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Posts Tagged ‘Mercado de Trabalho’

TCC pode ser diferencial no mercado de trabalho

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) além de garantir o diploma, pode também ser um diferencial na hora de se candidatar a uma vaga no mercado de trabalho.

O importante é considerar a graduação como um momento de definição e construção da carreira profissional. Por isso, a escolha de um bom tema, que tenha a ver com a sua personalidade e suas experiências pode ajudar você a elaborar um trabalho com conteúdo de melhor qualidade e lhe dar a possibilidade de apresentá-lo como um portfólio.

Por outro lado, deve-se atentar que nem todos os trabalhos podem ser um passaporte para o sucesso profissional, e isso nada tem a ver com notas, mas sim com a adaptação do trabalho ao mercado propriamente dito.

Obviamente, as atenções se voltam para aqueles que alcançaram notas boas. Contudo, essa questão deve ser bem analisada, pois há trabalhos que possuem conteúdos excelentes, e que por erros de estruturação acabam recebendo notas médias. Na realidade, é interessante que o formando desenvolva um tema e aborde-o de forma que possa gerar interesse no mercado.

No geral, as áreas de tecnologia, telecomunicações, química e farmacêutica são as que mais prestam atenção no trabalho desenvolvido por recém-formados, sendo que tais áreas também valorizam muito os candidatos que desenvolveram algum tipo de pesquisa durante a faculdade.

Deve-se observar que o TCC também pode ser uma boa ferramenta para aqueles que já estão ingressados no mercado de trabalho, efetivados buscando uma promoção ou estagiários que procuram uma efetivação.

É importante ressaltar que, para o TCC ter algum valor real em uma seleção de trabalho é necessário ter muita qualidade. Por isso, é aconselhável que se comece a pensar no assunto muito antes do último ano e que são de grande auxílio pesquisas de campo e entrevistas com profissionais já atuantes em empresas, para adequar o trabalho o máximo possível ao mercado.

Texto adaptado de Foco Futuro.

Google recebe autorização para comprar e vender energia

Google

Google da um grande passo e conquista mais mercado. Segundo o site do jornal La Nacion a Google começa a comprar e vender energia nos EUA através de sua subsidiária, a Google Energy. A Google recebeu permissão da Comissão Federal Reguladora de Energia dos Estados Unidos (FERC) para comercialização de energia através de sua subsidiária.

A empresa Google Energy foi criada e aplicada para o mercado com taxa de autorização, em dezembro, e será capaz de começar a negociação de energia em 23 de fevereiro. Ela tem como objetivo conseguir energia limpa e renovável para seu uso próprio.

A Google também fez uma promessa a ser carbono neutro, para poder comprar e vender energia irá ajudá-lo a incorporar uma energia mais verde em suas operações.

Um físico de Harvard está a trabalhando na investigação sobre o impacto ambiental da computação, e estima que uma pesquisa do Google gere média de 7 gramas (0,25 onças) de carbono levando em consideração o tempo que  médio que um usuário leva desde a primeira busca até encontrar o que realmente procura segundo informações do blog da Nacional Geographic. O blog diz também que em termos diários, uma pesquisa é equivalente a metade da energia necessária para ferver uma chaleira.

Por outro lado a Google se defende em seu blog e diz que a quantidade de energia que é consumida pelo corpo humano em 10 segundos, e as emissões de carbono de um jornal igual cerca de 850 buscas Google e diz ainda que suas práticas de reciclagem, o investimento em energia renovável, e os esforços para aumentar a eficiência de toda a indústria de TI ajudará a compensar qualquer crítica.

por Samuel M. Martins
@samuel_rp

10 sugestões para falar bem e se destacar no mercado

Quem se expressa bem, seja na vida pessoal ou profissional tem mais chances de conquistar espaço e ter reconhecido seu valor junto às pessoas que o cerca. No entanto, muitas pessoas possuem uma ótima bagagem de conhecimento, são esforçadas e desejam compartilhar o que aprenderam ao longo da vida e, é claro, trocar ideias, informações com seus companheiros. Mas, não basta apenas “abrir” a boca e proferir um amontoado de palavras para ser caracterizado como um bom comunicador. Em determinadas situações, há quem consiga posicionar melhor suas propostas através de um vocabulário simples e mais conciso do quem profere uma hora de conversação que parece não ter “início, meio e fim”. Então, como se tornar um bom comunicador, saber expressar bem um “ponto de vista”? A seguir, algumas dicas que podem ser adotadas por qualquer indivíduo, inclusive aqueles que almejam uma ascensão profissional.

