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Palestra: Marketing On-life

 

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Muito boa tarde, honoráveis leitores!!!

No dia 25 de junho, o Senac Ribeirão Preto realizará a palestra Marketing On-life.

A ação, ministrada pelo publicitário Rafael Kiso, tem como objetivo apresentar como a tecnologia e a publicidade digital podem elevar a capacidade do marketing de tornar uma marca parte da vida conectada de seus consumidores.

Rafael Kiso é vice-presidente de Planejamento do grupo Focusnetworks de Marketing Digital, responsável por soluções que potencializam negócios e pela comunicação por meio das mídias sociais para médias e grandes empresas nacionais e internacionais. O publicitário é também sócio-fundador das empresas MídiaNext, agência digital, e a Interactive.

O Senac Ribeirão Preto fica na Av. Capitão Salomão, 2133 no Jardim Mosteiro, ao lado do Bosque Municipal Fábio Barreto. Informações podem ser obtidas pelo e-mail ribeiraopreto@sp.senac.br, ou pelo telefone 16 2111.1200.

Inscreva-se no site.

O evento acontecerá numa quarta-feira, dia 25/06/2014, das 19 às 22 horas.

Aproveitem o evento e tenham todos uma ótima e produtiva semana!

Fonte: SENAC

8 dicas para transformar cartões de visita em networking

Cartao de VisitaManter um porta-cartões de visitas lotado no seu bolso não é sinônimo de networking. Colecionar estes pequenos pedaços de cartolina não vai trazer benefícios para a sua carreira profissional a menos que você saiba usá-los em seu benefício.

Não é só ter cartões de visita, tem que manter os contatos ativos. Mas, como transformar estes cartões em contatos de carreira mais efetivos? Confira as dicas:

1) Foco e planejamento são essenciais

A rede de contatos profissionais deve ser criada tendo em vista o seu objetivo profissional. O primeiro passo é construir o networking em cima do mercado em que você atua ou que deseja atuar. Deseja subir alguns degraus na sua carreira dentro do mercado em que você já atua?

Invista nos contatos dentro deste grupo de atuação. Quer mudar de rumo na vida profissional? Aposte nos relacionamentos com as pessoas que já estão inseridas no mercado que você está de olho. Foco resolve muita coisa. Por isso planeje-se antes de fazer suas conexões para que elas estejam mais alinhadas às suas metas.

2) Participe de eventos regularmente

De que adianta ir a uma reunião, trocar um monte de cartões, enfiá-los no bolso e nunca mais encontrar essas pessoas? Costuma-se falar que quem não é visto não é lembrado.

É interessante que os profissionais participem, com certa regularidade, de eventos do mercado em que atuam. Vá a jantares, reuniões e mantenha contato com essas pessoas.

3) Lembrar para ser lembrado: crie vínculos

Conheceu uma pessoa que você considera um contato importante pra sua carreira? Tente criar um vínculo com ela. Encaminhe uma notícia sobre o setor em que ela atua, diga que ao ler lembrou-se dela e pergunte o que ela acha da reportagem, cite-a e mencione em algum fórum ou comunidade comum das quais participam.

Essa pessoa vai se sentir lembrada por você e as chances de ela se lembrar de você – quando surgir alguma oportunidade ou algo relevante para a sua atividade profissional – aumentam. Mas, cuidado! Envie mensagens personalizadas, evite mandar um e-mail para dezenas de destinatários, porque isso não vai causar uma boa impressão.

Há pessoas que exageram, mandam a mesma mensagem para uma lista de 70 e-mails e isso não é bem visto e causa uma imagem negativa. Nestes moldes, a possibilidade desse e-mail nem ser lido e acabar na pasta de lixo eletrônico é enorme, pense nisso, antes de clicar no botão enviar.

4) Não aposte na sua rede apenas quando precisar dela

Movimentação de mercado baseada em networking é algo que acontece muito.  Há vários profissionais que mudaram de posição a partir da rede de contatos. Mas, a regra de ouro para fazer networking do jeito certo – e assim ter uma rede capaz de ajudá-lo a atingir seus objetivos – é mantê-la ativa mesmo quando não precisa dela.

Do contrário, você pode ficar com fama de interesseiro. Deixar para fazer networking apenas quando você está de olho em novas oportunidades profissionais do mercado não é indicado. A sua agenda de telefones deve ser construída pouco a pouco, ao longo de toda a sua vida profissional. Não perca contato com ex-chefes e colegas de trabalho, procure colegas de faculdade e de pós-graduação, mande mensagens, use as redes sociais para encontrar essas pessoas.

