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Técnica, competência e carisma criam o profissional perfeito para as empresas

Excited Businesspeople in Meeting

Há pouco tempo atrás, pessoas e empresas acreditavam que quanto mais técnico fosse o profissional, mais capacitado ele seria. Por isso lotavam o currículo com uma vasta lista de cursos, certificações, workshops, seminários, palestras, entre outros, a fim de impressionar de alguma forma o recrutador, e conseguir pontos com isso. Manter um bom currículo, recheado com boas graduações e títulos ainda é extremamente importante, mas observamos que o cenário está mudando.

Além das habilidades técnicas e dos resultados entregues, mais do que nunca, as empresas estão valorizando profissionais que, além destes dois aspectos, também sejam excelentes na hora de se relacionar com pessoas.

Pessoas que saibam vender ideias, mediar conflitos e influenciar a equipe (mesmo sem ser o chefe) quase sempre são as mais indicadas para assumir um cargo de supervisão e gestão na empresa.

Neste cenário, a ideia de carisma torna-se essencial para a ascensão na carreira. E ao contrário do que muitos pensam, carisma não é apenas um traço de personalidade ou um dom destinado apenas a algumas figuras ilustres. Mas uma habilidade inata que pode ser libertada por qualquer indivíduo.

O carisma é o uso de sua personalidade para causar uma poderosa e marcante impressão nas pessoas.

Quanto aliado com caráter e competência, esta habilidade torna-se uma ferramenta incrível não só para favorecer você na hora do networking (leia 8 dicas para transformar cartões de visita em networking) ou da entrevista de emprego, mas uma estratégia essencial para o bom andamento das empresas.

– Tenha objetivos claros

Ninguém segue um guia que anda em círculos ou que se perde com facilidade. Da mesma forma, se você realmente quer influenciar pessoas, tenha visão e alvos claros. Ser pouco claro a respeito do seu objetivo em uma reunião, por exemplo, pode enviar mensagens contraditórias e gerar confusão.

Além de facilitar a tomada de decisões rotineiras, um propósito bem definido facilita a comunicação, ajuda a embasar argumentos e principalmente abre caminho para o engajamento de outros.

– Comunique-se bem

(Leia mais em Comunique-se com clareza)

O sucesso pessoal dentro e fora das empresas exige certo jeito com as palavras. E, para isso, é essencial ser simples na hora de explicar conceitos, falar com convicção, sustentar suas opiniões com fatos e evidências tangíveis, além de usar metáforas e cuidar do ritmo e tom da sua fala.

– Confie em si mesmo

Como alguém irá confiar em você se nem você mesmo confia? Por isso, a autoconfiança é outro fator vital para profissionais carismáticos. O conceito de “estar à vontade da própria pele” é uma consequência direta do nível de maturidade emocional da pessoa. E, por isso, tal habilidade exige tempo.

Mude a maneira como você encara as pessoas e as situações. Aja como se as pessoas quisessem ouvir o que você tem a dizer.

– Esteja no lugar onde está

A ideia parece redundante, mas não é. Quem já se irritou com o colega que não tirava os olhos do celular enquanto conversava com você sabe bem o que isso significa. Uma das dicas simples para encantar pessoas é “estar no aqui e agora inteira e integralmente”.

Isso significa ficar atento aos que os outros dizem, fazer contato visual, prestar atenção nos detalhes. Quando a sua presença é integral, você, além de estar alerta para o que acontece à sua volta, dispõe de uma melhor consciência da atmosfera, das tensões escondidas, das expectativas e, talvez, do que as pessoas estão pensando.

– Seja autêntico

Muitos livros podem trazer fórmulas prontas, mas o caminho certeiro para ser uma pessoa que influencia os outros é ser quem você é e ponto. Além de transmitir credibilidade, este comportamento faz com que as pessoas se identifiquem com você. Fato que facilita na hora de conquistar o engajamento delas, por exemplo.

– Corra riscos

O carisma depende também do quanto aberto você está para correr riscos. E eles variam desde levantar a mão em uma reunião para compartilhar uma ideia, passando por questionar as pessoas, até estar aberto para a opinião dos outros também.

– Tenha olhos que brilham

Ter paixão pelo que se faz é fundamental. Se as pessoas sentem que você fala com o coração, isso é contagiante.

– Fique atento aos detalhes

Sem que você perceba, a sua linguagem corporal diz muito sobre o que está para além das palavras que profere. E seus pequenos gestos também. Olhar nos olhos das pessoas, prestar atenção ao que elas dizem, lembrar-se do nome delas e sorrir conta muito na somatória final de uma pessoa carismática.

