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Palestra: Marketing On-life

 

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Muito boa tarde, honoráveis leitores!!!

No dia 25 de junho, o Senac Ribeirão Preto realizará a palestra Marketing On-life.

A ação, ministrada pelo publicitário Rafael Kiso, tem como objetivo apresentar como a tecnologia e a publicidade digital podem elevar a capacidade do marketing de tornar uma marca parte da vida conectada de seus consumidores.

Rafael Kiso é vice-presidente de Planejamento do grupo Focusnetworks de Marketing Digital, responsável por soluções que potencializam negócios e pela comunicação por meio das mídias sociais para médias e grandes empresas nacionais e internacionais. O publicitário é também sócio-fundador das empresas MídiaNext, agência digital, e a Interactive.

O Senac Ribeirão Preto fica na Av. Capitão Salomão, 2133 no Jardim Mosteiro, ao lado do Bosque Municipal Fábio Barreto. Informações podem ser obtidas pelo e-mail ribeiraopreto@sp.senac.br, ou pelo telefone 16 2111.1200.

Inscreva-se no site.

O evento acontecerá numa quarta-feira, dia 25/06/2014, das 19 às 22 horas.

Aproveitem o evento e tenham todos uma ótima e produtiva semana!

Fonte: SENAC

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Como está sua imagem online?

Excelente terça-feira, saudosos leitores! Alvitro-lhes-ei à “GOOGLAR” vossas graças (“ê trem chique!”). Isso mesmo! Não seria incorreto afirmar que exatamente TODOS vocês que agora lêem esse post, já usaram algum buscador ao menos 1 vez essa semana. Mas garanto que boa parte nunca experimentou procurar sobre si próprio!

O texto que seguirá foi escrito pela jornalista Sally Adee, da New Scientist, que foi traduzida e publicada hoje, na INFO.

Cultivamos nosso status social desde que nossos ancestrais primatas tiravam insetos das costas uns dos outros. A internet tornou a gestão da reputação mais difícil. Muitos usam a rede para compartilhar informações pessoais sem imaginar que elas podem atingir uma audiência maior e, muitas vezes, de forma definitiva. No mundo real, podemos criar várias identidades: você pode ter uma no trabalho e outra quando está com os amigos no bar. Esse tipo de fronteira desaparece na internet. Estamos perdendo a capacidade de apresentar essas diferentes personas na web. Para alguns azarados, essa confusão se tornou pública em situações desagradáveis. Algumas pessoas preferem se esconder na internet atrás de um pseudônimo. É a melhor solução para evitar problemas, certo? Nem sempre! Há um experimento no qual os participantes podiam conversar online usando apelidos. Descobriu que as pessoas ficavam mais dispostas a compartilhar dados pessoais, do tipo que afeta a reputação. Começou uma troca de informações sobre peso e problemas pessoais.

O perigo é que esse tipo de informação pode ser vinculada a você. A Netflix, empresa americana que oferece vídeos por streaming, descobriu isso da pior maneira. As sugestões de filmes são o núcleo do negócio, que tem um sistema que antecipa o desejo dos clientes. Em 2006, a Netflix ofereceu um prêmio para quem fizesse a melhor modificação nesse dispositivo. Para tanto, forneceu dados de meio milhão de clientes aos 51 mil competidores, incluindo o histórico de aluguel de filmes. A Netflix não se preocupou com a privacidade dos clientes porque os registros eram anônimos.

Mas os pesquisadores Arvind Narayanan e Vitaly Shmatikov, da Universidade do Texas, pegaram o banco de dados e cruzaram com resenhas postadas no site IMDb, a bíblia do cinema na internet. Isso permitiu inferir coisas como preferência política e orientação sexual a partir das escolhas de filmes. A Netf lix queria um sistema melhor, mas tirou muita gente do armário (risos).

Mas o que pode ser feito para recuperar a reputação online? Para começar, dê uma olhada nos perfis dos jovens nas redes sociais. Ainda que sejam acusados de não se preocupar com privacidade, vários adolescentes usam as redes para se promover. Alice Marwick, da Universidade Harvard, é coautora de um estudo sobre perfis de estudantes do ensino médio no Facebook. Ela descobriu que vários adaptam seus perfis para conquistar as faculdades. Eles destacam eventos saudáveis, como esportes. Os alunos revelam só a parte da personalidade que interessa às universidades.