1 – Quem imagina que a comunicação acontece apenas através das palavras que são proferidas verbalmente, engana-se. Se assim o fosse, nunca haveria alguém “cochilando” ou disperso em uma apresentação. Por esse motivo, quem vai apresentar suas idéias, nunca pode esquecer que apenas falar não assegura uma boa comunicação. É aconselhável, por exemplo, que quem está com a “vez da palavra” olhe em direção de quem está falando ou mesmo do grupo que está diante de si. Nesse último caso, na presença de mais de um ouvinte, tente distribuir os olhares enquanto fala. Afinal, todos que estão ali são importantes.

2 – Outro fator que pesa muito no processo da comunicação é a gesticulação. Não são raros os casos de pessoas que ficam quase que paralisadas, quando estão falando. Transmitir ideias, repassar conteúdo ao ouvinte, também se faz através da movimentação das mãos. Mas, sem exageros ou a pessoa que está à sua frente ficará mais preocupada se você tem consciência de espaço e não irá acertá-la acidentalmente.

3 – O processo de comunicação verbal também necessita que o comunicador fique atento à entonação e à velocidade da própria voz. Quem fala, não precisa ser tão rápido e tampouco devagar, quase parando. Deve existir um equilíbrio entre os extremos ou a mensagem pode não ter o resultado esperado.

4 – Provavelmente você assistiu a uma palestra ou mesmo participou de uma reunião, aonde quem conduzia os trabalhos andou de um lado para o outro sem parar como se tivesse que cumprir uma quilometragem. Ou, então, ficou completamente parado, como se estivesse com cimento nos pés. Nem um caso e nem outro são indicados.

5 – Quem fala em público precisa ter consciência que qualquer mente pode deixar passar alguma informação relevante, durante uma apresentação. Por esse motivo, é aconselhável que se faça um breve roteiro, destacando as palavras-chaves de cada tópico que seja destacado na apresentação.

6 – Quando alguém se prontifica a falar em público, não importa a temática, deve se preparar. Mesmo que o profissional domine bem o assunto não custa atualizar-se com pesquisas lançadas recentemente, apresentar dados estatísticos, enfim, ter ciência de que o mundo está em constante processo de transformação e que é preciso manter-se atualizado.

7 – É comum que após uma apresentação em público, algumas pessoas apresentem dúvidas e façam questionamentos. Para facilitar o andamento do seu trabalho, tente colocar-se no lugar que quem irá ouvi-lo e liste os pontos da sua palestra que podem gerar polêmica. Com base nesses dados, você pode preparar-se para possíveis questionamentos e respondê-los com serenidade.

8 – Antes de realizar uma apresentação, não custa “treinar” em casa diante do espelho. Assim, a pessoa poderá identificar os seus erros de comunicação e os pontos que precisam ser trabalhados.

9 – Mesmo depois de todas essas ações, pode ficar aquela “pontinha” de dúvida permanecer: minha apresentação está ou não boa? Nesse caso, não pense duas vezes e chame os amigos de trabalho ou, então, a família, profira sua palestra. Escute com atenção a cada observação que eles fizerem.

10 – Outros recursos que são utilizados por quem deseja melhorar seu desempenho, ao falar em público, é gravar a própria apresentação através de máquinas digitais ou celulares. Isso auxilia a pessoa a analisar a sua apresentação e trabalhar os pontos considerados fracos.

Fonte: RH.com.br

Ci&T abre 50 vagas para área de tecnologia

A Ci&T, empresa de outsourcing de TI, está contratando profissionais da área de TI para trabalhar em São Paulo, Belo Horizonte e Campinas (SP). São aproximadamente 50 vagas e alguns dos profissionais procurados são consultores, gerente de projetos, implementadores, designers de interface, analista de banco de dados, além de uma vaga para analista contábil e para um estagiário em qualidade e finanças.

Plano de carreira – A empresa oferece um plano de carreira com possibilidade de crescimento profissional e um programa de avaliação de desempenho. A Ci&T foi eleita uma das 100 Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil, em pesquisa realizada pelo Instituto Great Place to Work, em parceria com a revista Época, nos últimos três anos consecutivos. Desde 2006, é considerada uma das 40 Melhores Empresas para se Trabalhar em TI no Brasil.