5) Saia do mundo virtual

Se formos montar uma escala, o melhor é encontrar pessoalmente, em segundo lugar vêm o contato telefônico e, por fim, mensagens eletrônicas. Redes sociais são ótimas ferramentas para encontrar as pessoas, no entanto, levar estes contatos do ambiente virtual para o real é importante. Um bate papo em um café é bem mais proveitoso do que uma simples mensagem via LinkedIn.

6) Qualidade vale mais do que quantidade

Mil conexões no LinkedIn impressionam quem visitar o seu perfil. Mas, não significam muita coisa se não passarem de conexões virtuais. É certo também que gerenciar mil contatos não é tarefa das mais simples.

Uma rede mais enxuta pode ser muito mais efetiva do que mil conexões inativas no seu perfil. É claro que ninguém está dizendo para você não aceitar pedidos de conexão, mas não descuide dos contatos que fazem mais sentido para o seu atual momento profissional.

Dentro deste grupo de mil conexões, você deve pensar com quais pessoas você deve manter um relacionamento mais próximo.

7) Organize seus contatos

Encontrar um relatório no meio da bagunça de uma mesa de trabalho pode ser uma tarefa hercúlea. Achar um contato importante no meio de milhares de emails na sua caixa de entrada, dezenas de cartões de visita empilhados ou em meio a milhares de conexões no LinkedIn também.

Por isso, priorize e organize seus contatos. Crie subgrupos no LinkedIn para aqueles com os quais deseja manter um contato mais próximo. Arrume os cartões de visita de modo que aqueles que considera mais importantes fiquem mais visíveis. Crie subpastas no software de gerenciamento de emails que você utiliza.

8) Crie uma rotina

Separar um determinado período de tempo para visitar a sua rede de contatos é uma boa estratégia. As pessoas têm a tendência de procrastinar (vai uma excelente dica de leitura sobre o assunto), estabelecer uma rotina evita isso. A frequência com que você deve parar para checar como anda a sua rede de contatos é você quem vai estabelecer.

Vai depender da intensidade e da quantidade de contatos. Ao investir um tempo para esta atividade, você pode perceber que está há mais seis meses sem conversar com um ex-colega e descobrir que hoje ele está trabalhando na empresa dos seus sonhos. Que tal ligar para ele e marcar um chopp?

Fonte: Você S/A

Google abre inscrições para 24 vagas no programa de estágio

O Google abriu inscrições para 24 vagas no programa de estágio para estudantes universitários.

Os candidatos devem se formar em dezembro de 2011 e ter inglês fluente. As oportunidades são exclusivas para São Paulo. O programa tem quatro meses de duração, com possibilidade de contratação após este período.

Além da bolsa-auxílio, o estagiário terá benefícios como refeições no local, transporte, cozinha aberta o dia todo e sala de lazer com sinuca e videogame.

As chances disponíveis são nas áreas de vendas, marketing, estratégia e planejamento, desenvolvimento de novos negócios para vendas, finanças e recursos humanos.

As inscrições podem ser feitas até o dia 8 de junho através do site ciadetalentos.com.br/google. Os candidatos selecionados devem passar por uma entrevista por videoconferência, seguido de um teste oral de inglês, e por último, entrevistas ao vivo, na própria sede do Google Brasil.

Para saber mais sobre o programa de estagiários do Google, acesse www.google.com/students.

Fonte: EPTV.com Campinas

Como está sua imagem online?

Excelente terça-feira, saudosos leitores! Alvitro-lhes-ei à “GOOGLAR” vossas graças (“ê trem chique!”). Isso mesmo! Não seria incorreto afirmar que exatamente TODOS vocês que agora lêem esse post, já usaram algum buscador ao menos 1 vez essa semana. Mas garanto que boa parte nunca experimentou procurar sobre si próprio!

O texto que seguirá foi escrito pela jornalista Sally Adee, da New Scientist, que foi traduzida e publicada hoje, na INFO.

