agosto de 2009, Bernt expõe os benefícios e cuidados ao se utilizar redes sociais no ambiente de trabalho. Confira:
Analisando o exposto, o que pesa mais no uso de redes sociais nas organizações? O benefício do acesso à informação, aplicada ao conhecimento e colaboração corporativa ou a perda de produtividade e exposição individual e/ou organizacional? A segurança pode ser comprometida com a liberação dessas mídias sociais ou a educação e conscientização do usuário pode tornar esse aspecto irrelevante? Comente, deixando a sua opinião sobre o assunto.
Mudanças no YouTube podem prejudicar Firefox
O YouTube anunciou um player experimental em HTML 5 que usa o codec H.264 ao invés do formato baseado no Adobe Flash. O novo sistema funcina com o Chrome e o Safari, mas não com o Firefox. É um problema crítico para a Mozilla, que pode perder mercado, uma vez que boa parte do tráfego da internet vem do YouTube.
O codec não é um formato livre de royalties. E licenciar as patentes “violaria os princípios do software livre”, no qual a Mozilla se baseia.
Em um post em seu blog, o vice-presidente de engenharia da Mozilla, Mike Shaver (@shaver), diz que a decisão envolve também questões financeiras: para licenciar as patentes do H.264, seriam necessários US$ 5 milhões anuais.
O blogueiro da versão online do jornal inglês Guardian, Jack Schofield, observa em um post que a web já teve que lidar com patentes antes. Os principais exemplos são os formatos GIF e MP3, que tornaram-se ubíquos.
Depois que o GIF se tornou popular, a Unisys começou a pedir valores entre US$ 5 mil a US$ 7,5 mil para donos de sites pudessem usar GIF nos seus sites.
Internautas que apoiam software livre e código aberto dizem que o YouTube poderia simplesmente usar o codec Ogg/Theora codec, que oferece qualidade comparável ao H.264. Há um abaixo-assinado online para que isso aconteça no Petition Online.
Christopher Blizzard, evangelista da Mozilla, não acredita que o H.264 será a escolha final do Google, dona do YouTube. “Eles acabaram de comprar a On2, que tem tecnologias teoricamente melhores do que o H.264. Se o Google possui estas tecnologias, estão propensos a utilizá-las”.
Os vídeos na web nunca foram abertos na verdade, a exemplo dos codecs em formato RM da Real Networks, o QuickTime, da Apple, o Windows Media Video, da Microsfot, o DivC e Xvid e o Adobe Flash. Schofield acredita que nunca haverá um padrão aberto porque os donos de conteúdo incluem restrições em relação aos direitos autorais.
E você, acha mesmo que o Google correrá o risco de não dar suporte ao segundo (por enquanto) browser mais usado no mundo e perder milhões de acessos? Ou acha que a Mozilla dará um jeito de desenvolver um codec compatível, que faça com que esse formato proprietário, se adotado pelo Google como padrão final, rode sem problemas no Firefox? Comente!
Fonte: INFO
Telecentros vão oferecer 73 cursos online de capacitação profissional
Os mais de 5.564 telecentros distribuídos nas cidades brasileiras vão oferecer 73 cursos de capacitação de ofício, via internet, informou o Ministério das Comunicações nesta quarta-feira (27/1).
O pregão para escolher o fornecedor do sistema de ensino a distância (EaD) será realizado em 8 de fevereiro, mas o Minicom não especificou a data de início dos cursos. A expectativa do governo é formar 500 mil pessoas até julho deste ano.
Os cursos estão divididos em oito áreas: Primeiro emprego, Empreendedorismo, Informática, Tecnologia da Informação, Inclusão Social e Digital, Radiofusão, Software Livre e Agricultura e Pecuária.
Para participar, o cidadão receberá um cartão vale-curso com um código impresso para poder se matricular no curso que escolher, por meio do portal do Ministériop das Comunicações. Os interessados serão cadastrados pelo conselho gestor de cada telecentro.
Além dos cursos, cada pessoa capacidatada terá seus dados cadastrais inseridos em ferramentas de gestão de currículos. No portal, cada usuário que fez o curso poderá conferir as oportunidades de emprego no mercado.
O aluno terá acesso ao conteúdo de áudio, ilustrações, animações e exercícios interativos durante 24 horas por dia e sete dias por semana. O portal permitirá fazer a avaliação de cada aluno ao final do curso. Todos os aluno receberão, ao final do período de aprendizado, um certificado expedido pelo próprio Ministério das Comunicações e pela instituição de ensino.
Fonte: IDG Now!



