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Posts Tagged ‘Redes Sociais’

8 dicas para transformar cartões de visita em networking

Cartao de VisitaManter um porta-cartões de visitas lotado no seu bolso não é sinônimo de networking. Colecionar estes pequenos pedaços de cartolina não vai trazer benefícios para a sua carreira profissional a menos que você saiba usá-los em seu benefício.

Não é só ter cartões de visita, tem que manter os contatos ativos. Mas, como transformar estes cartões em contatos de carreira mais efetivos? Confira as dicas:

1) Foco e planejamento são essenciais

A rede de contatos profissionais deve ser criada tendo em vista o seu objetivo profissional. O primeiro passo é construir o networking em cima do mercado em que você atua ou que deseja atuar. Deseja subir alguns degraus na sua carreira dentro do mercado em que você já atua?

Invista nos contatos dentro deste grupo de atuação. Quer mudar de rumo na vida profissional? Aposte nos relacionamentos com as pessoas que já estão inseridas no mercado que você está de olho. Foco resolve muita coisa. Por isso planeje-se antes de fazer suas conexões para que elas estejam mais alinhadas às suas metas.

2) Participe de eventos regularmente

De que adianta ir a uma reunião, trocar um monte de cartões, enfiá-los no bolso e nunca mais encontrar essas pessoas? Costuma-se falar que quem não é visto não é lembrado.

É interessante que os profissionais participem, com certa regularidade, de eventos do mercado em que atuam. Vá a jantares, reuniões e mantenha contato com essas pessoas.

3) Lembrar para ser lembrado: crie vínculos

Conheceu uma pessoa que você considera um contato importante pra sua carreira? Tente criar um vínculo com ela. Encaminhe uma notícia sobre o setor em que ela atua, diga que ao ler lembrou-se dela e pergunte o que ela acha da reportagem, cite-a e mencione em algum fórum ou comunidade comum das quais participam.

Essa pessoa vai se sentir lembrada por você e as chances de ela se lembrar de você – quando surgir alguma oportunidade ou algo relevante para a sua atividade profissional – aumentam. Mas, cuidado! Envie mensagens personalizadas, evite mandar um e-mail para dezenas de destinatários, porque isso não vai causar uma boa impressão.

Há pessoas que exageram, mandam a mesma mensagem para uma lista de 70 e-mails e isso não é bem visto e causa uma imagem negativa. Nestes moldes, a possibilidade desse e-mail nem ser lido e acabar na pasta de lixo eletrônico é enorme, pense nisso, antes de clicar no botão enviar.

4) Não aposte na sua rede apenas quando precisar dela

Movimentação de mercado baseada em networking é algo que acontece muito.  Há vários profissionais que mudaram de posição a partir da rede de contatos. Mas, a regra de ouro para fazer networking do jeito certo – e assim ter uma rede capaz de ajudá-lo a atingir seus objetivos – é mantê-la ativa mesmo quando não precisa dela.

Do contrário, você pode ficar com fama de interesseiro. Deixar para fazer networking apenas quando você está de olho em novas oportunidades profissionais do mercado não é indicado. A sua agenda de telefones deve ser construída pouco a pouco, ao longo de toda a sua vida profissional. Não perca contato com ex-chefes e colegas de trabalho, procure colegas de faculdade e de pós-graduação, mande mensagens, use as redes sociais para encontrar essas pessoas.

5) Saia do mundo virtual

Se formos montar uma escala, o melhor é encontrar pessoalmente, em segundo lugar vêm o contato telefônico e, por fim, mensagens eletrônicas. Redes sociais são ótimas ferramentas para encontrar as pessoas, no entanto, levar estes contatos do ambiente virtual para o real é importante. Um bate papo em um café é bem mais proveitoso do que uma simples mensagem via LinkedIn.

6) Qualidade vale mais do que quantidade

Mil conexões no LinkedIn impressionam quem visitar o seu perfil. Mas, não significam muita coisa se não passarem de conexões virtuais. É certo também que gerenciar mil contatos não é tarefa das mais simples.