Fonte: INFO

Implantação do SPED – a segurança que você tem (ou que pensa que tem)

O Sistema Público de Escrituração Digital promove um notável aumento na rapidez e na segurança do processo contábil e fiscal. Mas a adequação ao SPED exige o correto entendimento da complexidade do sistema.

Como todos sabem, o SPED – Sistema Público de Escrituração Digital, que entrou em vigor em 2008, é uma solução de base tecnológica constituída por sistemas que permitem o envio da movimentação contábil e fiscal a uma base de dados compartilhada por quatro entidades fiscalizatórias: a Receita federal, as secretarias estaduais da Fazenda, o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários. O SPED é constituído por três grandes subprojetos: a ECD – Escrituração Contábil Digital, a EFD – Escrituração Fiscal Digital e a NF-e – Nota Fiscal Eletrônica.

O SPED traz vantagens inegáveis à operacionalização de todo o ecossistema contábil e fiscal brasileiro: simplificação dos controles de administração tributária, aperfeiçoamento dos sistemas de combate à sonegação fiscal, redução dos custos da atividade tributária, redução do tempo de coleta de informações arquivadas, racionalização do processo, incentivo à equanimidade fiscal e tributária, para citar algumas. Mas, ao lado dessas vantagens, o SPED coloca para as empresas desafios igualmente grandes.

As mudanças trazidas pelo SPED são de tamanha magnitude que estamos diante de um caso típico de quebra de paradigma. A complexidade do Sistema Público de Escrituração Digital é de tal ordem que mesmo os especialistas na matéria se encontram freqüentemente diante de dificuldades de interpretação do texto constitucional. Podemos imaginar então a dúvida em que se encontram milhares de empresas Brasil afora, obrigadas, por força de lei, a se adequarem ao SPED. Porque, para essas empresas, as dúvidas não são conceituais, mas apresentam dificuldades totalmente práticas.

As dificuldades para o correto entendimento do SPED são de duas naturezas. A primeira dificuldade está no fato de que o SPED é um processo que ainda está sendo construído e, portanto, passível de mudanças durante a sua elaboração.

A outra dificuldade reside no entendimento superficial do texto constitucional. Na nossa experiência diária auxiliando clientes que estão em processo de adequação às exigências do Fisco, constatamos que muitas empresas acabam não cumprindo o mínimo necessário para efetivar essa adequação. Evidentemente, todos os pontos previstos pela lei são importantes e devem ser cumpridos. Quando falamos em exigências mínimas estamos nos referindo, por exemplo, ao fato de que uma nota fiscal eletrônica não precisa apenas ser enviada, mas deve ser devidamente guardada, suas informações precisam ser registradas de forma eficiente, entre outras coisas. Essa realidade, no entanto, frequentemente não é cumprida por muitas empresas. Situações como essa expõem a empresa ao Fisco de uma maneira que poderia perfeitamente ser evitada.

Se todas as empresas terão que se adequar ao SPED, isso não significa que esse processo acontecerá da mesma forma. Ao contrário. As empresas atuam em mercados diferentes, são de portes diferentes e enfrentam desafios diversos. Bons exemplos são registrados quanto a adequação para a Nota Fiscal Eletrônica. Por conta de questões logísticas, como o tempo que o caminhão deve ficar parado aguardando uma NF-e ou a antecedência com que o faturamento é realizado antes do momento do despacho, a adequação à NF-e deverá ser feita de uma maneira específica. Em função dessas particularidades, cada empresa deve ter o nível de automação correspondente. Devidamente orientadas, as empresas não apenas se adequarão ao SPED (ou à Nf-e) de forma correta, como não farão nenhum investimento desnecessário para isso.

Por Hugo Santos, Gerente Comercial da Pro Micro
http://spedseguro.ning.com/profiles/blogs/implantacao-do-sped-a

Empresas também precisam de networking

Excelente tarde, honoráveis leitores!

Sempre publiquei aqui, no DTI a importância do networking para o sucesso profissional, como ele é importante na hora da recolocação no mercado e para a construção de uma imagem. Ontem postei sobre os motivos de se cultivar uma boa e ampla rede de relacionamentos também para empresas que estão iniciando suas atividades. Hoje, com base em uma matéria que li na EXAME.com, iremos explanar por que o networking também é importante para empresas já estabelecidas. Confira!