Suba nas buscas

Inundar os buscadores com boas informações sobre você é uma maneira de estar nas primeiras páginas dos resultados de buscas. Como raramente vamos além das páginas iniciais, o gerenciamento da sua reputação pode se tornar bem mais fácil. Outra boa ideia é rechear o currículo online com muitos dados ou adicionar mais atividades que os empregadores gostam. Essas informações podem ir para sites como a rede profissional LinkedIn e outros 500 endereços semelhantes. A medida ajuda a criar referências cruzadas de links, o que faz os resultados subirem na busca. Em semanas, esses sites enterram as informações danosas à sua reputação e apresentam as novas.

Seja o dono do seu nome o máximo que puder. Tenha seu site, sua conta no Twitter, página no LinkedIn. Se houver alguma menção aleatória, não vai aparecer nos 100 primeiros resultados de buscas.

Como discordar de seu superior sem perder seu emprego?

O projeto não vai sair como o planejado, o chefe está deixando de fazer algo importante ou ele está simplesmente errado? Ter jogo de cintura para criticar o superior em hierarquia sem que isso traga prejuízos para o profissional ou ambiente de trabalho é uma habilidade para poucos.

Acompanhe os passos para evitar desconforto ao criticar ou contrariar seu superior na empresa:

1. Assuma o risco

Nem todo chefe consegue administrar críticas de subordinados. Em um ambiente de trabalho ideal, o chefe oferece a liberdade para que os profissionais discordem dele, mas não é sempre que isso acontece.

O risco é o chefe não querer ouvir o que o profissional quer dizer, por isso é importante avaliar antes a postura dele e o relacionamento entre os dois. Por mais que a relação seja amigável e democrática, vale a pena refletir sobre as consequências que uma possível crítica pode significar para a relação.

É importante conhecer o estilo do chefe para encontrar um canal de comunicação adequado, para que a conversa flua sem maiores problemas.

Quem conseguir administrar bem a situação, pode, inclusive, tirar um saldo positivo da situação: ter pontos contados a favor e tornar a relação com o chefe mais próxima.

2. Mantenha a discrição

A crítica ao chefe deve ser direcionada “diretamente” a ele e não aos colegas de trabalho, até mesmo para evitar um clima desagradável no escritório. Ele não pode perceber que há um tom de insubordinação.

O profissional precisa evitar cair na armadilha da fofoca. Comentar com colegas de trabalho pode gerar mal-estar e não atingir o ponto principal da crítica ou discordância, que é tornar melhor o fluxo de trabalho ou projeto em andamento.

3. Escolha o momento certo

Ser discreto significa também escolher o “timing” correto para a abordagem.

Criticar o chefe afeta a autoridade dele, por isso não é indicado resolver falar na frente de outras pessoas. O profissional deve evitar fazer a crítica em reuniões, por exemplo, porque isso significa, em geral, uma atitude impulsiva e que pode gerar desconforto.

Uma alternativa é agendar previamente um encontro com o chefe em que os dois possam conversar sem serem importunados e resolverem as questões pendentes. Além disso, é importante estar seguro sobre o que será falado, porque uma vez iniciada a conversa, ela precisa ser produtiva.

4. Seja descritivo e objetivo

Há o feedback avaliativo e o feedback descritivo. A segunda opção é a melhor escolha. A crítica levantada deve ser focada em fatos e nas consequências profissionais, sem cair em julgamentos pessoais baseados apenas na interpretação feita pelo funcionário.

Expressar o descontentamento de forma emocional torna mais difícil a tarefa de convencer o chefe a concordar com o ponto apresentado. Evitar o tom de ataque e o uso de palavras negativas, além de apostar na forma “delicada” de abordagem. são estratégias mais suscetíveis ao sucesso.

Vale apostar também no que a mudança de atitude do superior pode trazer de resultado positivo para o fluxo de trabalho. Em vez de dizer o que o chefe está deixando de fazer, melhor mostrar o que pode ser feito para que o trabalho seja melhor executado.

Falar calmamente e com a escolha das palavras certas, olhando no olho do interlocutor, também sinaliza que o profissional está em “missão de paz” e auxilia para que o chefe não fique na posição defensiva.

5. Esteja pronto para a reação

Os riscos foram calculados, a estratégia estabelecida e a conversa ocorreu dentro do padrão de civilidade entre funcionário e chefe. Mesmo assim, o resultado não saiu como o esperado.

A depender do porte da empresa, o funcionário deve recorrer à area de Recursos Humanos e conversar com o responsável pelo setor. Nas empresas menores, se não há como reverter o quadro e o ambiente de trabalho se tornou ruim, talvez seja a hora de procurar um novo emprego.