Uma rede mais enxuta pode ser muito mais efetiva do que mil conexões inativas no seu perfil. É claro que ninguém está dizendo para você não aceitar pedidos de conexão, mas não descuide dos contatos que fazem mais sentido para o seu atual momento profissional.

Dentro deste grupo de mil conexões, você deve pensar com quais pessoas você deve manter um relacionamento mais próximo.

7) Organize seus contatos

Encontrar um relatório no meio da bagunça de uma mesa de trabalho pode ser uma tarefa hercúlea. Achar um contato importante no meio de milhares de emails na sua caixa de entrada, dezenas de cartões de visita empilhados ou em meio a milhares de conexões no LinkedIn também.

Por isso, priorize e organize seus contatos. Crie subgrupos no LinkedIn para aqueles com os quais deseja manter um contato mais próximo. Arrume os cartões de visita de modo que aqueles que considera mais importantes fiquem mais visíveis. Crie subpastas no software de gerenciamento de emails que você utiliza.

8) Crie uma rotina

Separar um determinado período de tempo para visitar a sua rede de contatos é uma boa estratégia. As pessoas têm a tendência de procrastinar (vai uma excelente dica de leitura sobre o assunto), estabelecer uma rotina evita isso. A frequência com que você deve parar para checar como anda a sua rede de contatos é você quem vai estabelecer.

Vai depender da intensidade e da quantidade de contatos. Ao investir um tempo para esta atividade, você pode perceber que está há mais seis meses sem conversar com um ex-colega e descobrir que hoje ele está trabalhando na empresa dos seus sonhos. Que tal ligar para ele e marcar um chopp?

Fonte: Você S/A

Como está sua imagem online?

Excelente terça-feira, saudosos leitores! Alvitro-lhes-ei à “GOOGLAR” vossas graças (“ê trem chique!”). Isso mesmo! Não seria incorreto afirmar que exatamente TODOS vocês que agora lêem esse post, já usaram algum buscador ao menos 1 vez essa semana. Mas garanto que boa parte nunca experimentou procurar sobre si próprio!

O texto que seguirá foi escrito pela jornalista Sally Adee, da New Scientist, que foi traduzida e publicada hoje, na INFO.

Cultivamos nosso status social desde que nossos ancestrais primatas tiravam insetos das costas uns dos outros. A internet tornou a gestão da reputação mais difícil. Muitos usam a rede para compartilhar informações pessoais sem imaginar que elas podem atingir uma audiência maior e, muitas vezes, de forma definitiva. No mundo real, podemos criar várias identidades: você pode ter uma no trabalho e outra quando está com os amigos no bar. Esse tipo de fronteira desaparece na internet. Estamos perdendo a capacidade de apresentar essas diferentes personas na web. Para alguns azarados, essa confusão se tornou pública em situações desagradáveis. Algumas pessoas preferem se esconder na internet atrás de um pseudônimo. É a melhor solução para evitar problemas, certo? Nem sempre! Há um experimento no qual os participantes podiam conversar online usando apelidos. Descobriu que as pessoas ficavam mais dispostas a compartilhar dados pessoais, do tipo que afeta a reputação. Começou uma troca de informações sobre peso e problemas pessoais.

O perigo é que esse tipo de informação pode ser vinculada a você. A Netflix, empresa americana que oferece vídeos por streaming, descobriu isso da pior maneira. As sugestões de filmes são o núcleo do negócio, que tem um sistema que antecipa o desejo dos clientes. Em 2006, a Netflix ofereceu um prêmio para quem fizesse a melhor modificação nesse dispositivo. Para tanto, forneceu dados de meio milhão de clientes aos 51 mil competidores, incluindo o histórico de aluguel de filmes. A Netflix não se preocupou com a privacidade dos clientes porque os registros eram anônimos.

