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SERPRO oferece 360 vagas em todo o País

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Foi publicado na última quarta-feira (27 de fevereiro), no Diário Oficial da União (DOU), o edital de abertura do Concurso Público 2013 do Serpro. A empresa organizadora do certame é o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB).

Neste concurso, serão oferecidas 360 vagas, sendo 213 (duzentas e treze) para o cargo de Analista e 147 (cento e quarenta e sete) para o cargo de Técnico, além de formação de cadastro de reserva para ambos os cargos. O salário inicial de técnico é de R$2.339,11 e o de analista pode chegar até R$5.203,90.

As vagas em destaque na área de TI são:

ANALISTA – ESPECIALIZAÇÃO:

– CARGO 1: ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

– CARGO 7: DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

– CARGO 16: NEGÓCIOS EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

– CARGO 18: PROGRAMAÇÃO VISUAL

– CARGO 20: REDES

– CARGO 22: SUPORTE TÉCNICO

TