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Archive for 07/01/2010

Qual a melhor pós-graduação para sua carreira?

Se a graduação é um caminho único, da pós-graduação não se pode falar o mesmo. Após o diploma universitário, o estudante tem diversas opções de cursos como as pós-graduações lato sensu, stricto sensu, Master in Business Administration (MBA), além de cursos de extensão.

Mas com tantas opções, como saber qual é a mais certa para sua carreira?

O que agrega valor ao currículo depende do objetivo que se tem. Para quem não estudou Administração, o MBA dá uma visão sobre gestão e ajuda a progredir na carreira.

Ou ainda, se uma pessoa assumiu um cargo executivo, e não tem experiência, ela pode fazer um curso sobre gestão de pessoas de 60 horas para tentar entender os elementos com que terá de lidar.

Veja abaixo a definição de cada curso oferecido e entenda melhor as suas características:

Pós-graduação lato sensu - Compreende programas de especialização. Os cursos podem ser oferecidos por instituições credenciadas de Ensino Superior e também por outras entidades, como institutos de pesquisa científica, por exemplo, que tenham credenciamento especial para a oferta de pós lato sensu.

As instituições credenciadas ou especialmente credenciadas não precisam de autorização prévia para oferecer um curso de especialização lato sensu. Ao final do curso, o aluno obterá certificado e não diploma.

Esses cursos são destinados a quem gostaria de avançar na formação, mas para usar os conhecimentos na vida prática.

No stricto sensu, por exemplo, a pessoa precisa publicar diversos artigos para poder dar continuidade ao curso. O lato sensu tem um enfoque mais prático.

MBA O Master in Business Administration (MBA), assim como a pós lato sensu, é um curso de especialização, que pode ser oferecido por instituições credenciadas de Ensino Superior ou institutos de pesquisa científica.

MBA, no conceito americano, significa um mestrado em gestão de negócios. No Brasil, são cursos de especialização. Conotam um currículo semelhante ao do mestrado, mas a titulação que o aluno recebe ao final do curso não é de mestre, mas de especialista.

É aconselhado para quem deseja desenvolver habilidades práticas e específicas para a vida corporativa.

Cursos de extensão são cursos de curta duração que enfocam assuntos específicos. Por exemplo, curso de gestão de pessoas de 72 horas. Ao final, o estudante recebe um certificado.

Pós-graduação stricto sensu - Compreende os programas de mestrado e doutorado. Eles estão sujeitos às exigências de autorização (e também de reconhecimento e de renovação de reconhecimento do curso) previstas na legislação. Ao final do curso, o aluno recebe diploma.

A pós-graduação stricto sensu destina-se a quem quer pesquisar a fundo o assunto. Na maioria dos casos faz doutorado quem pretende seguir a carreira acadêmica ou de pesquisador. Mas isso não significa que o doutor não possa trabalhar no mercado.

Pós-graduação no exterior - Os diplomas de mestrado e de doutorado expedidos por universidades estrangeiras podem ser reconhecidos no Brasil. O reconhecimento do diploma deve ser feito por alguma universidade brasileira que possua cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados, na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior. Cabe ao aluno entrar em contato com a reitoria da instituição, que fará a análise de reconhecimento.

MBA no exterior - No caso de pós lato sensu em universidades estrangeiras (incluindo MBA), a revalidação do certificado no Brasil não é possível. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional não disciplinou a revalidação dos certificados e também não há normatização do Conselho Nacional de Educação (CNE) a respeito do tema.

O investimento para um curso internacional é muito alto. Se a pessoa pode pagar, certamente vale o investimento. Mas no Brasil também há cursos muito bons e mais em conta.

Para que o aproveitamento do MBA internacional seja maior, o estudante deve ter pelo menos alguma experiência de gestão. Um dos destaques do MBA é justamente a troca que se faz com os outros executivos. Ter algum preparo é essencial para aproveitar melhor o curso.

Fonte: IG Empregos

O profissional de TI é explorado pelo mercado de trabalho?

Se você é profissional da área, com certeza sua resposta será SIM! As pesquisas dizem que sobram vagas, e o que faltam são profissionais capacitados. Vocês podem acompanhar no vídeo abaixo a opinião do Professor Paulo Foina, coordenador do curso de Ciência da Computação da UniCEUB de Brasília. A opinião do professor avalia os dois lados da moeda, onde expõe que sobram vagas, mas que a exigência das empresas, por contraponto, muitas vezes são absurdas. Ele dá o exemplo de um edital, no qual a empresa abriu vaga para desenvolvedor Java, no qual o candidato deveria possuir certificações PMI, PMP, ITIL… entre outras totalmente descabíveis, que nem competem à função, mas sabe-se lá por qual motivo são exigidas, dificultando logicamente, o encontro de um profissional com todas essas capacitações e que aceitem trabalhar por salários nem sempre “motivadores” ou à altura de tantos títulos.

É explícito que a área de TI das empresas são exploradas e pressionadas ao máximo. Afinal, todo o funcionamento da organização depende de nós, profissionais de tecnologia. Mas a colaboração dos outros departamentos, a valorização e o reconhecimento por parte dos gestores e da diretoria, tornaria a nossa função muito mais amena.

A TI se esforça ao máximo para alinhar a tecnologia aos negócios, cumprir prazos, maximizar os lucros da empresa, otimizar recursos, pesquisar, propor e aplicar novas soluções, e o que ganhamos?! Muitas vezes nem o agradecimento, muito menos o reconhecimento dos outros departamentos. Diria até que somos transparentes, não somos ao menos notados e por mais que nos esforçamos, sempre seremos cobrados para fazer mais, nunca veremos satisfação dos demais e ainda ouviremos a frase “você ganha bem, para fazer o que faz”. O que é ganhar bem pra você?

Em resumo, se você faz bem, não fez mais que a obrigação. Se errou, você é severamente punido e taxado de incompetente. Só faltam te bater porque comentou uma linha do algoritmo que não devia, por isso o programa não grava a “tabela do código de tributação fiscal da arruela dreno 14 mm” e por isso não emite a nota fiscal eletrônica e o faturamento da sua empresa está parado. Afinal, você não é o cara do sistema?! Precisa saber de cor e salteado todas as 18.321 linhas de código do módulo fiscal do ERP!

Enquanto as organizações não amadurecerem, caírem em sí e ver que: TI não é despesa, mas sim investimento, não teremos sossego e a cobrança só tende a aumentar. Queria ver se um dia o departamento de TI resolvesse fazer greve! Um pouco disso é culpa nossa… devíamos parar com o “Sim, senhor!”. Podíamos propor um “tour” aos usuários, pelo fascinante mundo dos compiladores e racks de switches e roteadores, das fitas DAT de backup, que são militarmente organizadas para garantir a segurança dos dados, que tão facilmente o usuário, quando exclui “acidentalmente” um arquivo importante, solicita gentilmente ao analista, que retorne a cópia do dia passado. Não enxergam que por trás disso há todo um planejamento, onde tentamos prever todas as “cagadas” que um usuário idiota desavisado pode cometer.

É por essas e outras que deixo a pergunta, e a opinião de vocês é muito importante: O profissional de TI é explorado pelas empresas e pelo mercado de trabalho!? Assista o vídeo e deixe um comentário.

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