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Archive for the ‘Comportamento Pessoal’ Category

Como discordar de seu superior sem perder seu emprego?

O projeto não vai sair como o planejado, o chefe está deixando de fazer algo importante ou ele está simplesmente errado? Ter jogo de cintura para criticar o superior em hierarquia sem que isso traga prejuízos para o profissional ou ambiente de trabalho é uma habilidade para poucos.

Acompanhe os passos para evitar desconforto ao criticar ou contrariar seu superior na empresa:

1. Assuma o risco

Nem todo chefe consegue administrar críticas de subordinados. Em um ambiente de trabalho ideal, o chefe oferece a liberdade para que os profissionais discordem dele, mas não é sempre que isso acontece.

O risco é o chefe não querer ouvir o que o profissional quer dizer, por isso é importante avaliar antes a postura dele e o relacionamento entre os dois. Por mais que a relação seja amigável e democrática, vale a pena refletir sobre as consequências que uma possível crítica pode significar para a relação.

É importante conhecer o estilo do chefe para encontrar um canal de comunicação adequado, para que a conversa flua sem maiores problemas.

Quem conseguir administrar bem a situação, pode, inclusive, tirar um saldo positivo da situação: ter pontos contados a favor e tornar a relação com o chefe mais próxima.

2. Mantenha a discrição

A crítica ao chefe deve ser direcionada “diretamente” a ele e não aos colegas de trabalho, até mesmo para evitar um clima desagradável no escritório. Ele não pode perceber que há um tom de insubordinação.

O profissional precisa evitar cair na armadilha da fofoca. Comentar com colegas de trabalho pode gerar mal-estar e não atingir o ponto principal da crítica ou discordância, que é tornar melhor o fluxo de trabalho ou projeto em andamento.

3. Escolha o momento certo

Ser discreto significa também escolher o “timing” correto para a abordagem.

Criticar o chefe afeta a autoridade dele, por isso não é indicado resolver falar na frente de outras pessoas. O profissional deve evitar fazer a crítica em reuniões, por exemplo, porque isso significa, em geral, uma atitude impulsiva e que pode gerar desconforto.

Uma alternativa é agendar previamente um encontro com o chefe em que os dois possam conversar sem serem importunados e resolverem as questões pendentes. Além disso, é importante estar seguro sobre o que será falado, porque uma vez iniciada a conversa, ela precisa ser produtiva.

4. Seja descritivo e objetivo

Há o feedback avaliativo e o feedback descritivo. A segunda opção é a melhor escolha. A crítica levantada deve ser focada em fatos e nas consequências profissionais, sem cair em julgamentos pessoais baseados apenas na interpretação feita pelo funcionário.

Expressar o descontentamento de forma emocional torna mais difícil a tarefa de convencer o chefe a concordar com o ponto apresentado. Evitar o tom de ataque e o uso de palavras negativas, além de apostar na forma “delicada” de abordagem. são estratégias mais suscetíveis ao sucesso.

Vale apostar também no que a mudança de atitude do superior pode trazer de resultado positivo para o fluxo de trabalho. Em vez de dizer o que o chefe está deixando de fazer, melhor mostrar o que pode ser feito para que o trabalho seja melhor executado.

Falar calmamente e com a escolha das palavras certas, olhando no olho do interlocutor, também sinaliza que o profissional está em “missão de paz” e auxilia para que o chefe não fique na posição defensiva.

5. Esteja pronto para a reação

Os riscos foram calculados, a estratégia estabelecida e a conversa ocorreu dentro do padrão de civilidade entre funcionário e chefe. Mesmo assim, o resultado não saiu como o esperado.

A depender do porte da empresa, o funcionário deve recorrer à area de Recursos Humanos e conversar com o responsável pelo setor. Nas empresas menores, se não há como reverter o quadro e o ambiente de trabalho se tornou ruim, talvez seja a hora de procurar um novo emprego.