Mas os pesquisadores Arvind Narayanan e Vitaly Shmatikov, da Universidade do Texas, pegaram o banco de dados e cruzaram com resenhas postadas no site IMDb, a bíblia do cinema na internet. Isso permitiu inferir coisas como preferência política e orientação sexual a partir das escolhas de filmes. A Netf lix queria um sistema melhor, mas tirou muita gente do armário (risos).

Mas o que pode ser feito para recuperar a reputação online? Para começar, dê uma olhada nos perfis dos jovens nas redes sociais. Ainda que sejam acusados de não se preocupar com privacidade, vários adolescentes usam as redes para se promover. Alice Marwick, da Universidade Harvard, é coautora de um estudo sobre perfis de estudantes do ensino médio no Facebook. Ela descobriu que vários adaptam seus perfis para conquistar as faculdades. Eles destacam eventos saudáveis, como esportes. Os alunos revelam só a parte da personalidade que interessa às universidades.

Suba nas buscas

Inundar os buscadores com boas informações sobre você é uma maneira de estar nas primeiras páginas dos resultados de buscas. Como raramente vamos além das páginas iniciais, o gerenciamento da sua reputação pode se tornar bem mais fácil. Outra boa ideia é rechear o currículo online com muitos dados ou adicionar mais atividades que os empregadores gostam. Essas informações podem ir para sites como a rede profissional LinkedIn e outros 500 endereços semelhantes. A medida ajuda a criar referências cruzadas de links, o que faz os resultados subirem na busca. Em semanas, esses sites enterram as informações danosas à sua reputação e apresentam as novas.

Seja o dono do seu nome o máximo que puder. Tenha seu site, sua conta no Twitter, página no LinkedIn. Se houver alguma menção aleatória, não vai aparecer nos 100 primeiros resultados de buscas.

[Profissão: TI] Analista de SEO e mídias sociais

Nos próximos anos, devem surgir no mercado novas profissões, impulsionadas pelo uso da tecnologia. Na realidade, hoje já convivemos com uma série de cargos que não existiam há alguns anos. Um exemplo é o caso dos profissionais que trabalham para melhorar a posição de uma empresa em sites de busca. Hoje, isso não só virou uma área importante, como tem sido uma ótima fonte de receitas para pessoas que exercem a função de analista de SEO (otimização de mecanismos de busca, em português).

O trabalho atende a uma demanda crescente das empresas: aumentar a visibilidade de suas páginas na internet. No entanto, faltam profissionais qualificados para exercer a função, uma vez que é uma área nova, para a qual não há cursos específicos.

Para suprir esta carência de formação técnica na área, muitos profissionais apelam para uma fonte que estão extremamente habituados: a própria Internet.

Consultando fóruns, manuais e trocando experiências com outros profissionais que atuam na área, é que esses analistas adquirem know how e vão alimentando o banco de conhecimento para que outros interessados possam consultar e desfrutar das informações.

Além do analista de SEO, outro tipo de novo profissional que também está em alta, mas ainda com escassez de mão-de-obra é o analista de mídias sociais.

Mas, assim como na área de SEO, entre analistas de mídias sociais a história se repete: faltam profissionais e não há formação específica para quem quer ocupar um cargo nesse setor. Essas profissões do futuro não têm faculdade hoje. É comum esses cargos serem ocupados por profissionais que não são formados propriamente em TI. Muitos são publicitários, designers, jornalistas etc. As caracteristicas comportamentais são mais importantes do que a formação nesses casos.

Fazer cursos na área é importante, mas correr atrás e praticar faz muito mais diferença para quem quer buscar uma oportunidade nessas novas profissões que surgem na área de tecnologia. É essencial não perder tempo, uma vez que o mercado de TI se movimenta com muita rapidez.

Contribuição: OLHAR DIGITAL

Empresas também precisam de networking

Excelente tarde, honoráveis leitores!

Sempre publiquei aqui, no DTI a importância do networking para o sucesso profissional, como ele é importante na hora da recolocação no mercado e para a construção de uma imagem. Ontem postei sobre os motivos de se cultivar uma boa e ampla rede de relacionamentos também para empresas que estão iniciando suas atividades. Hoje, com base em uma matéria que li na EXAME.com, iremos explanar por que o networking também é importante para empresas já estabelecidas. Confira!