Fonte: INFO

Comunique-se com clareza

Uma comunicação ruim sempre é um grande problema. Se tratando de equipes de uma mesma empresa que precisam trocar informações para atingir o objetivo do projeto o problema é ainda maior.

Mesmo com tantos recursos disponíveis como celulares, e-mail, videoconferência, ainda temos muitas falhas de comunicação, quem nunca se deparou com mal-entendidos por falha de comunicação e poderia ser evitado simplesmente melhorando a habilidade de interagir com as pessoas a nossa volta. Analisando a estes fatos podemos dizer que mesmo com novas tecnologias de comunicação não estamos nos comunicando melhor.

Sempre quando estivermos nos comunicando devemos escolher nossas palavras com cuidado, pois elas causam reações nas pessoas que nos ouvem. As frases que levam a percepções negativas: “Eu insisto…”, “Você deve…”, “Se continuar assim…”, devem ser evitadas já que estas frases demonstram que a pessoa que o (interlocutor) não tem nenhuma escolha. Não podemos nos esquecer de evitar palavras que discriminam, que fazem referência a idade, orientação sexual, religião, raça.

É notável que muitos lideres são excelentes comunicadores, comunicar-se com clareza é uma habilidade fundamental. Se repararmos na maneira com que grandes lideres se comportam vamos notar que possuem algumas características em comum: simpátia, cortesia, sensatez e em geral demonstram segurança e confiança. Portanto, se você está em uma posição de liderança (independente do cargo) lembre-se que você se torna um modelo de comportamento, seus colaboradores irão segui-lo como exemplo.

Ocupar um cargo menor ao que tinha antes não significa retrocesso na carreira

Sair de um cargo e passar a ocupar outro menor não é necessariamente um retrocesso na carreira. Nem sempre é algo negativo. Pode ser uma adequação. Os impactos dessa decisão dependerão da empresa e da proposta do novo desafio.

A decisão de recuar um passo na carreira deve ser bem analisada pelo profissional e, em certa medida, pode ser até positiva. Isso mostra ao mercado que o profissional é flexível e acredita no seu potencial.

Os motivos da mudança

Nem sempre considerar abraçar um cargo menor hierarquicamente revela certo desespero do profissional que tenta se recolocar no mercado. As especialistas concordam que existem vários fatores que levam os profissionais a aceitarem propostas desse porte.

Entre eles, está a própria necessidade do profissional de mudar e enfrentar novos desafios. Pode ser uma mudança de uma empresa de pequeno porte para uma de porte maior.

Geralmente, um analista sênior em uma empresa pequena pode não conseguir a mesma posição em uma empresa maior. E isso é natural. Ele desce um degrau para avançar mais e dar um ‘upgrade’ dentro da empresa.

Independentemente dos motivos, nessa hora tanto os profissionais como as empresas devem avaliar bem cada caso. As empresas também precisam entender as razões que levaram esse profissional a se candidatar à vaga. É preciso visualizar toda a situação.

Em determinados casos, as empresas chegam a recusar a entrada de um profissional mais gabaritado para ocupar uma vaga hierarquicamente menor. Por isso, é preciso fazer uma avaliação dos dois lados e antes mesmo de o profissional começar a ocupar esse novo cargo.

Encarando os desafios

Não é fácil fazer essa transição. É sempre um momento delicado e é preciso estar preparado. E quem não estiver com foco e não tiver avaliado as possíveis consequências da mudança pode não conseguir levar a nova situação. Resultado: o desempenho cai e bate aquele desânimo.

Um ponto que ajuda muito nessa avaliação é o cuidado que se deve ter com ela. Quando está tudo muito bem amarrado, os riscos diminuem. Então, antes de decidir, entenda a empresa, os desafios.

Para além de entender as novas dinâmicas do novo desafio, os profissionais precisam encarar a situação como uma oportunidade de rever a carreira. Ele precisa perceber que é um momento de superação e avaliação. E, sobretudo, uma oportunidade de crescimento profissional.

Fonte: Administradores.com.br

Você é um bom funcionário… ou um funcionário bom?

Nas empresas há três tipos de funcionários: os maus funcionários, os bons funcionários e os funcionários bons. Com o passar do tempo o mau funcionário tende a ser expurgado do staff, o bom funcionário consegue subir de cargo, porém o funcionário bom vai sempre ficar no mesmo lugar. Eu explico melhor.