Os candidatos devem ser formados em Ciência da Computação, Engenharia da Computação ou Análise de Sistemas. Além dos conhecimentos específicos para cada cargo, é desejável que os candidatos tenham o domínio do inglês.

Os currículos devem ser enviados para o e-mail rh@cit.com.br. Mais informações sobre as vagas estão disponíveis no site da Ci&T.

Fonte: IG Empregos

Certificações, por onde ir?

Diferenciação. Esta palavra pode render ao profissional de TI melhores salários e muitas oportunidades no mercado. Mas como se diferenciar e comprovar seus conhecimentos sobre algum assunto ou tecnologia?

Um caminho freqüentemente utilizado para ser reconhecido é o das certificações. Por isto existem tantas e nas mais variadas áreas. Os cursos e provas de certificação são um mecanismo padronizado para avaliação das habilidades do profissional.

Antes de escolher a certificação, analise muito bem o caminho que você quer para a sua carreira pois, qualquer que seja a certificação desejada por você, saiba que vai dar trabalho e você vai precisar fazer um bom investimento para consegui-la. Então tente não errar na opção.

Se você pensa em atuar com produtos Microsoft, pode escolher entre três credenciais: o MCTS (Technology Specialist), com foco em um produto como a antiga certificação MCP, o MCITP/MCPD (IP Professional/Professional Developer), com foco em uma função como planejamento e gerência de projetos e não em um produto específico, e por último o MCA (Certified Architect), destinada a profissionais com experiência no mercado de TI. Esta última certificação, por ser bem mais complexa, não se compõe apenas de uma prova.

Para quem trabalha ou pensa em trabalhar com GNU/Linux ou Unix também vai encontrar uma grande quantidade de opções de certificações. Além das oferecidas pelos fabricantes como a Solaris ou a Novell. Para o GNU/Linux também temos a LPI, uma certificação independente e muito bem conceituada no mercado.

A certificação LPI é dividida em dois níveis: LPIC-1 e LPIC-2. Cada uma composta por duas provas. Enquanto a LPIC-1 tem como foco comandos, tarefas básicas de administração e configuração do ambiente Linux, a LPIC-2 exige conhecimento profundo de planejamento, implementação e manutenção de serviços, servidores e redes.

Quando o assunto é segurança da informação encontramos certificações como o CISSP, SANS/GIAC, CISM, CompTIA e MCSO.

Quem pensa em atuar na área de gerenciamento de projetos vai encontrar uma certificação sob medida, o PMP. Sem dúvida a certificação mais importante nesta área.

Por último, para aqueles que atuam nas áreas de rede de computadores e infra-estrutura podem buscar as certificações da CISCO como o CCIE, CCNA, CCDP, CCNP ou certificações sistemas de cabeamento estruturado como a Furukawa ou Systmax.

Converse com outros profissionais mais experientes, faça o planejamento de carreira e vá em busca da sua certificação. Ela, com certeza, vai fazer a diferença.

Um forte abraço e até o próxima post.

Fonte: iMasters

Leia também:

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Prepare-se para ganhar mais; conheça as certificações mais demandadas do mercado

Certificação para profissionais de TI

Certificação ITIL

Mercado ainda não está propício para uma mudança de emprego

Analisando oportunidadesPassado o tormenta, muitos profissionais começam a reviver os planos de mudança de emprego. Mas até que ponto o cenário está de fato propício para mudar? Atualmente vem acontecendo o que especialistas chamam de “pretensão ilusória” e envolve os dois protagonistas do mercado, que tentam tirar proveito do pós-crise: empregado e empregador.

De um lado está o profissional que acredita ter agora novas oportunidades e uma remuneração mais atraente; de outro as empresas apostando que vão encontrar talentos por salários mais baixos. As companhias continuam com escassez de talentos, mas não querem pagar pelo passe. Resultado, muitas preferem contratar jovens em início de carreira e formá-los como alternativa para o cenário que foi criado em que se fala na falta de orçamento.

Um grande erro. A curva de aprendizado reflete em custo maior do que se a empresa optar por contratar um profissional pronto e preparado para já dar resultados. Para determinadas posições, não dá para esperar que o profissional seja treinado até ficar no ponto ideal.

Realidade que serve de alerta para os profissionais que pretendem se mexer em busca de um novo emprego. A tão falada retomada da economia ainda não aconteceu de fato e as perspectivas continuam obscuras. Portanto, cautela; talvez esse não seja o momento para mudar de emprego.