Fonte: INFO

Comunique-se com clareza

Uma comunicação ruim sempre é um grande problema. Se tratando de equipes de uma mesma empresa que precisam trocar informações para atingir o objetivo do projeto o problema é ainda maior.

Mesmo com tantos recursos disponíveis como celulares, e-mail, videoconferência, ainda temos muitas falhas de comunicação, quem nunca se deparou com mal-entendidos por falha de comunicação e poderia ser evitado simplesmente melhorando a habilidade de interagir com as pessoas a nossa volta. Analisando a estes fatos podemos dizer que mesmo com novas tecnologias de comunicação não estamos nos comunicando melhor.

Sempre quando estivermos nos comunicando devemos escolher nossas palavras com cuidado, pois elas causam reações nas pessoas que nos ouvem. As frases que levam a percepções negativas: “Eu insisto…”, “Você deve…”, “Se continuar assim…”, devem ser evitadas já que estas frases demonstram que a pessoa que o (interlocutor) não tem nenhuma escolha. Não podemos nos esquecer de evitar palavras que discriminam, que fazem referência a idade, orientação sexual, religião, raça.

É notável que muitos lideres são excelentes comunicadores, comunicar-se com clareza é uma habilidade fundamental. Se repararmos na maneira com que grandes lideres se comportam vamos notar que possuem algumas características em comum: simpátia, cortesia, sensatez e em geral demonstram segurança e confiança. Portanto, se você está em uma posição de liderança (independente do cargo) lembre-se que você se torna um modelo de comportamento, seus colaboradores irão segui-lo como exemplo.

Você é um bom funcionário… ou um funcionário bom?

Nas empresas há três tipos de funcionários: os maus funcionários, os bons funcionários e os funcionários bons. Com o passar do tempo o mau funcionário tende a ser expurgado do staff, o bom funcionário consegue subir de cargo, porém o funcionário bom vai sempre ficar no mesmo lugar. Eu explico melhor.

O funcionário bom é geralmente gentil e cavalheiro, solícito quando acionado, todos gostam de tratar com ele principalmente seu chefe, mas sua carreira nunca vai para frente. Este mesmo funcionário não consegue entender o que acontece com ele mesmo, já que se olhando no espelho e se comparando com outros de sua empresa ele é mais completo.

O que acontece é que para muitas empresas o funcionário bom não tem perfil empreendedor, não é agressivo e muito menos exerce algum tipo de liderança. E você? Que papel você exerce em sua empresa? Para ajudá-lo a refletir melhor sobre seu papel, descrevo alguns pontos que podem ser úteis na sua tomada de decisão:

1. Você já se deparou com uma situação em que numa reunião você está sempre balançando a cabeça positivamente e nunca dá palpite de nada? Isso é um sinal de ser um funcionário bom, cuidado.

2. O funcionário bom sempre concorda com tudo que lhe dizem, mesmo não concordando e principalmente se as idéias vierem de seu chefe. No Português claro é aquele sujeito que não tem personalidade, o que prefere ser omisso a causar algum tipo de discordância e, conseqüentemente, algum mal estar.

3. Discordar para que? O funcionário bom nunca discorda com ninguém, ou seja, se está bom para os outros, por que não para ele? Para ele o que importa é estar sempre bem com os outros.

4. Desabafo não é coisa para funcionário bom. Ele pode estar até irritado ou contrariado com algo ou alguém, mas mantém sempre a mesma postura de que a vida é bela e cor de rosa.

5. Uma característica muito forte do funcionário bom é que ele nunca aparece. Em reunião então ele fica, além de balançar a cabeça concordando com tudo e com todos, rezando para que Deus o cubra com o manto da invisibilidade e ninguém o veja e o aborde.

Ter um funcionário bom como colega de trabalho é maravilhoso, pois ele não trapaceia ninguém, não fala mal de ninguém e adora ajudar a todos. Então mudá-lo de posto para que? Já que ele contribui e muito para que haja paz no ambiente. No fundo, se um dia este funcionário bom passasse a reclamar de algo ou de alguém provavelmente todos o apoiariam, mas ele só não o faz por ser um funcionário bom.

Lembre-se que ser um funcionário bom é uma ameaça para sua carreira profissional. Portanto, decida ser aquele profissional que é empreendedor, que dá palpites e que sabe liderar. Muitas vezes um funcionário prefere se esconder por medo, porém no mercado de trabalho atual não há mais lugar para o funcionário bom.

Fonte: Sintracpar

Comportamento pode ter ligação com a escolha da carreira

O comportamento pode influenciar negativamente a postura do profissional. Alguns, devido a sua inquietude, acabam deixando seus empregos antes mesmo de conseguirem aprender tudo que a função poderia oferecer.

É necessário que a pessoa perceba a importância da permanência mínima na empresa. Se não conseguir manter-se no emprego pelo seu temperamento, isso poderá afetá-lo futuramente em um próximo processo de seleção. As companhias não avaliam apenas as qualificações, mas também a tolerância.

A inquietude dos funcionários está ligada a escolha da sua profissão. Muitas vezes uma pessoa agitada não se encaixa bem em um cargo que exija concentração e trabalho em equipe, mas pode ser bem utilizada caso a empresa perceba essa diferença de perfil e realoque para outra função que necessite os traços de tal funcionário. O comportamento é muito baseado no momento que você vive e nas tarefas que desempenha.

Se o profissional decide atuar em um determinado segmento, mas aquilo não traz satisfação profissional, ele vai acabar se tornando instável. Nada vai atender suas necessidades. Ele não encontrará motivos para permanecer na empresa.

É importante entender primeiro qual o ponto de desequilíbrio que está desencadeando a inquietude da pessoa.

Profissionais irrequietos costumam ser instáveis, atrapalhando o crescimento da carreira. Tem que haver uma autoavaliação, recorrer a uma ajuda, se necessário, e repensar se está mesmo na profissão certa.

Feedback

Um ponto importante é o gestor dar feedback aos funcionários para justamente evitar que o temperamento da pessoa atrapalhe sua produtividade. O líder deve perceber o que está acontecendo e, se for o caso, sugerir algum tipo de ajuda. Também é preciso ver o histórico do profissional: avaliar seu currículo, se é a primeira vez que acontece que tal situação ocorre etc.

Geralmente, as empresa realizam o feedback uma vez por ano. Isso pode atrapalhar o acompanhamento dos funcionários. Muitas vezes, as reações das pessoas estão relacionadas com suas funções. Se o gestor não percebe, o profissional vai se tornando irrequieto e acaba indo embora antes mesmo de aprender e colaborar com tudo que poderia. Quando os funcionários são bem gerenciados e entendem que colaboram com a companhia, essa inquietude pode se tornar criatividade e dar bons resultados.

É nesse ponto que entra a percepção de cada um em entender que deve terminar o projeto.

Fonte: Carreiras IG

Tranquilidade e postura são essenciais para a entrevista de emprego

Saudações, honoráveis leitores! Muito boa noite a todos.

Começo de ano é sempre visto como uma oportunidade de renovação, de mudanças em nossas vidas tanto pessoal quanto profissional. Ainda mais que o carnaval é na próxima semana, e enfim o ano realmente começa para o brasileiro.

Sempre acompanho dicas bem legais do Márcio Mussarela (@marciomussarela), Comunicador Corporativo e blogueiro do Você S/A.

No blog Comunicar é Preciso, ele elaborou um vídeo que achei bem interessante e serve para reforçar tudo que já postei aqui no DTI, sobre postura na hora de uma entrevista de emprego.

Muita gente comete erros que poderiam ser evitados com orientação e um pouco mais de atenção, e acaba comprometendo o futuro da contratação. Alguns por falta de experiência por se tratar da primeira entrevista, outros por não participarem de um processo seletivo há muito tempo e que estão em uma posição pouco confortável, que é a de buscar uma recolocação profissional. Enfim, gafes assim podem ser evitadas apenas com tranquilidade e preparo.

Por isso, preste atenção às dicas do vídeo abaixo e acompanhe sempre as orientações que damos aqui, no Domínio TI. Confira:

Dica DTI: Aprenda a ouvir

Bater o pé, às vezes, é necessário. Você nunca é obrigado a concordar com a opinião alheia, mas também não deve deixar de ouvi-la.

Saber falar é tão, se não mais importante, que saber ouvir. A comunicação completa deve ter um caminho de ida e outro de volta.  Saber a hora certa de falar é meio caminho andado para uma boa comunicação.

Fontes: Bernt Entschev e VOCE S/A

O que NÃO é networking

Ressaltamos e discutimos diversas vezes aqui no blog sobre a importancia da rede de relacionamentos para o sucesso profissional. Porém algumas práticas devem ser evitadas, para não gerar constrangimento em ambas as partes, em ocasiões que poderiam ser aproveitadas para criar mais um contato importante.

Networking é uma expressão que já entrou no nosso vocabulário corporativo. Mas muita gente ainda se confunde com o que realmente significa “cultivar uma rede de contatos”. Pra tentar deixar um pouco  mais claro, desta vez vamos destacar o que NÃO é networking:

– Mandar currículo pra todo mundo: Esse erro é mais comum do que se imagina. Tem pessoas que não possuem o hábito de criar e manter contatos profissionais mas, quando quer mudar de emprego, dispara seu histórico profissional pra todo mundo que já viu na vida ou ouviu falar. Talvez você até consiga um emprego, mas essa não é a melhor maneira de abrir as portas pra um novo contato profissional de longo prazo. Aliás, a maioria das pessoas não gosta de receber currículos sem necessidade e encara essa prática como spam.

– Não ter opinião própria: Ficar elogiando e concordando constantemente com o chefe ou outros colegas de trabalho não vai te levar a lugar algum. Além disso, a maioria dos bons profissionais não gosta de ter funcionários que concordam com as suas idéias todas as vezes (os chamados “yes-man”). Afinal, a diversidade é o que nos torna diferentes e interessantes.

– Espalhar cartões de visita: Tem gente que vai para um evento com a meta de distribuir uma grande quantidade de cartões. E depois, nunca mais fala com essas pessoas. Prefira a qualidade e a fidelidade dos contatos de longo prazo do que a quantidade.

– Enviar um resumo periódico dos excelentes resultados que você alcançou no trabalho pra todos os seus contatos: Sim, networking pode até ser interpretado como uma ferramenta de “Marketing pessoal”, mas cuidado com o bom senso e com a frequência do seu “plano de mídia”.

– Pedir ajuda dos outros constantemente (afinal, é pra isso que servem os contato, não?): mas o indicado seria usar mais a prática de fornecer ajuda do que pedir. Conte com seus contatos apenas quando você realmente precisar.

– Mandar e-mails com notícias, correntes ou outros tipos de mensagens em massa para seus contatos: Sim, isso vai manter o seu contato ativo. Mas pode gerar problemas: sua imagem pode virar a de um profissional desocupado, você pode ser adicionado à lista de bloqueio de seus colegas, etc. Mande o que for relevante, com moderação e bom senso.

– Adicionar todos os colegas de trabalho em redes sociais pessoais como Orkut, Facebook etc: lembre-se de estabelecer um relacionamento profissional, o que não implica em um relacionamento pessoal.

Informações de HSM – Update or die

10 sugestões para falar bem e se destacar no mercado

Quem se expressa bem, seja na vida pessoal ou profissional tem mais chances de conquistar espaço e ter reconhecido seu valor junto às pessoas que o cerca. No entanto, muitas pessoas possuem uma ótima bagagem de conhecimento, são esforçadas e desejam compartilhar o que aprenderam ao longo da vida e, é claro, trocar ideias, informações com seus companheiros. Mas, não basta apenas “abrir” a boca e proferir um amontoado de palavras para ser caracterizado como um bom comunicador. Em determinadas situações, há quem consiga posicionar melhor suas propostas através de um vocabulário simples e mais conciso do quem profere uma hora de conversação que parece não ter “início, meio e fim”. Então, como se tornar um bom comunicador, saber expressar bem um “ponto de vista”? A seguir, algumas dicas que podem ser adotadas por qualquer indivíduo, inclusive aqueles que almejam uma ascensão profissional.

