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Archive for the ‘carreira’ Category

Google abre inscrições para 24 vagas no programa de estágio

O Google abriu inscrições para 24 vagas no programa de estágio para estudantes universitários.

Os candidatos devem se formar em dezembro de 2011 e ter inglês fluente. As oportunidades são exclusivas para São Paulo. O programa tem quatro meses de duração, com possibilidade de contratação após este período.

Além da bolsa-auxílio, o estagiário terá benefícios como refeições no local, transporte, cozinha aberta o dia todo e sala de lazer com sinuca e videogame.

As chances disponíveis são nas áreas de vendas, marketing, estratégia e planejamento, desenvolvimento de novos negócios para vendas, finanças e recursos humanos.

As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de junho através do site ciadetalentos.com.br/google. Os candidatos selecionados devem passar por uma entrevista por videoconferência, seguido de um teste oral de inglês, e por último, entrevistas ao vivo, na própria sede do Google Brasil.

Para saber mais sobre o programa de estagiários do Google, acesse www.google.com/students.

Fonte: EPTV.com Campinas

TIM abre 60 vagas para estágio em TI

A operadora TIM já vem recebendo inscrições para o seu programa de estágio. Das 130 vagas abertas, 60 destinam-se à área de TI.

A empresa busca alunos Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia de Telecomunicações, Informática e Sistemas de Informação.

Para concorrer é preciso estar, no máximo, a três anos da formatura nos cursos citados, ter nível avançado de inglês, bom rendimento acadêmico e disponibilidade para jornada de estágio de 20 ou 30 horas semanais.

Os interessados devem cadastrar-se no site do programa. As inscrições vão até o dia 15 de maio.

Boa sorte aos interessados! 😀

Fonte: INFO

Ocupar um cargo menor ao que tinha antes não significa retrocesso na carreira

Sair de um cargo e passar a ocupar outro menor não é necessariamente um retrocesso na carreira. Nem sempre é algo negativo. Pode ser uma adequação. Os impactos dessa decisão dependerão da empresa e da proposta do novo desafio.

A decisão de recuar um passo na carreira deve ser bem analisada pelo profissional e, em certa medida, pode ser até positiva. Isso mostra ao mercado que o profissional é flexível e acredita no seu potencial.

Os motivos da mudança

Nem sempre considerar abraçar um cargo menor hierarquicamente revela certo desespero do profissional que tenta se recolocar no mercado. As especialistas concordam que existem vários fatores que levam os profissionais a aceitarem propostas desse porte.

Entre eles, está a própria necessidade do profissional de mudar e enfrentar novos desafios. Pode ser uma mudança de uma empresa de pequeno porte para uma de porte maior.

Geralmente, um analista sênior em uma empresa pequena pode não conseguir a mesma posição em uma empresa maior. E isso é natural. Ele desce um degrau para avançar mais e dar um ‘upgrade’ dentro da empresa.

Independentemente dos motivos, nessa hora tanto os profissionais como as empresas devem avaliar bem cada caso. As empresas também precisam entender as razões que levaram esse profissional a se candidatar à vaga. É preciso visualizar toda a situação.

Em determinados casos, as empresas chegam a recusar a entrada de um profissional mais gabaritado para ocupar uma vaga hierarquicamente menor. Por isso, é preciso fazer uma avaliação dos dois lados e antes mesmo de o profissional começar a ocupar esse novo cargo.

Encarando os desafios

Não é fácil fazer essa transição. É sempre um momento delicado e é preciso estar preparado. E quem não estiver com foco e não tiver avaliado as possíveis consequências da mudança pode não conseguir levar a nova situação. Resultado: o desempenho cai e bate aquele desânimo.

Um ponto que ajuda muito nessa avaliação é o cuidado que se deve ter com ela. Quando está tudo muito bem amarrado, os riscos diminuem. Então, antes de decidir, entenda a empresa, os desafios.

Para além de entender as novas dinâmicas do novo desafio, os profissionais precisam encarar a situação como uma oportunidade de rever a carreira. Ele precisa perceber que é um momento de superação e avaliação. E, sobretudo, uma oportunidade de crescimento profissional.

