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Archive for the ‘TI Verde’ Category

Google recebe autorização para comprar e vender energia

Google

Google da um grande passo e conquista mais mercado. Segundo o site do jornal La Nacion a Google começa a comprar e vender energia nos EUA através de sua subsidiária, a Google Energy. A Google recebeu permissão da Comissão Federal Reguladora de Energia dos Estados Unidos (FERC) para comercialização de energia através de sua subsidiária.

A empresa Google Energy foi criada e aplicada para o mercado com taxa de autorização, em dezembro, e será capaz de começar a negociação de energia em 23 de fevereiro. Ela tem como objetivo conseguir energia limpa e renovável para seu uso próprio.

A Google também fez uma promessa a ser carbono neutro, para poder comprar e vender energia irá ajudá-lo a incorporar uma energia mais verde em suas operações.

Um físico de Harvard está a trabalhando na investigação sobre o impacto ambiental da computação, e estima que uma pesquisa do Google gere média de 7 gramas (0,25 onças) de carbono levando em consideração o tempo que  médio que um usuário leva desde a primeira busca até encontrar o que realmente procura segundo informações do blog da Nacional Geographic. O blog diz também que em termos diários, uma pesquisa é equivalente a metade da energia necessária para ferver uma chaleira.

Por outro lado a Google se defende em seu blog e diz que a quantidade de energia que é consumida pelo corpo humano em 10 segundos, e as emissões de carbono de um jornal igual cerca de 850 buscas Google e diz ainda que suas práticas de reciclagem, o investimento em energia renovável, e os esforços para aumentar a eficiência de toda a indústria de TI ajudará a compensar qualquer crítica.

por Samuel M. Martins
@samuel_rp

Unicid lança pós-graduação em TI Verde

De olho na crescente demanda do mercado por especialistas em TI Verde, a Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) anuncia a criação de um curso de pós-graduação de Tecnologia da Informação e Responsabilidade Socioambiental – Green IT. A ideia é formar gestores e graduados em TI ou em Administração de Empresas que possuam afinidades com as questões de responsabilidade socioambiental.

O curso tem como intuito preparar os profissionais a criar projetos ligados à TI Verde – desde a etapa do planejamento, passando pela execução, até ao acompanhamento e análise de resultados. Entre as matérias do curso, destacam-se: fundamentos do controle ambiental, direito ambiental, marketing, gestão de projetos, virtualização e planejamento ambiental.

As aulas estão previstas para ter início em 1º de março, com duração de 12 meses, somando uma carga horária de 360 horas. Mais informações no site  www.cidadesp.edu.br.

Fonte: CIO

Quase metade das grandes e médias empresas do Brasil usam virtualização

A virtualização de servidores é usada por 42% das empresas de médio e grande porte no Brasil. A conclusão é da consultoria IDC, que realizou um estudo, no mês de outubro e no início de novembro, com 155 companhias no País.

Segundo a análise, mesmo os 48% de respondentes que não utilizam soluções de virtualização de servidores conhecem a tecnologia e como ela funciona. Fornecedores de soluções de virtualização ainda têm uma grande oportunidade de negócios no Brasil, porque as empresas estão em busca de ofertas do tipo.

O Brasil está consolidando sua base tecnológica para a próxima geração dos ambientes de TI, mais flexível, que é a cloud computing (computação em nuvem).

Um dos setores que investirá nesta tecnologia em 2010 é o bancário. Segundo estudo da IDC divulgado no fim de outubro, os bancos aumentarão os recursos destinados à TI no próximo ano. A virtualização aparece como um dos focos, junto com consolidação de servidores e convergência TI/Telecom.

24 de outubro – Dia Internacional da Ação Climática ::350.org::

Dia 24 de Outubro, junte-se a pessoas de todo o mundo e tome uma posição em nome de um futuro climático seguro.

350.orgComo muitos de vocês sabem, neste mês de dezembro, os líderes mundiais estarão reunidos em Copenhague, na Dinamarca para redigir um novo tratado climático global. Dessa vez, um documento que tenha o potencial para virar a maré contra o aquecimento global. O problema é que a maioria dos líderes do mundo e seus negociadores não estão conseguindo. Eles não estão planejando fazer o suficiente para evitar a crise climática.

Como o Blog Action Day 2009 foi um sucesso absoluto, podemos (e devemos) agora apoiar o Dia Internacional de Ação Climática, organizado pelos parceiros da 350.org , neste sábado, 24 de outubro.

