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Líderes devem controlar as emoções no ambiente corporativo

Dentro do ambiente de trabalho, as pessoas aprendem que as emoções precisam ser deixadas de lado. No entanto, isso pode não ser verdade. Quando os gestores de equipe entendem suas próprias emoções e como elas influenciam o comportamento de outras pessoas, conseguem obter melhores resultados em negociações com fornecedores, com outras áreas de negócio e com sua própria equipe.

Isso porque, cada emoção desperta um tipo de reação na pessoa que a sente e a ação provocada pode ser benéfica ou prejudicial à evolução dos processos. Assim, é importante que os líderes corporativos conheçam os principais sentimentos que os assolam no ambiente de trabalho para poderem, então, saber como utilizá-los de maneira positiva.

As principais emoções que os líderes devem conhecer e saber dominar estão ligadas aos sentimentos de vaidade, autonomia, crenças, status e importância dentro da companhia.

A vaidade, por exemplo, pode levar os gestores a atitudes positivas, na medida em que buscarão os melhores resultados para mostrar aos outros, e negativas, já que quando uma pessoa vaidosa se sente desprestigiada acaba não conseguindo realizar um bom trabalho. Nesse sentido, o autoconhecimento ajuda a lidar com as emoções.

A sensação de autonomia, também é crítica para o desempenho dos gestores, uma vez que representa a frustração das pessoas ao receber ordens de alguém. Além disso, as crenças – seja em instituições religiosas ou políticas – influenciam na maneira como o indivíduo age e reage em situações desgastantes. Para obter sucesso em uma negociação, é preciso deixar essas questões ou utilizá-las ‘contra’ o adversário daquele momento, mas nunca se deixando prejudicar por crenças pessoais.

Finalmente, a necessidade humana de status e de sentir-se importante pelo papel que desempenha em determinado círculo de pessoas gera a competição excessiva e, muitas vezes, leva ao fracasso de projetos. Por isso, todos devem ter em mente que as pessoas envolvidas em uma discussão nunca são mais importantes do que a negociação em si.

Quando controladas e conhecidas pelo indivíduo, as emoções podem ser eficientes molas propulsoras da motivação e paixão no trabalho.

Fonte: CIO

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