Fonte: Administradores.com.br

Tenha tempo para cultivar sua rede de contatos

Após exercer muito bem o seu trabalho, um dia o profissional é promovido à líder ou gestor de departamento. Nesse momento, seus focos passam a ser as pessoas da equipe, os processos, as rotinas e, principalmente, os prazos. Fazer contatos e cultivar sua rede de relacionamentos são ações para as quais nunca se tem tempo. Assim, cada vez mais, o líder vai isolando-se das pessoas de fora e dentro da empresa.

Essa situação é muito comum, pois o profissional evolui hierarquicamente na empresa, graças ao seu domínio técnico e ao empenho, não raro, “sobre-humano” na execução das suas metas. Não criar redes de contatos profissionais é condenar-se ao fracasso, seja no êxito do papel de líder ou na influência da sua posição.

Os professores Mark Hunter e Herminia Ibarra, do Insead/França, identificaram três formas distintas, mas interdependentes, de fazer contatos: Operacional, Pessoal e Estratégico. Veja na tabela abaixo um resumo desse estudo:

É importante que o profissional faça uma lista das principais pessoas com as quais se relaciona cotidianamente. Em seguida, classifique se é um contato Operacional, Pessoal ou Estratégico. É muito comum, neste planejamento se deparar com a maioria dos contatos Operacionais e poucos nomes no grupo Estratégico.

Lembre-se: o sucesso profissional depende do que você sabe e é ampliado pela quantidade de pessoas que você conhece. Porém, você precisa manipular com cautela suas amizades e aos poucos aprender que quantidade nem sempre significa qualidade. Mantenha muitos, porém bons contatos e sempre os tenha próximos a você.

Forte abraço e ótima semana.

Fonte: BLOG Mochileiro Corporativo

[Profissão: TI] Auditor de Sistemas

A auditoria exerce sua ação preventiva, saneadora e moralizadora, para confirmar a veracidade dos registros e a confiabilidade dos comprovantes, objetivando dar uma opinião sobre a situação encontrada, confirmando também os próprios fins da contabilidade e, consequentemente garantindo as demonstrações contábeis.

Dentro dos diversos segmentos de auditoria existentes, um deles vem a ser o da Auditoria de Sistemas, que é o ramo da auditoria que revisa e avalia os controles internos dos sistemas de informação da empresa.

Os objetivos de uma auditoria de sistemas são:

 

  • Verificar a eficiência, onde se analisa a utilização dos recursos de computação alocados aos sistemas. Esses recursos são compreendidos pelos softwares, hardwares e profissionais envolvidos, e se atentam a geração do resultado correto no tempo programado;
  • Constatar a eficácia, onde se valida os resultados gerados pelos sistemas, onde esses produtos deverão ter condições de atender adequadamente as necessidades de seus usuários;
  • Atestar a segurança física e lógica, onde se avalia na segurança física o ambiente no qual está estruturado o SI (Sistema de Informação) e a confiabilidade das pessoas que o usa. A segurança lógica compreende avaliar o nível de segurança empregado com recursos tecnológicos nos processos de um determinado SI, como por exemplo, utilização de firewalls, antivírus, anti-spam etc.

A função do Auditor de Sistemas é aplicar os conceitos destacados acima, com imparcialidade total na execução da auditoria, sempre visando que seu papel não é complicar os processos de uma organização, mas sim facilitá-los.

A atuação nessa área pode se estender para outras inúmeras especializações, como: Auditoria de Sistemas Contábeis, Tributários, Auditoria de Sistemas Financeiros, Gestão em Auditoria de Sistemas de Saúde Brasileira, Auditoria em Sistemas de Gestão de Qualidade, enfim, inúmeras áreas de atuação podem se estender para o profissional que optar por essa capacitação.

Os salários de um Auditor de Sistemas, dependendo da região e da especialização podem atingir de R$ 4.000 à R$ 12.000.

Contribuição: Boletim Fiscal Senac

Você é um bom funcionário… ou um funcionário bom?

Nas empresas há três tipos de funcionários: os maus funcionários, os bons funcionários e os funcionários bons. Com o passar do tempo o mau funcionário tende a ser expurgado do staff, o bom funcionário consegue subir de cargo, porém o funcionário bom vai sempre ficar no mesmo lugar. Eu explico melhor.