Este é um convite para aderir a um movimento. Para usarmos um dia para mudar o mundo.

Os fatos científicos são agora inegáveis: a crise climática é o maior desafio que a civilização enfrenta. Juntos, chamaremos a atenção do mundo para que se concentre numa solução.

Unirmo-nos em torno dos 350, significa definir uma ambiciosa meta para onde devemos dirigir o nosso planeta. Dia 24 de Outubro, vamos nos reunir em lugares emblemáticos do mundo inteiro – desde o Monte Kilimanjaro à Grande Barreira de Coral, passando pela sua cidade. Vamos nos certificar de que o mundo ouve o nosso apelo. O movimento está só no começo. E precisamos da sua ajuda.

O plano é o seguinte: estamos pedindo a você, e às pessoas de todos os países do mundo, que organize uma ação na sua comunidade no dia 24 de Outubro. Não há limites – imagine passeios de bicicleta, marchas, concertos, caminhadas, festivais, plantação de árvores, protestos, e mais. Imagine a sua ação ligando-se com milhares de outras ações no mundo inteiro. Imagine o mundo acordando. Se conseguirmos, a mensagem do dia 24 de Outubro será poderosa: o mundo precisa das soluções climáticas que a ciência e a justiça exigem.

Diz-se muitas vezes que a única coisa que nos impede de travar a crise climática de forma rápida e igualitária é a falta de vontade política. Bom, a única coisa que pode criar vontade política é um movimento global unificado – e ninguém vai construir esse movimento por nós. Ele tem que ser feito pelas pessoas comuns do mundo inteiro. Como você.

Por isso marque um evento na sua comunidade no dia 24 de Outubro, e recrute a ajuda dos seus amigos. Juntamente com seus colegas ou o seu grupo local de defesa do ambiente ou dos direitos humanos, a sua igreja ou sinagoga ou mesquita ou templo; recrute ciclistas, agricultores locais, jovens, colegas de trabalho, da faculdade. Vamos começar a nos organizar em todo o planeta.

Ajude-nos divulgando essa campanha, coloque selos do movimento em seus blogs, sites, tweet esta notícia, seja ativista do mundo. Confira os vídeos do 350.org, abaixo:

Acesse www.350.org

[Blog Action Day 2009] Telepresença reduz gastos com viagens e emissão de CO² na atmosfera

Green IT - TI Verde

A onda de redução de custos dos últimos meses afetou, principalmente, as viagens profissionais. O problema é que a necessidade de realizar reuniões, encontros e treinamentos com pessoas distantes permanece, levando as empresas a concentrarem esforços no desenvolvimento de videoconferência.

Em empresas de maior porte, a economia com deslocamentos, estadia e outros gastos para manutenção de pessoas fora de sua localidade, chega à casa dos milhões de dólares.

No entanto, muitos já defendem a manutenção da adoção em massa da telepresença após a economia voltar à fase de aquecimento. A justificativa é a redução das pegadas (emissões) de carbono. Os benefícios ao meio ambiente que a videoconferência gera é ainda maior do que o impacto nos custos.

Criar uma estrutura simples é fácil: basta colocar câmeras IP com recursos de transmissão de voz em ambos os lados. A diferença fica na qualidade dos equipamentos, que vão desde terminais com câmeras de baixa resolução, até soluções completas de telepresença, que buscam simular um ambiente real de reuniões. As soluções podem custar de US$ 3.000 até US$ 200 mil, dependendo do porte e da qualidade demandada.

As que não têm fôlego para investir em uma estrutura própria, mas precisam realizar uma reunião de telepresença, contam com salas de aluguel. Alguns centros de negócios do país já realizam a oferta, sobretudo porque as viagens de última hora são as que mais causam impacto nos custos da organização.

A HP adotou a tecnologia de telepresença para conectar sua área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no Brasil a outras unidades de desenvolvimento e aos HP Labs em todo o mundo. Chamada de HP Halo, a solução permite reunir pessoas em salas de teleconferência interativas de alta resolução, com alta velocidade e som digital, como se todos estivessem em um mesmo ambiente.

Com mais de 100 estúdios distribuídos em 22 países, empresas como ABN Amro, AIG Financial Products Corp, Canon, GE Commercial Finance, Novartis e PepsiCo utilizam a tecnologia Halo.