Olhar os aspectos financeiro e de carreira no médio e longo prazo são determinantes para um processo de mudança, sobretudo diante de um quadro de incertezas. O mundo é formado por ciclos, nada mais natural que as empresas passem por altos e baixos.

Agora as organizações estão revendo projetos, de olho em custo e se preparando pelo que está por vir. Como a economia caminha para a recuperação, a hora é do profissional fazer as apostas certas e tentar distinguir quais são as empresas que devem ganhar mercado. É importante avaliar de que forma elas vão se posicionar daqui para frente.

Fazer uma análise clara do que a nova empresa pode oferecer em termos de plano de carreira e salário é fundamental. Na área de TI existe uma série de  profissionais que trocam de emprego seduzidos por uma oferta financeira no curto prazo melhor e depois ficam estagnados. Vale a pena sair da zona de conforto agora e arriscar, mas com cautela e olhando se os ganhos podem se perpetuar no médio prazo.

Fonte: COMPUTERWORLD

[Profissão: TI] Engenheiro de Sistemas

Engenheiro de sistemas - System Engineer

A série Profissão: TI desta semana dará enfoque ao Engenheiro de Sistemas com ênfase em software.

O engenheiro de sistemas tem como principal objetivo projetar e monitorar os sistemas de informação de uma organização. Este projeto de SI realizado pelo engenheiro de sistemas geralmente segue métricas padronizadas de qualidade e desempenho de sistemas informatizados.

Exige-se deste profissional, alto grau de integração e interação com os demais departamentos da empresa. Para o sucesso da informatização departamental e organizacional, deve-se compreender perfeitamente o funcionamento dos processos e conquistar a cooperação dos colaboradores, para que haja o alinhamento do sistema com a rotina do setor. Além disso, este profissional pode operar como Gerente de Projetos.

Funções

  • Levantamento dos requisitos do sistema;
  • Elaboração e controle do cronograma do projeto;
  • Montagem de modelo experimental (prototipação e testes beta);
  • Coordenação das equipes de desenvolvimento;
  • Comunicação e negociação com outros departamentos e fornecedores externos de software.

Para exercer a função, o profissional deve possuir alguns pré-requisitos como:

  • Conhecimento de SO (sistemas operacionais client/server)
  • Conhecimento de sistemas de gerenciamento de banco de dados (SGBD);
  • Uso de ferramentas baseadas em UML (Unified Modeling Language), para modelagem de dados da aplicação;
  • Domínio em várias linguagens de programação;
  • Domínio dos modelos de programação Web;
  • Maturidade profissional;
  • Capacidade de Comunicação e Trabalho em equipe;
  • Conhecimento de administração de empresas e gestão de pessoas;
  • Conhecimento de ferramentas para Gerência de Projetos.

Formação

Em geral, é exigido nível superior para exercer a profissão. Os cursos disponíveis para a formação do engenheiro de sistemas são: Sistemas de Informação, Engenharia da Computação ou Ciência da Computação; normalmente ainda é recomendável a especialização em Engenharia de Sistemas ou Gerência de Projetos.

Ainda há diversas certificações na área, tais como:

Mercado de trabalho

A demanda do mercado está bastante aquecida para este profissional. Podemos acompanhar sites especializados como o Empregonaweb.com, que diariamente atualiza sua base de vagas, e entre elas, diversas empresas disponibilizando oprtunidades para a função.

A média salarial para o cargo gira em torno de R$ 2.500 à R$ 6.000.

O que espera o mercado de TI?

[Profissão: TI] Web Designer

WebdesignerWebdesign é um dos mais rentáveis ramos de negócios e um dos mais competititvos na área digital atualmente. Com a ascensão da internet ocorrido nos últimos anos, o webdesign tornou-se uma opção de emprego muito interessante para os profissionais de tecnologia, mesmo como uma atividade temporária. Além da demanda por esse trabalho estar se tornando cada vez mais crescente a medida que o mercado da internet se torna mais presente, é uma atividade que pode ser realizada mesmo em casa, ou qualquer lugar equipado com um micro conectado à grande teia.

Devido a alta demanda por essa atividade, existem muitos aspectos que tem que ser levados em conta no que se refere ao webdesign, que determinam o que é um trabalho bom. É muito importante analizar qual o propósito do cliente para criar um website que se encaixe em suas necessidades. Baseado nessas necessidades, o designer deve criar uma boa estrutura de site, uma tecnologia que combine com o propósito da página e o layout, que é um aspecto muito importante, já que é a primeira impressão para os visitantes.