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O networking para quem está empregado é fundamental para a sobrevivência profissional. Não é diferente no meio empresarial, principalmente quando se trata de micro e pequenas empresas. No mundo globalizado, fazer parcerias e ser conhecido na cadeia produtiva do seu negócio pode fazer toda a diferença no faturamento do final do mês.

Um estudo denominado Social Network Analises, realizado pelos professores-doutores da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Milton Farina e Marco Antonio Pinheiro da Silveira, no Polo de Noivas no Grande ABC paulista, revela que os relacionamentos entre as empresas precisam ser melhorados. O polo nasceu com o apoio do escritório regional do Sebrae na região do ABC.

O estudo tem o objetivo de contribuir para identificar ações que visem à melhoria das relações do grupo, buscando ações conjuntas. A interação e a integração são importantes para que eles atinjam seus objetivos.

Um dos resultados é que o nível de conexões entre as empresas participantes não é ruim, mas pode ser melhorado. Os empresários sugeriram confraternizações esporádicas fora do polo para que possam se conhecer melhor e também o trabalho que realizam.

Em uma região onde são realizados aproximadamente 20 mil casamentos oficiais por ano e uma média de 55 casamentos por dia (IBGE/2007), o Polo de Noivas tem um papel fundamental na economia da região.

Começou em 2008 com 53 empresas. Hoje são 88 empresários de 20 diferentes segmentos, abrangendo as sete cidades do ABC paulista. A iniciativa é inovadora e tem trazido resultados aos participantes, como aumento de vendas e na carteira de clientes.

Bons resultados já foram sentidos pelo empresário Edésio Mandelli, proprietário da Elegance Veículos Especiais e presidente grupo. “Depois da criação do polo aumentei em 20% o tíquete médio. As noivas perceberam que as empresas trabalham conjuntamente e garantem a credibilidade do negócio”, diz.

As empresas são reunidas em várias células, que vão desde eventos, flores, buffets até fotógrafos e dia da noiva. “Sem mexer na individualidade de cada empresa, conseguimos nos tornar parceiros. A concorrência existe. O segredo de produção, como o tempero das coxinhas, é de cada um”, brinca.

Em relação ao estudo, Mandelli diz que há muita coisa ainda a ser melhorada. “Nós sabemos que muitos negócios deixam de ser feito por falta de networking e comunicação entre as empresas. Vamos mudar isso com o estudo em mãos”.

Segundo o professor Silveira, cada empresa receberá uma planilha com todos os seus contatos de networking, e a diretoria, sugestões de ações para melhorar a comunicação.

FONTE: EXAME.com

Mídias sociais: o lazer que se tornou exigência profissional

O profissional que quer mostrar seu talento e diferencial para o mercado precisa estar nas mídias sociais.

Além dessas mídias fazerem com que a rede de contatos fique muito mais extensa, já que é hoje o melhor meio de fazer networking, por meio de um blog, por exemplo, o profissional está numa vitrine, que poderá ser vista pelo mundo todo.

As redes sociais como Twitter, Facebook, blogs, são uma tendência no que se refere à comunicação não apenas para o profissional, pessoa física, mas para qualquer corporação que queira estabelecer contato com seu público.

Sendo assim, no momento da contratação, a familiaridade com este mundo por parte do candidato é um fator a ser levado em conta, já que há grandes chances dele ter de trabalhar online na companhia.

Aspectos como comportamento online, a mídia social nas corporações, apuração em blogs e como essas novas mídias têm modificado o posicionamento dos profissionais e do próprio consumidor são assuntos “quentes” e que o profissional deve estar ligado.

Por isso, estejam antenados, na busca de vagas, no networking e na exposição de seu talento na internet!