Para calcular corte de custos e pegadas de carbono geradas com viagens, o que dá idéia do potencial benefício, a Tandberg criou calculadoras, disponibilizando-as no site www.seegreennow.com. O portal permite também calcular o custo do tempo perdido durante os deslocamentos e o total de horas desperdiçadas.

Mas os fabricantes de equipamentos de telepresença e videoconferência não são os únicos que estão vendendo a idéia dos benefícios desta tecnologia para o meio ambiente.  A The Nature Conservancy já classificou a videoconferência como uma das opções mais simples que se pode adotar para ajudar o nosso planeta. Ao mesmo tempo, o World Wildlife Fund (WWF)  apresentou recentemente dois relatórios que demonstram como a videoconferência pode ajudar as empresas a reduzir suas emissões de carbono de forma considerável.Telepresença - Videoconferencia - Teleconferencia

Além disso, nos tempos de crise, a pressão para abordar o tema da mudança climática também se mostra muito presente. A economia já se recupera, mas o meio ambiente continuará sofrendo, a não ser que as empresas atuem imediatamente. A videoconferência é uma das soluções que podem ajudar as organizações a enfrentar tanto o problema da redução de custos como ajudar a alcançar seus objetivos em relação ao meio ambiente.

Na própria Tandberg, seus 1400 empregados realizam, por mês, mais de 75 mil videoconferências e reuniões de telepresença, reduzindo de forma significativa a necessidade de viajar para reuniões presenciais.

10 conselhos para as empresas poluirem menos:

  • Acesso a especialistas que estejam em locais distantes – Conectar clientes e colaboradores com especialistas em tempo real, e pessoalmente, através das videocomunicações, sem se importar onde estão localizados, com economia de tempo, dinheiro e emissões de carbono, e com aumento de satisfação e de fidelidade dos clientes.
  • Reuniões mundiais – Não há necessidade de pegar um avião quando for preciso reunir-se com o Conselho Executivo e com os demais componentes da equipe.  Basta ir até a sala de videoconferência e uma simples chamada vai permitir que todos se comuniquem pessoalmente e em tempo real.
  • Customer Briefing Centers – Para facilitar a colaboração e a tomada de decisões instantâneas, as videocomunicações reúnem, por exemplo, compradores, clientes, equipes de vendas e profissionais especialistas em tempo real, sem que haja necessidade de viajar, reduzindo o impacto ambiental negativo das viagens.
  • Conciliação da vida pessoal e profissional – Os empregados que estão sempre viajando geralmente têm mais estresse, menos produtividade e menor satisfação no trabalho. A videoconferência elimina a necessidade de viajar e incrementa a disposição e a atitude, a produtividade e a colaboração do profissional, e permite manter as comunicações pessoais entre as equipes.
  • Aprendizado à distância – Escolas, hospitais e outros serviços de desenvolvimento de profissionais preservam o meio ambiente quando se conectam a locais remotos através de videoconferência para melhorar as oportunidades de aprendizagem e economizar nas despesas.  Podem igualmente compartilhar de forma simples os conteúdos gravados para futuras aulas.  A formação à distância tem múltiplas aplicações e vantagens inclusive dentro do ambiente da empresa.
  • Pesquisa e Desenvolvimento – Especialistas em Planejamento e Pesquisa de todo o mundo podem manter discussões em tempo real, e pessoalmente, sobre o projeto de um produto, ou sobre a execução de modificações nos componentes, através de reuniões por videoconferência, o que permite acelerar os tempos de desenvolvimento sem aumentar as emissões de carbono pelas diversas viagens que este tipo de função requer.
  • Crescimento da equipe – ter uma grande quantidade de escritórios ou filiais significa ter equipes “ilhadas”.  A videoconferência permite que as equipes mais distantes conversem com as outras como se estivessem em um mesmo escritório. E mais ainda: aumenta a colaboração e a camaradagem entre colegas sem exigir gastos com viagens que esse tipo de encontro acarretaria.
  • Seleção de pessoal – Os contatos iniciais com candidatos que não sejam da localidade são mais econômicos e ecológicos se forem eliminadas as viagens para fazer as primeiras entrevistas.  Além disso, as videoentrevistas são mais efetivas que as entrevistas telefônicas, uma vez que os entrevistadores podem observar as expressões faciais do entrevistado.
  • Colaboração em tempo real – As empresas podem trabalhar com grande quantidade de dados e conteúdos, e atuar em tempo real a partir de múltiplos endereços/localizações com todas as capacidades visuais e de multimidia que a videoconferência oferece ao invés de perder produtividade e tempo com as longas viagens até o local.