Cultivamos nosso status social desde que nossos ancestrais primatas tiravam insetos das costas uns dos outros. A internet tornou a gestão da reputação mais difícil. Muitos usam a rede para compartilhar informações pessoais sem imaginar que elas podem atingir uma audiência maior e, muitas vezes, de forma definitiva. No mundo real, podemos criar várias identidades: você pode ter uma no trabalho e outra quando está com os amigos no bar. Esse tipo de fronteira desaparece na internet. Estamos perdendo a capacidade de apresentar essas diferentes personas na web. Para alguns azarados, essa confusão se tornou pública em situações desagradáveis. Algumas pessoas preferem se esconder na internet atrás de um pseudônimo. É a melhor solução para evitar problemas, certo? Nem sempre! Há um experimento no qual os participantes podiam conversar online usando apelidos. Descobriu que as pessoas ficavam mais dispostas a compartilhar dados pessoais, do tipo que afeta a reputação. Começou uma troca de informações sobre peso e problemas pessoais.

O perigo é que esse tipo de informação pode ser vinculada a você. A Netflix, empresa americana que oferece vídeos por streaming, descobriu isso da pior maneira. As sugestões de filmes são o núcleo do negócio, que tem um sistema que antecipa o desejo dos clientes. Em 2006, a Netflix ofereceu um prêmio para quem fizesse a melhor modificação nesse dispositivo. Para tanto, forneceu dados de meio milhão de clientes aos 51 mil competidores, incluindo o histórico de aluguel de filmes. A Netflix não se preocupou com a privacidade dos clientes porque os registros eram anônimos.

Mas os pesquisadores Arvind Narayanan e Vitaly Shmatikov, da Universidade do Texas, pegaram o banco de dados e cruzaram com resenhas postadas no site IMDb, a bíblia do cinema na internet. Isso permitiu inferir coisas como preferência política e orientação sexual a partir das escolhas de filmes. A Netf lix queria um sistema melhor, mas tirou muita gente do armário (risos).

Mas o que pode ser feito para recuperar a reputação online? Para começar, dê uma olhada nos perfis dos jovens nas redes sociais. Ainda que sejam acusados de não se preocupar com privacidade, vários adolescentes usam as redes para se promover. Alice Marwick, da Universidade Harvard, é coautora de um estudo sobre perfis de estudantes do ensino médio no Facebook. Ela descobriu que vários adaptam seus perfis para conquistar as faculdades. Eles destacam eventos saudáveis, como esportes. Os alunos revelam só a parte da personalidade que interessa às universidades.

Suba nas buscas

Inundar os buscadores com boas informações sobre você é uma maneira de estar nas primeiras páginas dos resultados de buscas. Como raramente vamos além das páginas iniciais, o gerenciamento da sua reputação pode se tornar bem mais fácil. Outra boa ideia é rechear o currículo online com muitos dados ou adicionar mais atividades que os empregadores gostam. Essas informações podem ir para sites como a rede profissional LinkedIn e outros 500 endereços semelhantes. A medida ajuda a criar referências cruzadas de links, o que faz os resultados subirem na busca. Em semanas, esses sites enterram as informações danosas à sua reputação e apresentam as novas.

Seja o dono do seu nome o máximo que puder. Tenha seu site, sua conta no Twitter, página no LinkedIn. Se houver alguma menção aleatória, não vai aparecer nos 100 primeiros resultados de buscas.

Como discordar de seu superior sem perder seu emprego?

O projeto não vai sair como o planejado, o chefe está deixando de fazer algo importante ou ele está simplesmente errado? Ter jogo de cintura para criticar o superior em hierarquia sem que isso traga prejuízos para o profissional ou ambiente de trabalho é uma habilidade para poucos.

Acompanhe os passos para evitar desconforto ao criticar ou contrariar seu superior na empresa:

1. Assuma o risco

Nem todo chefe consegue administrar críticas de subordinados. Em um ambiente de trabalho ideal, o chefe oferece a liberdade para que os profissionais discordem dele, mas não é sempre que isso acontece.

O risco é o chefe não querer ouvir o que o profissional quer dizer, por isso é importante avaliar antes a postura dele e o relacionamento entre os dois. Por mais que a relação seja amigável e democrática, vale a pena refletir sobre as consequências que uma possível crítica pode significar para a relação.

É importante conhecer o estilo do chefe para encontrar um canal de comunicação adequado, para que a conversa flua sem maiores problemas.

Quem conseguir administrar bem a situação, pode, inclusive, tirar um saldo positivo da situação: ter pontos contados a favor e tornar a relação com o chefe mais próxima.

2. Mantenha a discrição

A crítica ao chefe deve ser direcionada “diretamente” a ele e não aos colegas de trabalho, até mesmo para evitar um clima desagradável no escritório. Ele não pode perceber que há um tom de insubordinação.