Fonte: Grupo Foco

90% das corporações proíbem o acesso às redes sociais

Cerca de 90% dos conselhos administrativos proíbem o acesso a redes sociais no ambiente de trabalho. A informação faz parte dos resultados de estudo global realizado pela Socitm (do inglês, Sociedade de Gestão da Tecnologia da Informação) – órgão sediado na Inglaterra e que promove o gerenciamento eficiente da TI – com o apoio da consultoria Gartner.

Nesse contexto, é papel dos gestores de TI educar os demais executivos das empresas sobre os benefícios das redes sociais e mostrar que há maneiras de acessá-las de forma segura. Para convencer os membros do conselho, o gestor de TI precisa mostrar como as políticas de segurança funcionam e quais são os benefícios práticos que podem ser atingidos por meio da liberação ao acesso a tais sites.

Pelo levantamento, 67% dos conselhos administrativos baniram completamente o acesso às redes sociais do ambiente de trabalho por meio do bloqueio das páginas dos principais sites. Os 23% restantes permitem que os colaboradores acessem seus perfis na web apenas em horário de almoço ou fora das horas de trabalho.

No que tange aos motivos pelos quais as companhias não liberam o acesso aos sites como LinkedIn, Facebook, Twitter, 64% dos respondentes afirmaram que temem pela exposição a vírus e outras ameaças as quais os computadores das empresas estarão sujeitos nas redes sociais.

Além disso, 63% dos entrevistados informaram que acessar essas páginas representa uma perda de tempo para os funcionários. Riscos relacionados à reputação das companhias e ao vazamento de dados confidenciais também foram apontados pelos participantes do estudo como barreiras à liberação das redes sociais.

E você, o que acha do bloqueio ou controle da Internet no ambiente corporativo!? Comente.

Fonte: CIO

Como moderar seu tempo em e-mails e redes sociais?

Olá caro leitor! Alguns de nós temos um problema em comum, que é a falta de tempo para ler e responder todos os e-mails que chegam em nossa inbox e participar ativamente de todas as redes sociais das quais participamos.

Abaixo vão seis dicas de como agir em e-mails e redes sociais, para não perder um dia inteiro só nessa tarefa.

1. Mantenha o e-mail fechado e crie horários para checar mensagens, no máximo cinco vezes ao dia, evitando interrupções constantes e aquela angústia de ficar toda hora clicando em “Enviar/Receber” só para ver se chegou alguma mensagem. Nessas horas, o alerta do gerenciador de correio é um excelente aliado;

2. Tenha no máximo três contas de e-mails: profissional, pessoal e do lixo (usado para cadastros e sites que enviam mensagens constantemente, lotando sua mailbox);

3. Na caixa de entrada ficam e-mails em que você está trabalhando ou que aguardam terceiros. Os outros vão para uma pasta, viram tarefa ou compromisso. Crie filtros para facilitar o seu trabalho e maximizar o tempo;

4. Limite o tempo de permanência em redes sociais. é difícil ficar apenas alguns minutos, mas você precisa se policiar;

5. Desative e-mails de aviso nas redes sociais. Será difícil controlar a curiosidade de acessá-las no trabalho se elas te perseguem toda hora;

6. Mantenha suas redes conectadas, usando recursos de sincronização. Uma informação atualizada em uma delas pode ser recebida pelas demais, evitando o retrabalho de ler duas notícias iguais em lugares diferentes.

Leia também: 10 coisas que matam a sua produtividade diária.

Ótima semana! 🙂

A diferença entre mídia social e rede social

Olá honorável leitor! Você saberia diferenciar estes dois conceitos? Seriam a mesma coisa?

Os americanos costumam utilizar o termo “Social Media”. Já aqui no Brasil utilizamos o termo “Rede Social” para sistemas de colaboração como o Twitter, Facebook, Orkut e outros.

Literalmente traduzido, o termo “rede social” resulta em “social network”, diferente dos estadunidenses que usam para o Facebook e Orkut o termo “Social Media”. Veja abaixo a diferença entre estes termos e a quando usar um ou outro.