1 – Quem imagina que a comunicação acontece apenas através das palavras que são proferidas verbalmente, engana-se. Se assim o fosse, nunca haveria alguém “cochilando” ou disperso em uma apresentação. Por esse motivo, quem vai apresentar suas idéias, nunca pode esquecer que apenas falar não assegura uma boa comunicação. É aconselhável, por exemplo, que quem está com a “vez da palavra” olhe em direção de quem está falando ou mesmo do grupo que está diante de si. Nesse último caso, na presença de mais de um ouvinte, tente distribuir os olhares enquanto fala. Afinal, todos que estão ali são importantes.

2 – Outro fator que pesa muito no processo da comunicação é a gesticulação. Não são raros os casos de pessoas que ficam quase que paralisadas, quando estão falando. Transmitir ideias, repassar conteúdo ao ouvinte, também se faz através da movimentação das mãos. Mas, sem exageros ou a pessoa que está à sua frente ficará mais preocupada se você tem consciência de espaço e não irá acertá-la acidentalmente.

3 – O processo de comunicação verbal também necessita que o comunicador fique atento à entonação e à velocidade da própria voz. Quem fala, não precisa ser tão rápido e tampouco devagar, quase parando. Deve existir um equilíbrio entre os extremos ou a mensagem pode não ter o resultado esperado.

4 – Provavelmente você assistiu a uma palestra ou mesmo participou de uma reunião, aonde quem conduzia os trabalhos andou de um lado para o outro sem parar como se tivesse que cumprir uma quilometragem. Ou, então, ficou completamente parado, como se estivesse com cimento nos pés. Nem um caso e nem outro são indicados.

5 – Quem fala em público precisa ter consciência que qualquer mente pode deixar passar alguma informação relevante, durante uma apresentação. Por esse motivo, é aconselhável que se faça um breve roteiro, destacando as palavras-chaves de cada tópico que seja destacado na apresentação.

6 – Quando alguém se prontifica a falar em público, não importa a temática, deve se preparar. Mesmo que o profissional domine bem o assunto não custa atualizar-se com pesquisas lançadas recentemente, apresentar dados estatísticos, enfim, ter ciência de que o mundo está em constante processo de transformação e que é preciso manter-se atualizado.

7 – É comum que após uma apresentação em público, algumas pessoas apresentem dúvidas e façam questionamentos. Para facilitar o andamento do seu trabalho, tente colocar-se no lugar que quem irá ouvi-lo e liste os pontos da sua palestra que podem gerar polêmica. Com base nesses dados, você pode preparar-se para possíveis questionamentos e respondê-los com serenidade.

8 – Antes de realizar uma apresentação, não custa “treinar” em casa diante do espelho. Assim, a pessoa poderá identificar os seus erros de comunicação e os pontos que precisam ser trabalhados.

9 – Mesmo depois de todas essas ações, pode ficar aquela “pontinha” de dúvida permanecer: minha apresentação está ou não boa? Nesse caso, não pense duas vezes e chame os amigos de trabalho ou, então, a família, profira sua palestra. Escute com atenção a cada observação que eles fizerem.

10 – Outros recursos que são utilizados por quem deseja melhorar seu desempenho, ao falar em público, é gravar a própria apresentação através de máquinas digitais ou celulares. Isso auxilia a pessoa a analisar a sua apresentação e trabalhar os pontos considerados fracos.

Fonte: RH.com.br

Fazer network abre portas profissionais?