Entretanto, a maioria dos webdesigners falham em se focar somente no layout, esquecendo que a funcionalidade é o aspecto mais importante depois de tudo, principalmente para websites comerciais. Um webdesign que é limitado a muitos elementos gráficos e animações pode ser visualmente atrativo, mas sem funcionalidade, o website não está completo. Outro aspecto muito importante do webdesign é a organização do conteúdo de acordo com as necessidades do visitante. As seções em um bom website dever ser concisas, completas e oferecendo informações precisas. Muitos websites falham ao tentar oferecer uma enxurrada de informações, sem esclarecer os pontos essenciais.

No que diz respeito a estrutura do website, especialistas em webdesign devem se concentrar em uma navegação confortável. Os visitantes devem encontrar a informação ou o link que precisam facilmente e rápido, com poucos cliques. Com isso em mente, podemos concluir que ainda que o nome sugira que webdesign se refira apenas a parte visual da construção do website, ele envolve muitos outros aspectos que são igualmente importantes para o sucesso do site.

A internet também oferece muita informação sobre ferramentas e estratégias de webdesign. Como essa atividade algumas vezes requer mais criatividade e visão do que conhecimento profissional, a pesquisa é essencial.

Funções

  • Analisar o ambiente de tarefa da empresa ou cliente;
  • Desenvolver páginas estáticas ou dinâmicas;
  • Desenvolver layouts personalizáveis, que se ajustam a realidade da empresa;
  • Desenvolver painéis de controle e gerenciadores de conteúdo, para facilitar a manutenção do site e a independência do cliente ao inserir novos conteúdos;
  • Captar tendências e canalizar para as páginas produzidas, de forma a rentabilizar a empresa e seu portfólio;
  • Solucionar problemas de compatibilidade e tentar aumentar o alcance às informações, fazendo uso da arquitetura de informações.

Formação e Mercado de Trabalho

Para se tornar webdesigner não é necessário formação superior. Uma das opções de formação em webdesign é oferecida pelo SENAC-SP. O curso de Técnico em Informática para Internet, possui duração de 6 módulos, que vão desde Web Editor, passando pelos módulos de Web Master, Web Developer até Gestão Empreendedora, que visa aplicar ao aluno táticas para identificar oportunidades através da geração de idéias.

Outro tipo de certificação é o MCWD (MULTIMEDIA CERTIFIED WEB DESIGNER) da Adobe, que prepara o candidato para as certificações ACE (Adobe Certified Expert: Flash CS4 e Dreamweaver CS4 Developer)

O salário de um webdesigner com conhecimento em programação, segundo a tabela salarial da Info, gira em torno de R$ 3.800 à R$ 5.500. Um estagiário, iniciante na área, começa com cerca de R$ 600.

Veja mais detalhes sobre essa profissão neste vídeo elaborado pelo Olhar Digital:

O mercado de trabalho de TI em 2010

Sucesso profissionalEstima-se que os profissionais versáteis estarão definitivamente no mercado em 2010. São profissionais que além de ter muito conhecimento em tecnologia, entendam de business, elaboram e executam planos de tecnologia alinhados estrategicamente com os negócios, e cultivam relações dentro e fora das empresas. Essa alteração no perfil é causada por mudanças no mundo dos negócios: comportamento do consumidor, aumento na quantidade de fusões e aquisições, terceirizações em alta, proliferação de dispositivos móveis e crescimento do volume de dados armazenados.

Áreas como engenharia financeira, matemática, engenharia, tecnologia e interfaceamento com o usuário vão passar a fazer parte das habilidades normais dos profissionais de TI.

Cada vez mais, será necessário que o profissional entenda o mercado de trabalho e sua evolução, e busque a complementação de conhecimento e habilidades por conta própria, fora da área de TI e em outros cursos. Habilidades artísticas, criatividade e capacidade de inovação estão entre elas. As dicas de áreas com potencial de sucesso são: liderança e gerência de projetos, reengenharia de processos de negócio, gerência de outsourcing, planejamento e gerenciamento de segurança de TI, garantia de qualidade e continuidade do serviço, business intelligence (BI) incluindo datawarehousing e datamining associadas com técnicas de Inteligência Artificial (IA).

As atividades relacionadas com programação rotineira, testes, manutenção de aplicações e suporte técnico estarão em baixa, pois estão sendo terceirizadas ou automatizadas.

Fonte: InformationWeek

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