Assista a matéria especial exibida no Jornal da Globo sobre telepresença e seus benefícios ao meio ambiente, e entenda na prática como funciona essa tecnologia:

“Telepresença é a ‘menina dos olhos’ da TI Verde”

Por Fernando Henrique.

Blog Action Day 2009

Blog Action DayUm blog sozinho não pode fazer muito pelo planeta. Mas, se grande parte da blogosfera mundial postar uma mensagem sobre o aquecimento global, poderá conscientizar muita gente por aí!

E é exatamente isso o que pretende o Blog Action Day, evento que acontece todos os anos, desde 2007, e reúne blogueiros do mundo todo para falar de um tema específico num único dia. Este ano, a bola da vez são as mudanças climáticas, assunto que dominará os blogs participantes no dia 15 de outubro.

Há várias formas de participar dessa manifestação pela sobrevivência do planeta;  já que a mudança do clima afeta a todos, aumentando a fome, gerando inundações, provocando mais guerras e deixando milhares de refugiados. As mensagens podem ser enviadas via blog, site, Twitter, Facebook e demais redes sociais.

Todos podem fazer parte da iniciativa, basta acessar o site da organização e registrar seu blog (assista ao vídeo abaixo). Mas lembre-se: é necessário postar pelo menos uma mensagem sobre mudanças climáticas no dia 15.

Posts Sugeridos

O BAD (Blog Action Day) encoraja você a escrever sobre as alterações climáticas no contexto de como ele se relaciona com o tema do seu blog. Para ajudar você a começar a pensar, aqui estão algumas idéias sobre como você pode conectar a mudança climática com as coisas que você já escreve:

Um blog de Tecnologia ou Business poderia escrever sobre emergentes tecnologias limpas e inovadoras e como as empresas podem ser capazes de ajudar a resolver o problema das alterações climáticas.

Um blog de Saúde ou Estilo de Vida poderia escrever sobre como as mudanças climáticas aferatão a saúde dos nossos filhos e a vida diária.

Um blog “Sem Fins Lucrativos” ou Político poderia escrever sobre como a mudança climática está profundamente ligada a muitas outras questões – tais como a pobreza e os conflitos.

Um blog de Design poderia escrever sobre as novas tendências do eco-design ou do design sustentável.

Um blog de Viagens poderia escrever sobre os lugares que você quer ver agora, antes das alterações climáticas os tornarem de difícil acesso, ou até, sob o mar.

Entre os blogs mais importantes que participam da ação estão o blog oficial do Google, Global Voices, Tuaw, DailyBlogTips entre outros e parceiros importantes como o WWF e o Greenpeace.

Até o momento, o BAD conta com 5.885 blogs inscritos, entre eles o Domínio TI. Faça sua parte, acesse o site http://www.blogactionday.org/ e confira  os detalhes deste movimento tão importante para o planeta. E não perca no dia 15/10 (próxima quinta), um post especial sobre os desafios da tecnologia para reverter as catastrofes climáticas no nosso planeta. Não percam!!! Ótima semana! 😀

Fontes: Superinteressante e  BAD Blog

Brasil está longe de atingir maturidade de infraestrutura em TI

TecnologiaA elite das empresas que atuam no Brasil ainda está longe de atingir o nível de maturidade desejado quanto ao uso de infraestrutura de TI. Pelo menos essa foi a constatação feita pelo estudo Brazil Infrastructure Maturity X-Ray, divulgado na última quarta-feira (23/9), pela consultoria Accenture e pelo instituto de pesquisa IDC.

Inédito no País, o levantamento ouviu 150 companhias de grande porte, entre agosto e setembro. Seu principal objetivo foi mapear o cenário da TI das empresas e medir o grau de evolução tecnológica de suas operações.

O Brasil apresentou nível 2,4 de maturidade, enquanto a média mundial é 4. O esperado era pelo menos o nível 3.

A avaliação teve como base, as melhores práticas de gestão de TI, a biblioteca ITIL, considerada hoje o backbone dos projetos de infraestrutura. Embora o mesmo estudo revele que 50% dos entrevistados dominem o padrão ITIL, quando o ideal seria que esse índice fosse de, no mínimo, 75%.