O profissional precisa evitar cair na armadilha da fofoca. Comentar com colegas de trabalho pode gerar mal-estar e não atingir o ponto principal da crítica ou discordância, que é tornar melhor o fluxo de trabalho ou projeto em andamento.

3. Escolha o momento certo

Ser discreto significa também escolher o “timing” correto para a abordagem.

Criticar o chefe afeta a autoridade dele, por isso não é indicado resolver falar na frente de outras pessoas. O profissional deve evitar fazer a crítica em reuniões, por exemplo, porque isso significa, em geral, uma atitude impulsiva e que pode gerar desconforto.

Uma alternativa é agendar previamente um encontro com o chefe em que os dois possam conversar sem serem importunados e resolverem as questões pendentes. Além disso, é importante estar seguro sobre o que será falado, porque uma vez iniciada a conversa, ela precisa ser produtiva.

4. Seja descritivo e objetivo

Há o feedback avaliativo e o feedback descritivo. A segunda opção é a melhor escolha. A crítica levantada deve ser focada em fatos e nas consequências profissionais, sem cair em julgamentos pessoais baseados apenas na interpretação feita pelo funcionário.

Expressar o descontentamento de forma emocional torna mais difícil a tarefa de convencer o chefe a concordar com o ponto apresentado. Evitar o tom de ataque e o uso de palavras negativas, além de apostar na forma “delicada” de abordagem. são estratégias mais suscetíveis ao sucesso.

Vale apostar também no que a mudança de atitude do superior pode trazer de resultado positivo para o fluxo de trabalho. Em vez de dizer o que o chefe está deixando de fazer, melhor mostrar o que pode ser feito para que o trabalho seja melhor executado.

Falar calmamente e com a escolha das palavras certas, olhando no olho do interlocutor, também sinaliza que o profissional está em “missão de paz” e auxilia para que o chefe não fique na posição defensiva.

5. Esteja pronto para a reação

Os riscos foram calculados, a estratégia estabelecida e a conversa ocorreu dentro do padrão de civilidade entre funcionário e chefe. Mesmo assim, o resultado não saiu como o esperado.

A depender do porte da empresa, o funcionário deve recorrer à area de Recursos Humanos e conversar com o responsável pelo setor. Nas empresas menores, se não há como reverter o quadro e o ambiente de trabalho se tornou ruim, talvez seja a hora de procurar um novo emprego.

Fonte: INFO

Comunique-se com clareza

Uma comunicação ruim sempre é um grande problema. Se tratando de equipes de uma mesma empresa que precisam trocar informações para atingir o objetivo do projeto o problema é ainda maior.

Mesmo com tantos recursos disponíveis como celulares, e-mail, videoconferência, ainda temos muitas falhas de comunicação, quem nunca se deparou com mal-entendidos por falha de comunicação e poderia ser evitado simplesmente melhorando a habilidade de interagir com as pessoas a nossa volta. Analisando a estes fatos podemos dizer que mesmo com novas tecnologias de comunicação não estamos nos comunicando melhor.

Sempre quando estivermos nos comunicando devemos escolher nossas palavras com cuidado, pois elas causam reações nas pessoas que nos ouvem. As frases que levam a percepções negativas: “Eu insisto…”, “Você deve…”, “Se continuar assim…”, devem ser evitadas já que estas frases demonstram que a pessoa que o (interlocutor) não tem nenhuma escolha. Não podemos nos esquecer de evitar palavras que discriminam, que fazem referência a idade, orientação sexual, religião, raça.

É notável que muitos lideres são excelentes comunicadores, comunicar-se com clareza é uma habilidade fundamental. Se repararmos na maneira com que grandes lideres se comportam vamos notar que possuem algumas características em comum: simpátia, cortesia, sensatez e em geral demonstram segurança e confiança. Portanto, se você está em uma posição de liderança (independente do cargo) lembre-se que você se torna um modelo de comportamento, seus colaboradores irão segui-lo como exemplo.

Ocupar um cargo menor ao que tinha antes não significa retrocesso na carreira

Sair de um cargo e passar a ocupar outro menor não é necessariamente um retrocesso na carreira. Nem sempre é algo negativo. Pode ser uma adequação. Os impactos dessa decisão dependerão da empresa e da proposta do novo desafio.

A decisão de recuar um passo na carreira deve ser bem analisada pelo profissional e, em certa medida, pode ser até positiva. Isso mostra ao mercado que o profissional é flexível e acredita no seu potencial.