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O networking para quem está empregado é fundamental para a sobrevivência profissional. Não é diferente no meio empresarial, principalmente quando se trata de micro e pequenas empresas. No mundo globalizado, fazer parcerias e ser conhecido na cadeia produtiva do seu negócio pode fazer toda a diferença no faturamento do final do mês.

Um estudo denominado Social Network Analises, realizado pelos professores-doutores da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Milton Farina e Marco Antonio Pinheiro da Silveira, no Polo de Noivas no Grande ABC paulista, revela que os relacionamentos entre as empresas precisam ser melhorados. O polo nasceu com o apoio do escritório regional do Sebrae na região do ABC.

O estudo tem o objetivo de contribuir para identificar ações que visem à melhoria das relações do grupo, buscando ações conjuntas. A interação e a integração são importantes para que eles atinjam seus objetivos.

Um dos resultados é que o nível de conexões entre as empresas participantes não é ruim, mas pode ser melhorado. Os empresários sugeriram confraternizações esporádicas fora do polo para que possam se conhecer melhor e também o trabalho que realizam.

Em uma região onde são realizados aproximadamente 20 mil casamentos oficiais por ano e uma média de 55 casamentos por dia (IBGE/2007), o Polo de Noivas tem um papel fundamental na economia da região.

Começou em 2008 com 53 empresas. Hoje são 88 empresários de 20 diferentes segmentos, abrangendo as sete cidades do ABC paulista. A iniciativa é inovadora e tem trazido resultados aos participantes, como aumento de vendas e na carteira de clientes.

Bons resultados já foram sentidos pelo empresário Edésio Mandelli, proprietário da Elegance Veículos Especiais e presidente grupo. “Depois da criação do polo aumentei em 20% o tíquete médio. As noivas perceberam que as empresas trabalham conjuntamente e garantem a credibilidade do negócio”, diz.

As empresas são reunidas em várias células, que vão desde eventos, flores, buffets até fotógrafos e dia da noiva. “Sem mexer na individualidade de cada empresa, conseguimos nos tornar parceiros. A concorrência existe. O segredo de produção, como o tempero das coxinhas, é de cada um”, brinca.

Em relação ao estudo, Mandelli diz que há muita coisa ainda a ser melhorada. “Nós sabemos que muitos negócios deixam de ser feito por falta de networking e comunicação entre as empresas. Vamos mudar isso com o estudo em mãos”.

Segundo o professor Silveira, cada empresa receberá uma planilha com todos os seus contatos de networking, e a diretoria, sugestões de ações para melhorar a comunicação.

FONTE: EXAME.com

Onde os recrutadores procuram talentos

Recrutamento

O primeiro e principal ponto de partida de um recrutador a procura de novos talentos está em seu banco de currículos. Estes dados vêm dos próprios candidatos, que os inscrevem pelo site das empresas ou enviam por e-mail, além de as informações também serem inseridas pelos próprios consultores, depois de uma entrevista com um perfil interessante.

No entanto, a pesquisa para achar um determinado perfil de profissional vai além do banco da empresa e inclui a rede de contatos do próprio recrutador. O profissional de recrutamento, hoje, tem de ir muito além do seu banco de currículos. Apenas depois de vencidas estas etapas o headhunter passa para bancos de dados de terceiros. Finalmente, talvez seja necessário checar empresas bem-sucedidas e sondar algum executivo talentoso para uma mudança de ares.

Modernamente, há ainda a possibilidade oferecida por algumas redes sociais. Nem todas funcionam para o recrutamento. Orkut, por exemplo, está fora de cogitação, por ser informal demais. Entre as comunidades, destaca-se o LinkedIn, que mantém sua vocação de rede de relacionamento profissional e de negócios.

Não há regras fixas. Escolher o profissional ideal pressupõe entender o momento que está sendo vivido pela empresa e pelo candidato. As exigências técnicas geralmente são fundamentais, uma vez que as empresas não têm disponibilidade para fazer o treinamento de altos executivos.

A dificuldade, no entanto, pode estar justamente no perfil comportamental. Algumas vezes, a empresa necessita de um “tocador de obras”, que ficará ligado ao departamento financeiro. Mas é possível que determinada empresa precise de uma pessoa com os mesmos conhecimentos, mas com um perfil mais estratégico para trabalhar junto à presidência.

Técnicos

Para os níveis mais técnicos, os sites de currículos são as grandes fontes de informação para os recrutadores.