Rede social é uma comunidade ou rede de pessoas que não está limitada a uma estrutura ou meio (ou mídia). É um grupo que compartilha um interesse em comum (como um produto, gosto, amizade e outros). É interessante ver nesta perspectiva, porque nós podemos fazer um marketing para uma rede social, algo mais amplo. Um exemplo? Profissionais de TI. Então indiferente do meio, mídia ou estrutura nós criaríamos um plano sobre como alcançar tal comunidade para divulgar produtos, serviços ou idéias.

Mídia Social – mídia do latim é “meio”. Juntas, se tornariam um meio social, isto é, um meio pelo qual uma determinada rede social utiliza para se comunicar. Voltemos ao exemplo dos Profissionais de TI e sondar os meios que eles usam para se comunicar. Facebook? Orkut? Celulares? Last.Fm? Twitter? Ning? Bem, tudo isto neste conceito são mídias sociais. O meio pelas quais as redes sociais se comunicam.

Resumindo: o conceito de rede social se refere a uma comunidade e a mídia social ao meio pelo qual as redes se comunicam. O importante não é se prender ao meio, mas deixar a sua criatividade viajar no conceito de rede social. Assim a sua marca estará onde o seu público está. Defina prioridades baseadas sobre quais meios influenciam mais diretamente a sua rede social e depois invista.

Confira esse post também no excelente BlogalizeJá, do nosso amigo Gilberto Caldeira.

Post Original: Rodrigo Piris

Seis erros que atrapalham a busca por um novo emprego

Com o aumento no número de demissões no mercado em 2009, a expressão marketing pessoal tornou-se um elemento cada vez mais valorizado como um diferencial para que busca a recolocação profissional. De fato, a forma de comunicar o valor que o profissional pode trazer à empresa contratante pode, realmente, ser um fator importante para conquistar um novo emprego.

No entanto, os profissionais cometem algumas falhas, digamos tolas nessa abordagem de marketing pessoal e que podem atrapalhar o processo de contratação.

A seguir, listamos os principais erros que podem arruinar os planos de quem busca um novo emprego e que precisam ser evitados pelos candidatos a vagas de emprego.

1. Pressa no desenvolvimento de perfis profissionais – a falha mais comum que as pessoas cometem quando estão em busca de recolocação profissional é cadastrar-se em redes sociais, como o LinkedIn,  para serem lembradas no mercado, mas sem desenvolver uma estratégia para vender uma imagem adequada no mercado.

Antes de saírem no mercado, os candidatos precisam definir quem são, como desejam ser reconhecidos a longo prazo e como se diferenciam dos concorrentes que têm as mesmas aspirações profissionais.

O marketing pessoal deve ser pensado exatamente como aquele realizado com produtos e serviços antes de serem lançados. Isso inclui análise de oportunidades e ameaças, definição de objetivos, elaboração de identidade e atuação segundo cronograma do plano de negócio.

2. Criação de imagem sem foco – em vez de descreverem os valores que podem trazer à organização, muitos candidatos tendem a se descrever apenas como um cargo – por exemplo, gestor de TI.

Qualquer pessoa pode adotar essas caracterizações. E, no mundo das marcas, ser generalista só causa confusão para o público-alvo e não gera resultados.

3. Caracterização sem diferenciação – o propósito de desenvolver uma imagem própria pessoal e profissional é, exatamente, diferenciar-se dos demais. Por isso, é preciso que os gestores saibam como transformar sua experiência em características marcantes.

Não adianta caracterizar-se nas redes sociais como gerador de resultados ou CIO competente. Os profissionais precisam estar preocupados em não se descrever exatamente como os demais concorrentes.

4. Comportamento inconsistente – quando o profissional se compromete a cultivar determinada imagem no mercado deve entender que, no âmbito corporativo, essa passa a ser sua identidade. Para não causar constrangimentos em possíveis contratantes que possam ir ao mercado pedir referências, é essencial que as ações desse candidato sejam 100% coerentes com as palavras escritas em redes sociais ou blogs.