O funcionário bom é geralmente gentil e cavalheiro, solícito quando acionado, todos gostam de tratar com ele principalmente seu chefe, mas sua carreira nunca vai para frente. Este mesmo funcionário não consegue entender o que acontece com ele mesmo, já que se olhando no espelho e se comparando com outros de sua empresa ele é mais completo.

O que acontece é que para muitas empresas o funcionário bom não tem perfil empreendedor, não é agressivo e muito menos exerce algum tipo de liderança. E você? Que papel você exerce em sua empresa? Para ajudá-lo a refletir melhor sobre seu papel, descrevo alguns pontos que podem ser úteis na sua tomada de decisão:

1. Você já se deparou com uma situação em que numa reunião você está sempre balançando a cabeça positivamente e nunca dá palpite de nada? Isso é um sinal de ser um funcionário bom, cuidado.

2. O funcionário bom sempre concorda com tudo que lhe dizem, mesmo não concordando e principalmente se as idéias vierem de seu chefe. No Português claro é aquele sujeito que não tem personalidade, o que prefere ser omisso a causar algum tipo de discordância e, conseqüentemente, algum mal estar.

3. Discordar para que? O funcionário bom nunca discorda com ninguém, ou seja, se está bom para os outros, por que não para ele? Para ele o que importa é estar sempre bem com os outros.

4. Desabafo não é coisa para funcionário bom. Ele pode estar até irritado ou contrariado com algo ou alguém, mas mantém sempre a mesma postura de que a vida é bela e cor de rosa.

5. Uma característica muito forte do funcionário bom é que ele nunca aparece. Em reunião então ele fica, além de balançar a cabeça concordando com tudo e com todos, rezando para que Deus o cubra com o manto da invisibilidade e ninguém o veja e o aborde.

Ter um funcionário bom como colega de trabalho é maravilhoso, pois ele não trapaceia ninguém, não fala mal de ninguém e adora ajudar a todos. Então mudá-lo de posto para que? Já que ele contribui e muito para que haja paz no ambiente. No fundo, se um dia este funcionário bom passasse a reclamar de algo ou de alguém provavelmente todos o apoiariam, mas ele só não o faz por ser um funcionário bom.

Lembre-se que ser um funcionário bom é uma ameaça para sua carreira profissional. Portanto, decida ser aquele profissional que é empreendedor, que dá palpites e que sabe liderar. Muitas vezes um funcionário prefere se esconder por medo, porém no mercado de trabalho atual não há mais lugar para o funcionário bom.

Fonte: Sintracpar

Comportamento pode ter ligação com a escolha da carreira

O comportamento pode influenciar negativamente a postura do profissional. Alguns, devido a sua inquietude, acabam deixando seus empregos antes mesmo de conseguirem aprender tudo que a função poderia oferecer.

É necessário que a pessoa perceba a importância da permanência mínima na empresa. Se não conseguir manter-se no emprego pelo seu temperamento, isso poderá afetá-lo futuramente em um próximo processo de seleção. As companhias não avaliam apenas as qualificações, mas também a tolerância.

A inquietude dos funcionários está ligada a escolha da sua profissão. Muitas vezes uma pessoa agitada não se encaixa bem em um cargo que exija concentração e trabalho em equipe, mas pode ser bem utilizada caso a empresa perceba essa diferença de perfil e realoque para outra função que necessite os traços de tal funcionário. O comportamento é muito baseado no momento que você vive e nas tarefas que desempenha.

Se o profissional decide atuar em um determinado segmento, mas aquilo não traz satisfação profissional, ele vai acabar se tornando instável. Nada vai atender suas necessidades. Ele não encontrará motivos para permanecer na empresa.

É importante entender primeiro qual o ponto de desequilíbrio que está desencadeando a inquietude da pessoa.

Profissionais irrequietos costumam ser instáveis, atrapalhando o crescimento da carreira. Tem que haver uma autoavaliação, recorrer a uma ajuda, se necessário, e repensar se está mesmo na profissão certa.

Feedback

Um ponto importante é o gestor dar feedback aos funcionários para justamente evitar que o temperamento da pessoa atrapalhe sua produtividade. O líder deve perceber o que está acontecendo e, se for o caso, sugerir algum tipo de ajuda. Também é preciso ver o histórico do profissional: avaliar seu currículo, se é a primeira vez que acontece que tal situação ocorre etc.