Como já definido e abordado aqui no blog, “network” é uma rede de contatos ou de relacionamentos que podem ser pessoais, acadêmicos, profissionais ou familiares, sendo que todos os contatos mantidos podem ser classificados por ordem de importância e interesse, e utilizados em momentos adequados.

Mas quem pensa em network somente como forma de fazer e manter amigos, pode estar com uma visão um pouco incompleta. Não é mais novidade para ninguém que manter uma boa rede de relacionamentos é essencial para que profissionais alcancem objetivos e descubram novas oportunidades em seus ramos.

Os contatos podem ter um fim que não seja o da amizade, mas sim a troca de informações sobre determinado produto, lugar e, principalmente, interesses profissionais. O LinkedIn, rede social profissional mais conhecida no mundo, conecta amigos, mas também os liga a colegas de trabalho, de faculdade e desconhecidos com interesses profissionais semelhantes.

Respondendo a pergunta do título do post: Sim, fazer network abre portas profissionais. O mais importante é entender que as pessoas que fazem parte do nosso ciclo de amizades podem ser úteis de várias formas. No âmbito profissional, por exemplo, não perder relações com os antigos empregadores, amigos da época, turma acadêmica, grupos profissionais, Conselhos Regionais e sindicatos/entidades/associações de classe, podem beneficiar um profissional. Todos estes relacionamentos podem ser catalogados por interesse e atualizados constantemente. Faça a sua rede saber o que você está fazendo, onde está trabalhando, se mantém um blog, se possui perfis em mídias sociais. Coloque-se na vitrine do mercado de trabalho.

A internet é um grande meio para manter relacionamentos, pois ela oferece inúmeras oportunidades de contato em redes sociais, como o já citado LinkedIn, que guiam o profissional a preencher campos do cadastro como se fosse um currículo online e ligam pessoas a empresas e instituições de ensino. Todos esses links fazem com que surjam oportunidades de emprego, palestras e negócios.

Porém, para se construir uma rede de relacionamentos consistente, alguns pré-requisitos devem ser levados em consideração. Os principais deles são a constância e consistência, pois de nada serve ter um grande leque de contatos se você está sempre ausente, ou pior, se você não apresenta conteúdo com o qual possa contribuir. É preciso manter-se ativo e conectado, pois quem não é visto, não é lembrado. A qualidade da sua rede depende exatamente do interesse em mantê-la produtiva e de fácil acesso, além de constantemente atualizada.

Quando um profissional começa a pensar em network, a princípio ele pode achar que o importante é a quantidade de pessoas que possui em sua rede. No entanto, mais do que quantidade, a qualidade desses contatos deve ser valorizada. É preciso ter bons contatos, com pessoas que possibilitem a troca, que te enxerguem como um profissional competente, que saibam das suas qualidades e conheçam seu trabalho.

Neste ponto, podemos identificar uma linha que liga o network ao marketing pessoal. E fazer essa ligação não é equívoco. Marketing Pessoal é a embalagem que você dá ao seu produto (conquistas e competências) e o NETWORK é a divulgação deste produto. Então, sem dúvidas, os dois estão interligados. Se um produto na prateleira do supermercado tiver embalagem atraente, mas não for de boa qualidade, o seu consumo será temporário. Um produto de boa qualidade, porém, sem uma embalagem atrativa, não será consumido. Mas um produto de boa qualidade e com boa embalagem terá uma venda eterna. É importante que o profissional tenha pré-disposição em iniciar este trabalho, pois com os recursos (tecnologia, internet) hoje existentes, não é difícil e nem trabalhoso criar um pequeno banco de dados que o permita utilizá-lo para pesquisa, obter dados e informações, divulgar produtos e currículos, parabenizar por datas comemorativas e muito mais. Criar o programa, alimentá-lo e desenvolver grupos de interesse permitirá que ele tenha em mãos um excelente instrumento de relacionamento. Não pense nas dificuldades, mas sim no retorno e nas oportunidades.