Os motivos da mudança

Nem sempre considerar abraçar um cargo menor hierarquicamente revela certo desespero do profissional que tenta se recolocar no mercado. As especialistas concordam que existem vários fatores que levam os profissionais a aceitarem propostas desse porte.

Entre eles, está a própria necessidade do profissional de mudar e enfrentar novos desafios. Pode ser uma mudança de uma empresa de pequeno porte para uma de porte maior.

Geralmente, um analista sênior em uma empresa pequena pode não conseguir a mesma posição em uma empresa maior. E isso é natural. Ele desce um degrau para avançar mais e dar um ‘upgrade’ dentro da empresa.

Independentemente dos motivos, nessa hora tanto os profissionais como as empresas devem avaliar bem cada caso. As empresas também precisam entender as razões que levaram esse profissional a se candidatar à vaga. É preciso visualizar toda a situação.

Em determinados casos, as empresas chegam a recusar a entrada de um profissional mais gabaritado para ocupar uma vaga hierarquicamente menor. Por isso, é preciso fazer uma avaliação dos dois lados e antes mesmo de o profissional começar a ocupar esse novo cargo.

Encarando os desafios

Não é fácil fazer essa transição. É sempre um momento delicado e é preciso estar preparado. E quem não estiver com foco e não tiver avaliado as possíveis consequências da mudança pode não conseguir levar a nova situação. Resultado: o desempenho cai e bate aquele desânimo.

Um ponto que ajuda muito nessa avaliação é o cuidado que se deve ter com ela. Quando está tudo muito bem amarrado, os riscos diminuem. Então, antes de decidir, entenda a empresa, os desafios.

Para além de entender as novas dinâmicas do novo desafio, os profissionais precisam encarar a situação como uma oportunidade de rever a carreira. Ele precisa perceber que é um momento de superação e avaliação. E, sobretudo, uma oportunidade de crescimento profissional.

Fonte: Administradores.com.br

Tenha tempo para cultivar sua rede de contatos

Após exercer muito bem o seu trabalho, um dia o profissional é promovido à líder ou gestor de departamento. Nesse momento, seus focos passam a ser as pessoas da equipe, os processos, as rotinas e, principalmente, os prazos. Fazer contatos e cultivar sua rede de relacionamentos são ações para as quais nunca se tem tempo. Assim, cada vez mais, o líder vai isolando-se das pessoas de fora e dentro da empresa.

Essa situação é muito comum, pois o profissional evolui hierarquicamente na empresa, graças ao seu domínio técnico e ao empenho, não raro, “sobre-humano” na execução das suas metas. Não criar redes de contatos profissionais é condenar-se ao fracasso, seja no êxito do papel de líder ou na influência da sua posição.

Os professores Mark Hunter e Herminia Ibarra, do Insead/França, identificaram três formas distintas, mas interdependentes, de fazer contatos: Operacional, Pessoal e Estratégico. Veja na tabela abaixo um resumo desse estudo:

É importante que o profissional faça uma lista das principais pessoas com as quais se relaciona cotidianamente. Em seguida, classifique se é um contato Operacional, Pessoal ou Estratégico. É muito comum, neste planejamento se deparar com a maioria dos contatos Operacionais e poucos nomes no grupo Estratégico.

Lembre-se: o sucesso profissional depende do que você sabe e é ampliado pela quantidade de pessoas que você conhece. Porém, você precisa manipular com cautela suas amizades e aos poucos aprender que quantidade nem sempre significa qualidade. Mantenha muitos, porém bons contatos e sempre os tenha próximos a você.

Forte abraço e ótima semana.

Fonte: BLOG Mochileiro Corporativo

Você é um bom funcionário… ou um funcionário bom?

Nas empresas há três tipos de funcionários: os maus funcionários, os bons funcionários e os funcionários bons. Com o passar do tempo o mau funcionário tende a ser expurgado do staff, o bom funcionário consegue subir de cargo, porém o funcionário bom vai sempre ficar no mesmo lugar. Eu explico melhor.

O funcionário bom é geralmente gentil e cavalheiro, solícito quando acionado, todos gostam de tratar com ele principalmente seu chefe, mas sua carreira nunca vai para frente. Este mesmo funcionário não consegue entender o que acontece com ele mesmo, já que se olhando no espelho e se comparando com outros de sua empresa ele é mais completo.