Geralmente, as empresa realizam o feedback uma vez por ano. Isso pode atrapalhar o acompanhamento dos funcionários. Muitas vezes, as reações das pessoas estão relacionadas com suas funções. Se o gestor não percebe, o profissional vai se tornando irrequieto e acaba indo embora antes mesmo de aprender e colaborar com tudo que poderia. Quando os funcionários são bem gerenciados e entendem que colaboram com a companhia, essa inquietude pode se tornar criatividade e dar bons resultados.

É nesse ponto que entra a percepção de cada um em entender que deve terminar o projeto.

Fonte: Carreiras IG

[Profissão: TI] Analista de Segurança da Informação

Primeiramente, é bom ressaltar que há uma certa confusão entre a função do Analista de Segurança da Informação e o CSO (Chief of Security Officer) ou CISO (Chief of Information Security Officer). O CSO é um cargo exclusivamente executivo, voltado para a aplicação da segurança da informação, suas normas, melhores práticas e experiência de negócio. E quanto ao Analista de Segurança, além de estar envolvido em todos os processos referentes à S.I., ele municia o CSO justamente com resultados e informações diretamente das aplicações de práticas visando a segurança. Resumidamente, o Analista de Segurança da Informação é quem coloca em prática as regras de melhores práticas orientadas pelo CSO.

O papel do Analista de Segurança  se tornou muito importante nos últimos anos, onde a preocupação com a proteção da Informação está se tornando cada vez maior. Inclusive também, pela evolução dos métodos de ataques e exploração de vulnerabilidades de sistemas e recursos que temos hoje dentro da área de Tecnologia da Informação.

Não é só uma questão técnica, mas muito conceitual e política. Um Analista de Segurança atua buscando minimizar os riscos corporativos quanto ao roubo de informações, na detecção de vulnerabilidades em sistemas, servidores, aplicações, realiza análises de risco e monta planos para mitigá-los. Isso inclui também a parte de auditoria e controle de processos, procurando encontrar não conformidades e falhas de processos e corrigi-los. Quanto à parte mais técnica, pode atuar na criação e configuração de ambientes seguros de rede físicos e lógicos, definir e manter as políticas de segurança de rede, gerenciar equipamentos e softwares que previnem o ambiente contra ataques como: firewall, servidores de antivírus, filtros de spam, gerenciamento de patches, etc.

Via de regra, em uma estrutura madura de segurança, o Security Officer reporta-se para a Presidência da empresa, auditoria e tem acesso à diretoria e conselho, enquanto o analista de segurança responde hierarquicamente ao CSO.

De qualquer maneira o Analista de Segurança tem extrema importância em todo processo de análise de segurança da informação do ambiente, sendo ele a estar mais próximo do dia a dia da segurança ou a falta dela, e sem esse profissional o CSO não estaria suprido de informações para tomadas estratégicas de decisões.

Os salários para esta função variam entre R$ 3.000 para iniciantes na carreira, podendo superar a R$ 10.000 para profissionais com maior experiência.

Acompanhem detalhadamente abaixo, quais são as funções e os requisitos para se tornar um Analista de Segurança da Informação:

Responsabilidades

  • Supervisionar o departamento administrativo de segurança com o objetivo de proteger os ativos da empresa, propriedade intelectual e os sistemas tecnológicos, bem como a segurança física dos funcionários e visitantes.
  • Identificar e definir os objetivos de proteção e métricas coerentes com o plano estratégico da empresa.
  • Gerenciar a implementação e manutenção da política de segurança global, normas, diretrizes e procedimentos para garantir a manutenção permanente de segurança, proteção física, a prevenção de incidentes no local de trabalho, sistemas de controle de acesso, vigilância por vídeo, dentre outros. A proteção também inclui a arquitetura de segurança de rede, acesso à rede e acompanhamento das políticas, da educação e sensibilização dos funcionários, e conscientização em toda a organização.
  • Atuar com outros executivos para priorizar as iniciativas de segurança e os gastos com base na gestão adequada dos riscos. Os planos de continuidade de negócios devem ser avaliados.
  • Manter relacionamentos com os centros de incidentes locais, estaduais e outros órgãos relacionados.
  • Supervisionar o planejamento de resposta aos incidentes, bem como a investigação de violações da segurança, e ajudar com as questões disciplinares e legais associadas com tais violações.
  • Trabalhar com consultores externos, conforme adequado para as auditorias de segurança independente.