A metodologia envolve níveis que vão de 1 a 5 (informal, repetido, definido, controlado e otimizado). Esse cenário é preocupante já que o Brasil desponta como uma das economias que mais crescem em investimentos de TI e Telecom, superando os países da América Latina e deixando para trás Coréia e Índia, entre os emergentes.

Um ponto relevante a observar é de que forma o orçamento de TI vem sendo usado. Atualmente, há uma concentração em gastos ligados a manutenção do parque instalado. Ou seja, do total de empresas ouvidas, 35% dos investimentos são destinados à infraestrutura existente. Quando deveriam se adotar ações voltadas a melhorias dos processos de gestão e inovação.

A pesquisa aponta também as políticas de TI Verde ainda estão em fase incipiente. A média de maturidade no Brasil ficou na casa dos 2,3, muito abaixo dos 3 desejáveis. Muito se fala em política de sustentabilidade, mas as empresas não acordarão para importância do assunto.

Fonte: COMPUTERWORLD

CNASI 2009 discute a segurança na nuvem

CNASIA 18ª edição do CNASI ocorre em São Paulo para prover a profissionais de TI o conteúdo com o qual terão de lidar durante o período em que a crise global revela os primeiros sinais de arrefecimento.

O evento promovido pelo IDETI Eventos em TI, será realizado nos dias 22,23 e 24 de setembro e  apresentará atividades diversificadas de forma a paramentar os profissionais do setor para aproveitar grandes oportunidades e enfrentar desafios proporcionais nas áreas de Governança, envolvendo TI Verde, Sustentabilidade e Planejamento Estratégico; Enterprise Risk Management (ERM), abordando Riscos e Vulnerabilidades, Segurança da Informação e Monitoração; além de Compliance, Auditoria e Forensics.

O CNASI 2009 deve receber mais de 1.500 profissionais do setor, entre os quais 60% de executivos buscando atualização e 40% de técnicos investindo em sua formação – vindos de diversos estados do Brasil e países da América Latina.

Para a elaboração da grade temária, o IDETI conta com uma comissão organizadora formada por profissionais renomados da ISACA, ISSA, PRODESP, SUCESU e INFOSEC. Serão mais de 80 atividades ao total: 3 Keynote Speakers – da Microsoft, (ISC)² e Consist – , 3 Painéis de Debates, 19 Cursos, 25 Palestras Técnicas, 12 Palestras de Soluções e 6 Cases de Sucesso de Petrobras, TCU, Prodesp, Cardif e CIP.

Além disso, o evento contará com uma exposição de produtos, soluções e lançamentos em estandes das empresas Consist, (ISC)², MTEL, PBTI, AutoSEG, AVG, F-Secure, Inspirit, Order, Protiviti, Stonesoft, Alphaware, Techbiz, Aurus e Winco.

Mais informações no site www.cnasi.com.br.

::XVIII CNASI – Congresso Latinoamericano de Auditoria, Segurança da Informação e Governança em TI::

Data: 22, 23 e 24 de setembro de 2009
Local: Centro de Convenções Frei Caneca – São Paulo
Endereço: Rua Frei Caneca, 569, 4º andar, Cerqueira César
Horários:  Congresso, das 8h30 às 21h00; Exposição, das 10h00 às 19h00
Promoção: IDETI Eventos em TI Informações: (*55-11-5531-3899)

Fonte: PC Magazine

O que se deve considerar antes de utilizar computação em nuvem

COMPUTAÇÃO EM NUVEM, CLOUD COMPUTING

A computação em nuvem, ou cloud computing, consiste em um modelo de entrega de tecnologia no qual a infraestrutura não fica in loco no cliente, mas em servidores remotos que oferecem grande capacidade de processamento e de armazenamento de dados, recursos que podem ser compartilhados ou de ser de uso exclusivo, caso as necessidades do contratante tenham necessidade.

Em teoria, esta ‘nuvem’ de equipamentos elimina a necessidade de as empresas terem de se preocupar com a aquisição e manutenção de hardware específico para cada aplicação, ou grupo de aplicações. Os recursos são contratados como serviço conforme a necessidade surja e o pagamento se dá por utilização desses recursos.