O que acontece é que para muitas empresas o funcionário bom não tem perfil empreendedor, não é agressivo e muito menos exerce algum tipo de liderança. E você? Que papel você exerce em sua empresa? Para ajudá-lo a refletir melhor sobre seu papel, descrevo alguns pontos que podem ser úteis na sua tomada de decisão:

1. Você já se deparou com uma situação em que numa reunião você está sempre balançando a cabeça positivamente e nunca dá palpite de nada? Isso é um sinal de ser um funcionário bom, cuidado.

2. O funcionário bom sempre concorda com tudo que lhe dizem, mesmo não concordando e principalmente se as idéias vierem de seu chefe. No Português claro é aquele sujeito que não tem personalidade, o que prefere ser omisso a causar algum tipo de discordância e, conseqüentemente, algum mal estar.

3. Discordar para que? O funcionário bom nunca discorda com ninguém, ou seja, se está bom para os outros, por que não para ele? Para ele o que importa é estar sempre bem com os outros.

4. Desabafo não é coisa para funcionário bom. Ele pode estar até irritado ou contrariado com algo ou alguém, mas mantém sempre a mesma postura de que a vida é bela e cor de rosa.

5. Uma característica muito forte do funcionário bom é que ele nunca aparece. Em reunião então ele fica, além de balançar a cabeça concordando com tudo e com todos, rezando para que Deus o cubra com o manto da invisibilidade e ninguém o veja e o aborde.

Ter um funcionário bom como colega de trabalho é maravilhoso, pois ele não trapaceia ninguém, não fala mal de ninguém e adora ajudar a todos. Então mudá-lo de posto para que? Já que ele contribui e muito para que haja paz no ambiente. No fundo, se um dia este funcionário bom passasse a reclamar de algo ou de alguém provavelmente todos o apoiariam, mas ele só não o faz por ser um funcionário bom.

Lembre-se que ser um funcionário bom é uma ameaça para sua carreira profissional. Portanto, decida ser aquele profissional que é empreendedor, que dá palpites e que sabe liderar. Muitas vezes um funcionário prefere se esconder por medo, porém no mercado de trabalho atual não há mais lugar para o funcionário bom.

Fonte: Sintracpar

Comportamento pode ter ligação com a escolha da carreira

O comportamento pode influenciar negativamente a postura do profissional. Alguns, devido a sua inquietude, acabam deixando seus empregos antes mesmo de conseguirem aprender tudo que a função poderia oferecer.

É necessário que a pessoa perceba a importância da permanência mínima na empresa. Se não conseguir manter-se no emprego pelo seu temperamento, isso poderá afetá-lo futuramente em um próximo processo de seleção. As companhias não avaliam apenas as qualificações, mas também a tolerância.

A inquietude dos funcionários está ligada a escolha da sua profissão. Muitas vezes uma pessoa agitada não se encaixa bem em um cargo que exija concentração e trabalho em equipe, mas pode ser bem utilizada caso a empresa perceba essa diferença de perfil e realoque para outra função que necessite os traços de tal funcionário. O comportamento é muito baseado no momento que você vive e nas tarefas que desempenha.

Se o profissional decide atuar em um determinado segmento, mas aquilo não traz satisfação profissional, ele vai acabar se tornando instável. Nada vai atender suas necessidades. Ele não encontrará motivos para permanecer na empresa.

É importante entender primeiro qual o ponto de desequilíbrio que está desencadeando a inquietude da pessoa.

Profissionais irrequietos costumam ser instáveis, atrapalhando o crescimento da carreira. Tem que haver uma autoavaliação, recorrer a uma ajuda, se necessário, e repensar se está mesmo na profissão certa.

Feedback

Um ponto importante é o gestor dar feedback aos funcionários para justamente evitar que o temperamento da pessoa atrapalhe sua produtividade. O líder deve perceber o que está acontecendo e, se for o caso, sugerir algum tipo de ajuda. Também é preciso ver o histórico do profissional: avaliar seu currículo, se é a primeira vez que acontece que tal situação ocorre etc.

Geralmente, as empresa realizam o feedback uma vez por ano. Isso pode atrapalhar o acompanhamento dos funcionários. Muitas vezes, as reações das pessoas estão relacionadas com suas funções. Se o gestor não percebe, o profissional vai se tornando irrequieto e acaba indo embora antes mesmo de aprender e colaborar com tudo que poderia. Quando os funcionários são bem gerenciados e entendem que colaboram com a companhia, essa inquietude pode se tornar criatividade e dar bons resultados.

É nesse ponto que entra a percepção de cada um em entender que deve terminar o projeto.

Fonte: Carreiras IG

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