A crise econômica foi mais leve (para não dizer que não houve crise) para a área de TI e há uma promessa de oferta de empregos até o fim deste ano.

Redes sociais: os desafios do uso corporativo

Social NetworkAs redes sociais tomaram a internet de assalto e transformaram a forma de relacionamento entre as pessoas. Com suas qualidades e defeitos, plataformas como o Facebook, Orkut e Twitter hoje fazem parte do cotidiano da maioria dos cidadãos conectados em todo o planeta. Mas, para fazer parte do mundo corporativo, esse tipo de tecnologia ainda precisa trilhar um longo caminho.

Entre as empresas, o desejo de tirar proveito das facilidades de comunicação proporcionadas pelas mídias sociais é grande. Ao menos em áreas como marketing, muitas empresas já possuem projetos que incluem uma maior interação com os participantes de comunidades online ou canais alternativos de contato com clientes por meio de aplicativos como o Twitter.

O problema desses sistemas, no entanto, está no nível de maturidade da tecnologia, que impede ações mais ousadas e estratégicas dentro das empresas. Tirar proveito da velocidade de comunicação de um Twitter ou da facilidade de contato do Facebook, por exemplo, ainda depende de ferramentas mais robustas e modelos de comercialização adequados.

Ao mesmo tempo, existe uma barreira cultural muito forte dentro das companhias em adotar ferramentas voltadas, primariamente, para consumidores finais. O mundo corporativo, nesse ponto, é muito conservador. Mas tem suas razões.

A primeira preocupação, sempre, é com segurança. O Facebook, por exemplo, não é um lugar adequado para guardar informações corporativas. É natural o movimento de entrada das redes sociais nas empresas. Mas as opções atualmente disponíveis na internet não são ferramentas corporativas.

Desafios tecnológicos

Como no caso de qualquer outro software ou serviço voltado para o mercado corporativo, existem padrões e níveis de disponibilidade mínimos que precisam ser atendidos para as empresas poderem colocar o sistema em ambiente de produção. Ferramentas gratuitas podem ser utilizadas em uma primeira fase, na qual as empresas testam o conceito. Nas etapas seguintes, quando o sistema começa de fato a fazer parte do negócio, alguma garantia tem de ser oferecida.

Ainda leva cerca de dois a três anos para que a tecnologia de redes sociais atinja um nível de maturidade aceitável para o ambiente corporativo. Mas as empresas devem demorar até cinco anos para entender e aceitar completamente o conceito.

Empresas passam a usar redes sociais de forma estratégica

Empresas lucram com uso de redes sociaisO poder das redes sociais começa a ser enxergado pelas  empresas de TI. Embora de forma tímida e cautelosa, muitas entenderam que esse é um poderoso canal de comunicação com funcionários, clientes e consumidores.

Para se ter um ideia do tamanho de seu alcance, só o  Facebook, maior comunidade de relacionamento online do mundo, chegou a 300 milhões de usuários, dobrando de tamanho no Brasil nos últimos cinco meses, segundo dados da consultoria Ibope Nielsen Online, ao alcançar a marca de 5,3 milhões de integrantes.

Nos Estados Unidos, as redes sociais entraram definitivamente no circuito das companhias. Estudo da consultoria Deloitte no país apontou que 30% dos executivos ouvidos as consideram parte da estratégia de suas companhias. Para 29% das organizações, as redes sociais são usadas como ferramenta de construção de marca.

Por aqui, a realidade ainda mostra-se um tanto quanto diferente. Encontramos empresas que têm políticas restritivas quanto ao uso do Twitter ou do Facebook, por exemplo.

A maioria acredita que as redes sociais contribuem para a queda de produtividade dos funcionários. Essa é uma percepção equivocada. A grande sacada é transformá-las em importantes ações de marketing e vendas.

Desde 2005, a Intel resolveu apostar em mídias sociais. Mas a estratégia de maior repercussão no mercado foi a criação do espaço Blog Brasil Digital, dois anos depois.

Lá gerentes da subsidiária brasileira compartilham com o público, por meio de artigos, opiniões e idéias sobre diversos assuntos ligados à tecnologia como computação sem fio, desafios e oportunidades de TI no Brasil.

Outra frente que ganhou fôlego são as ações com o Yahoo! Answers, canal que permite aos usuários dos produtos Intel tirar suas dúvidas. Lançado este ano, ele reforça a campanha de divulgação da marca e dos produtos da fabricante. Também é presente no Twitter, com informações institucionais e iniciativas envolvendo blogueiros.