Esse modelo de negócios ainda engatinha. 2009 será o ano das corporações experimentarem o conceito e as soluções de cloud computing. Ao longo dos próximos meses, as empresas vão focar em três pontos ligados à nuvem: entender como armazenar arquivos estáticos; testar serviços de computação em nuvem e tentar levar algumas aplicações para a nuvem sem ter que alterá-las.

Os CIOs e gestores de TI que resolverem experimentar essa modalidade de serviço, ainda que em pequena escala, devem avaliar a credibilidade dos fornecedores e discriminar em contrato o serviço, as condições, a qualidade e disponibilidade do serviço contratado.

Segue abaixo quatro perguntas que costumam surgir quando se fala na computação em nuvem. Confira as respostas.

Como a adoção da cloud computing afeta as obrigações das empresas com relação à preservação de dados?
As companhias devem seguir políticas específicas para a preservação de seus dados sensíveis. Isso porque, principalmente em setores que lidam com informações sigilosas de clientes, é necessário armazenar dados que podem ser utilizados futuramente, no caso de uma investigação judicial. Assim, antes de selar acordos de computação em nuvem com um fornecedor, é preciso verificar se tais prestadores de serviço são capazes de armazenar arquivos confidenciais. Todas as especificações relativas a políticas de proteção, armazenamento e resgate de dados devem ser expressas formalmente nos contratos firmados entre as partes.

Dados armazenados “em nuvem” são mais vulneráveis?
Quando uma companhia utiliza serviços de cloud computing está criando mais uma fonte de acesso a seus dados. Mas isso não significa necessariamente que a segurança das informações será prejudicada. Para garantir a integridade de tais ativos, a empresa contratante deve ter todas as exigências de proteção discriminadas em contrato.

É possível preservar a confidencialidade de alguns dados deixando de expô-los sequer ao prestador de serviço?
Sim. Os direitos de acesso dos fornecedores às informações dos clientes podem ser limitados por meio de cláusulas contratuais. No entanto, é preciso que o provedor tenha um nível mínimo de liberdade para atuar de maneira eficiente e, por isso, os dados extremamente sigilosos não devem ficar na nuvem e, sim, na infraestrutura interna da companhia.

Quais passos devem ser seguidos depois da escolha de um fornecedor confiável?
Adotar o modelo de cloud computing pode representar uma boa oportunidade de estruturar um programa de retenção de dados. Ou seja, depois de escolher um provedor de serviços, a companhia que não tiver políticas para armazenamento, consulta e resgate de informações deve estabelecê-las para mapear todos os seus ativos. Nesta etapa é importante criar um inventário que indique onde e como cada informação corporativa é armazenada e manipulada.

Fonte: PC WORLD

2º Seminário de Serviços Gerenciados de TI e Telecom

O 2º Seminário de Serviços Gerenciados de TI e Telecom, evento pioneiro ao debater as tendências e rumos dessa tecnologia no Brasil, vai proporcionar uma visão atualizada das principais iniciativas no mercado brasileiro.

De acordo com pesquisa da consultoria Ovum, o mercado de  serviços gerenciados (managed services) vai somar cerca de US$ 66 bilhões de receitas em 2012. O estudo feito com 1.300 empresas em 14 países, mostra ainda que o crescimento anual do setor vai ser 18% nos próximos três anos.

Outra pesquisa, da Forrester Research, aponta que só o segmento de serviços gerenciados de segurança vai suplantar a casa de US$ 6 bilhões em 2011.

Segundo especialistas, os serviços gerenciados reduzem as equipes de TI, que, no entanto devem passar a ter um novo perfil, para se ocupar de funções como de definição de processos, de relacionamento com terceiros e gerenciar as expectativas de entrega com métricas claras. A importância de se fazer uma boa RFP (Request for Proposal) ganha maior relevância para que esses objetivos sejam cumpridos.

O seminário abordará as diferentes soluções oferecidas por fornecedores de TI e telecom, discutindo quais as dificuldades e vantagens na adoção pelo usuário e mostrando casos de sucesso de implantação dessa nova modalidade de serviços.

Durante as palestras e painéis, também serão discutidos temas atuais como o uso da virtualização e do cloud computing.

O seminário apresentará o portifólio de cases de serviços gerenciados de rede, de help desk/service desk, de telecom, portais, de aplicativos, de segurança e soluções para mercados verticais especializados.

  • Local: Hotel Paulista Plaza – São Paulo / SP
  • Data: 25 de agosto de 2009
  • Site do evento clique aqui.
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