O funcionário bom é geralmente gentil e cavalheiro, solícito quando acionado, todos gostam de tratar com ele principalmente seu chefe, mas sua carreira nunca vai para frente. Este mesmo funcionário não consegue entender o que acontece com ele mesmo, já que se olhando no espelho e se comparando com outros de sua empresa ele é mais completo.

O que acontece é que para muitas empresas o funcionário bom não tem perfil empreendedor, não é agressivo e muito menos exerce algum tipo de liderança. E você? Que papel você exerce em sua empresa? Para ajudá-lo a refletir melhor sobre seu papel, descrevo alguns pontos que podem ser úteis na sua tomada de decisão:

1. Você já se deparou com uma situação em que numa reunião você está sempre balançando a cabeça positivamente e nunca dá palpite de nada? Isso é um sinal de ser um funcionário bom, cuidado.

2. O funcionário bom sempre concorda com tudo que lhe dizem, mesmo não concordando e principalmente se as idéias vierem de seu chefe. No Português claro é aquele sujeito que não tem personalidade, o que prefere ser omisso a causar algum tipo de discordância e, conseqüentemente, algum mal estar.

3. Discordar para que? O funcionário bom nunca discorda com ninguém, ou seja, se está bom para os outros, por que não para ele? Para ele o que importa é estar sempre bem com os outros.

4. Desabafo não é coisa para funcionário bom. Ele pode estar até irritado ou contrariado com algo ou alguém, mas mantém sempre a mesma postura de que a vida é bela e cor de rosa.

5. Uma característica muito forte do funcionário bom é que ele nunca aparece. Em reunião então ele fica, além de balançar a cabeça concordando com tudo e com todos, rezando para que Deus o cubra com o manto da invisibilidade e ninguém o veja e o aborde.

Ter um funcionário bom como colega de trabalho é maravilhoso, pois ele não trapaceia ninguém, não fala mal de ninguém e adora ajudar a todos. Então mudá-lo de posto para que? Já que ele contribui e muito para que haja paz no ambiente. No fundo, se um dia este funcionário bom passasse a reclamar de algo ou de alguém provavelmente todos o apoiariam, mas ele só não o faz por ser um funcionário bom.

Lembre-se que ser um funcionário bom é uma ameaça para sua carreira profissional. Portanto, decida ser aquele profissional que é empreendedor, que dá palpites e que sabe liderar. Muitas vezes um funcionário prefere se esconder por medo, porém no mercado de trabalho atual não há mais lugar para o funcionário bom.

Fonte: Sintracpar

[Profissão: TI] Analista de SEO e mídias sociais

Nos próximos anos, devem surgir no mercado novas profissões, impulsionadas pelo uso da tecnologia. Na realidade, hoje já convivemos com uma série de cargos que não existiam há alguns anos. Um exemplo é o caso dos profissionais que trabalham para melhorar a posição de uma empresa em sites de busca. Hoje, isso não só virou uma área importante, como tem sido uma ótima fonte de receitas para pessoas que exercem a função de analista de SEO (otimização de mecanismos de busca, em português).

O trabalho atende a uma demanda crescente das empresas: aumentar a visibilidade de suas páginas na internet. No entanto, faltam profissionais qualificados para exercer a função, uma vez que é uma área nova, para a qual não há cursos específicos.

Para suprir esta carência de formação técnica na área, muitos profissionais apelam para uma fonte que estão extremamente habituados: a própria Internet.

Consultando fóruns, manuais e trocando experiências com outros profissionais que atuam na área, é que esses analistas adquirem know how e vão alimentando o banco de conhecimento para que outros interessados possam consultar e desfrutar das informações.

Além do analista de SEO, outro tipo de novo profissional que também está em alta, mas ainda com escassez de mão-de-obra é o analista de mídias sociais.

Mas, assim como na área de SEO, entre analistas de mídias sociais a história se repete: faltam profissionais e não há formação específica para quem quer ocupar um cargo nesse setor. Essas profissões do futuro não têm faculdade hoje. É comum esses cargos serem ocupados por profissionais que não são formados propriamente em TI. Muitos são publicitários, designers, jornalistas etc. As caracteristicas comportamentais são mais importantes do que a formação nesses casos.

Fazer cursos na área é importante, mas correr atrás e praticar faz muito mais diferença para quem quer buscar uma oportunidade nessas novas profissões que surgem na área de tecnologia. É essencial não perder tempo, uma vez que o mercado de TI se movimenta com muita rapidez.

Contribuição: OLHAR DIGITAL

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