Em outubro, a Intel distribuiu 200 camisetas  “geek” exclusivas no Twitter  para seus seguidores. Sorteados por representantes da empresa e cinco blogueiros, a ação teve o objetivo de se comunicar com a audiência, além de aproximar a Intel dos blogueiros que influenciam os consumidores na tomada de decisão.

Quem também enxergou longe a possibilidade de ganhar dinheiro com as redes sociais foi a fabricante de computadores Dell. Graças ao Twitter @DellOutlet, a empresa afirma ter faturado cerca de 3 milhões de dólares com vendas de PCs e notebooks.

A empresa explicou em seu blog que as vendas diretas a partir das mensagens postadas já ultrapassaram os 2 milhões de dólares e as mensagens enviadas pela rede social também estão despertando interesse em outros produtos da empresa.

A conta @DellOutlet é a versão no microblog da loja Dell Outlet, que vende computadores recondicionados por preços mais baixos. Como o estoque desse canal é variável, o Twitter faz bem o papel de avisar aos seguidores sobre novidades, promoções e até para dar cupons de desconto virtuais.

Fonte: COMPUTERWORLD

Faça seu curriculo brilhar!

Olá caros leitores, aproveitando o assunto sobre mercado de trabalho, vagas de emprego, carreira profissional e coisas do tipo, iremos rever algumas dicas básicas para fazer o seu curriculo sobresair-se aos de outros candidatos na parte primordial de um processo de contratação: a seleção.

Se você está à procura de um novo emprego, o primeiro passo é elaborar um bom currículo.

Nesta momento, sempre surgem muitas dúvidas. O que é legal inserir, o que é melhor não colocar, qual o tamanho ideal, cores; todas essas questões surgem e a resposta nem sempre é simples.

Porém, se seguirmos algumas regras básicas na hora da elaboração, não há com o que se preocupar. Primeiramente, saiba quais são os erros imperdoáveis de um currículo, geralmente aqueles que saltam aos olhos do selecionador. Depois, confira dicas para fazer um currículo impecável. E por último, veja como preparar um bom currículo em inglês.

Fuja dos erros mais comuns:

Que tipos de erro costumam fechar as portas nas empresas de TI? Como dito aqui em outro post, um currículo bem-feito não assina sua CLT, mas pelo menos não elimina você da lista de candidatos na primeira etapa da seleção. Por isso, cuidado para não errar. Basta um pequeno deslize e as suas chances de passar para a fase da entrevista simplesmente some. Você tem pouquíssimos segundos para ganhar (ou perder) a atenção. Mas o que as empresas de tecnologia levam em conta num currículo?

Faça um curriculo impecável:

Por que um candidato é chamado para entrevista e o outro não? A resposta pode estar no currículo. Nem sempre basta ter boa formação e carreira sólida. Essas informações devem aparecer de forma clara e objetiva. Os consultores de RH recomendam que o profissional prepare mais de um currículo para atender a diferentes situações. Se conhecer os requisitos da vaga, deve ressaltar as habilidades e experiências relacionadas com eles. Confira modelos de currículo e dicas do que colocar em cada tópico.

Elabore um bom curriculo em inglês:

Um currículo bem escrito em inglês pode ser o passaporte para um emprego numa multinacional. Você sonha trabalhar no QG de um grande fabricante de produtos de tecnologia ou numa empresa de software do Vale do Silício? Se seu primeiro passo para realizar esse sonho foi visitar o site de RH dessas empresas ou de recrutadores internacionais e anexar seu currículo-padrão — aquele que vive armazenado há meses em seu PC — cuidado! Você pode ter sido precipitado.

Por isso, visite sites de RH, treine com você mesmo no espelho para diminuir o nervosismo na hora da entrevista, leia e releia, e passe para outras pessoas lerem o seu curriculo, esteja aberto a sugestões e o mais importante, nunca coloque inverdades no seu curriculo. Mesmo que você consiga o emprego somente pelo que está escrito, uma hora o empregador irá te cobrar aquelas habilidades e você irá passar no mínimo um vexame, além de perder totalmente a credibilidade.

No site Unidiversidade, possui um excelente post sobre primeiro emprego e como montar um curriculo ideal. Confira.

Siga essas dicas e boa sorte. Lembre-se: o máximo que você pode conseguir é um NÃO! Continue tentando. Obrigado pela leitura.

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