Requisitos

  • O candidato ao posto precisa ser inteligente, articulado e líder persuasivo que pode servir como um membro efetivo da equipe de gerência sênior e que é capaz de comunicar e expressar conceitos relacionados com a segurança da informação, incluindo um amplo leque de técnicos e não técnicos.
  • Deve ter experiência com planejamento de continuidade de negócios, auditoria e gestão de riscos, bem como do contrato e da negociação com fornecedores.
  • Conhecer as expectativas do corpo executivo em relação a sua atividade.
  • Ter conhecimento das leis vigentes e relacionadas ao negócio.
  • Deve ter um sólido conhecimento das tecnologias da informação e segurança da informação.
  • Possuir certificações especificas na área (Ex.: CRISC, CISA, CISM, MCSO)
  • Conhecer o plano de negócios da empresa.

Fontes: Microsoft TechNet, NetCarreiras, Segurança Linux, Internativa

Dicas: O que é preciso para o jovem entrar no mercado sem experiência?

A dica é: ESTUDE!

A falta de emprego é implacável com o jovem. O número de desempregados entre 15 e 24 anos é três vezes maior do que a quantidade de adultos sem emprego.

Alguns recrutadores dizem que profissionais nessa faixa etária têm muito baixa autoestima, acham que não são capazes de nada ou demonstram pouco interesse no trabalho.

Há muitas vagas para quem é jovem, principalmente no comércio e em escritório: auxiliar, balconista, atendente. Não precisa ser necessariamente um temporário. Você pode conseguir um emprego que vai servir como uma carreira no futuro.

Na falta da experiência, busque uma empresa que tenha vaga para aprendiz. Pela lei, médias e grandes empresas são obrigadas a contratar quem tem entre 14 e 24 anos.

Estudar é essencial para o jovem. Em alguns estados, o trabalhador que está desempregado, é de baixa renda e tem até a quarta série do Ensino Fundamental pode fazer um curso de qualificação profissional de graça pelo Senai.

Aqui em Ribeirão, além de diversas ONGs e o próprio Senai voltados para o mesmo assunto, há um departamento da Prefeitura Municipal exclusivo para formar profissionais qualificados e sem custo algum para o cidadão. É o Centro de Qualificação Social e Profissional da Prefeitura de Ribeirão Preto.

O Centro forma alunos em oficinas de Costura, Culinária, Construção Civil, cursos de garçons, barman entre diversos outros. Além disso, oferece cadastro de trabalhadores em convênio com várias empresas da cidade para que o aluno já saia colocado após a formação.

Para mais informações, deve ser procurada a Secretaria Municipal de Assistência Social.

Além desse centro de qualificação oferecido pela SEMAS, há também o FUNDET (Fundação para Educação do Trabalhador), voltada para a profissionalização dos adolescentes em idade escolar. Para mais informações, acesse a página da FUNDET e entre em contato por telefone ou pessoalmente.

Fica a dica. Forte abraço a todos e boa sorte!

Dados de: Jornal Hoje

Tranquilidade e postura são essenciais para a entrevista de emprego

Saudações, honoráveis leitores! Muito boa noite a todos.

Começo de ano é sempre visto como uma oportunidade de renovação, de mudanças em nossas vidas tanto pessoal quanto profissional. Ainda mais que o carnaval é na próxima semana, e enfim o ano realmente começa para o brasileiro.

Sempre acompanho dicas bem legais do Márcio Mussarela (@marciomussarela), Comunicador Corporativo e blogueiro do Você S/A.

No blog Comunicar é Preciso, ele elaborou um vídeo que achei bem interessante e serve para reforçar tudo que já postei aqui no DTI, sobre postura na hora de uma entrevista de emprego.

Muita gente comete erros que poderiam ser evitados com orientação e um pouco mais de atenção, e acaba comprometendo o futuro da contratação. Alguns por falta de experiência por se tratar da primeira entrevista, outros por não participarem de um processo seletivo há muito tempo e que estão em uma posição pouco confortável, que é a de buscar uma recolocação profissional. Enfim, gafes assim podem ser evitadas apenas com tranquilidade e preparo.

Por isso, preste atenção às dicas do vídeo abaixo e acompanhe sempre as orientações que damos aqui, no Domínio TI. Confira:

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