Fonte: Catho

Seis estratégias para subir na carreira

Os gerentes de TI, em geral, são vistos como especialistas na função que exercem, com forte perfil técnico. No entanto, quando o assunto é gerenciar pessoas e traçar um plano de carreira para as equipes, a maioria falha. De que forma, então, é possível chegar a eles e mostrar suas ambições profissionais? A saída é ter uma postura proativa.

Muitos líderes de TI não conseguem identificar talentos e ajudar no desenvolvimento de suas equipes. O fato é que eles foram promovidos porque eram tecnicamente bons, mas não necessariamente porque tinham fortes habilidades interpessoais ou perfil de liderança.

Pode ser que você se depare com um chefe legal e ao mesmo tempo pouco ou nada preparado para ajudar sua equipe a progredir. A boa notícia é que a menos que você esteja em uma organização sem perspectivas de futuro, certamente conseguirá entrar em grandes projetos, ter a chance de ser notado e, em algum momento, receber uma promoção sem interferência de chefe direto.

O que fazer para chegar lá pode ser simples. Traçamos seis estratégias que podem ajudá-lo a crescer profissionalmente, quando seu chefe não lhe ajuda.

1. Seja claro sobre o que você pode oferecer
A maioria das pessoas não conseguem mostrar o valor que pode criar para a empresa. Sempre que possível deixe claro que competência você possui e como ela pode ser aplicada para ajudar na obtenção de resultados. Ser visto como alguém que faz a diferença pode levá-lo a futuro candidato a promoções.

2. Peça o que você deseja
Mesmo que seu gestor não tenha demonstrado apoio até o momento, você deve sentar-se frente à frente com ele e expor suas ambições. Deixe que ele saiba que você precisa dele e esteja pronto para ouvir que seu chefe precisa de você. Esteja preparado também para articular o que você pode fazer por ele e como suas habilidades podem ajudar a organização. Não esqueça que seu chefe é a pessoa mais próxima a se tornar um defensor seu.

3. “Comprometa-se” com o sucesso do seu chefe
Pode parecer estranho, se você está sobrecarregado e insatisfeito. Mas se quiser ter sucesso, fixe sua mente no comprometimento com o sucesso de seu chefe. Assim, você se torna parte do trabalho dele e tem a chance de apontar saídas para erros ou problemas com fornecedores. Assim você se destacará pelo potencial que possui.

4. Conecte-se
Quanto mais você construir relacionamentos em toda a organização, melhor posicionado estará na hora de ser considerado para futuras oportunidades. Não comece por olhar para fora de seus interesses, mas aprenda a tentar conhecer um pouco mais sobre as outras pessoas que estão ao seu redor na empresa. Sempre que possível, almoce com alguém que você conheceu recentemente.

5. Faça o trabalho que você quer eventualmente
Se você quiser se destacar, vá em frente, demonstre o que você é capaz de fazer. Você precisa fazer o trabalho que quer e para isso tem que começar a fazê-lo hoje mesmo.

Por exemplo, se você é um gerente sênior da área de tecnologia, mas pretende levar os projetos às equipes responsáveis pela definição das estratégias, arregace as mangas traduzindo os projetos em métricas de negócio.

Claro que estar de olho em uma promoção não descarta a tarefa de continuar cumprindo com todas as suas obrigações. Mas você estará usando suas competências para esforços que no futuro podem ser reconhecidos na hora da empresa destacá-lo para a uma nova função, a qual você deseja ocupar um dia. Você não pode perder a oportunidade de demonstrar suas habilidades na frente de líderes que não são, necessariamente, o seu chefe.

6. Acredite e mantenha a esperança
Aja como se já fosse o profissional pronto que você quer se tornar. Se o seu chefe não é solidário aos seus esforços, tenha fé, acredite que alguém será. Todo bom líder está sempre procurando as pessoas certas. E, quando perto de pessoas que têm as qualidades certas, começará a trabalhar para conseguir que o indivíduo se destaque na equipe.

Fonte: Computerworld

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