5. Falta de comprometimento – redes sociais e blogs são as principais ferramentas para a construção e manutenção de um networking. No entanto, os bons frutos dessa aproximação só são colhidos quando o profissional acessa seus perfis regularmente.

6. Confiança exagerada – não é raro encontrar pessoas que usam a Web para se promoverem e tecerem muitos elogios a si mesmos. Essa postura passa uma imagem de arrogância e até insegurança – a qual afasta os contratantes.

O RH e as redes sociais

Uma dúvida frequente entre os profissionais de Recursos Humanos, é em relação ao uso de redes sociais para análise e seleção de candidatos. Aí vão 10 dicas para se aproveitar ao máximo deste poderoso conceito das redes sociais.

1 – Defina sua meta – O trabalho com redes sociais permite alcançá-la. Pode ser no recrutamento e seleção da equipe interna, como fator motivacional para reter os melhores talentos e, mesmo, ajudando na transição de carreira daqueles que se desligam.

2 – Conheça as principais redes sociais – Não basta registrar-se em dois sites e achar que está tudo certo. Os sites não fazem nada por você, se não começar a fazer por si próprio. Capacite sua equipe interna para atuar em redes sociais, objetivando atingir as metas corporativas. Esse é um excelente desafio a ser liderado pelo RH das empresas juntamente com as áreas de Marketing e Negócios. O ROI (Return Over Investment, ou literalmente traduzido retorno após o investimento) só será positivo se você aplicar o conhecimento de imediato.

3 – Contribua com as redes – Preencha seu perfil com foto, seja transparente. Não se esconda e nem fique apenas tirando das redes, sem oferecer qualquer contrapartida. Publique regularmente as oportunidades disponíveis na sua empresa.

4 – Ative seus contatos – Convide as pessoas a se conectarem a você nas principais ferramentas de sua escolha e entenda que elas nem sempre estarão em todas, mas apenas naquelas de sua maior afinidade. Construa uma comunidade de profissionais de valor que saberão indicar outros profissionais do mesmo nível para compor sua equipe.

5 – Tenha um blog corporativo – Defina a proposta única e o posicionamento do mesmo. Integre seu blog a outras redes sociais, fazendo dele o ponto central de contato com seus pares.

6 – Desenhe uma estratégia on-line – Complementando suas ações no mundo real, tenha uma clara estratégia em mídias sociais usando de todos os recursos disponíveis de forma integrada com foco nos objetivos da empresa.

7 – Organize palestras – Não basta apenas ter ação on-line. Apareça para o mundo e compartilhe seu conhecimento com palestras de preferência em fóruns específicos e privilegiados. Convide palestrantes externos, uma vez que eles poderão apresentar uma visão inovadora à sua empresa.

8 – Agende eventos de networking – Seus funcionários são os embaixadores da empresa em qualquer lugar. Estimule-os a organizar e a participar de eventos de networking. Esteja sempre atento às oportunidades de indicar um talento ou oportunidade de negócio para a empresa. Publique os eventos nas principais redes sociais. Tenha atenção ao novo estilo de liderança em redes de relacionamentos, CNO – Chief Networking Officer.

9 – Tenha sua própria rede social – Ao invés de ter os contatos apenas nas redes espalhadas, centralize-os num banco de dados e depois migre o mesmo para uma rede social ao redor de sua marca/nome. Uma rede social ativa e vibrante impacta positivamente no valor do seu negócio e torna seu trabalho de recrutamento e seleção infinitamente mais fácil além de uma substancial redução nos custos do processo.

10 – Integre com Web-TV – Já existem formas e integrar Web-Tv as redes sociais. A Web-TV pode funcionar como um canal de comunicação interna e com os diversos colaboradores externos. Pode, inclusive, tornar-se um repositório de vídeos educacionais e de mensagens institucionais aos mais diversos grupos de stakeholders (individuos envolvidos de alguma maneira no processo).

Conclusão – Na medida em que sua equipe tiver mais experiencia com esse ferramental, adquirirá um novo hábito que gerará muitos casos de sucesso para sua organização.

Fonte: RH.com.br

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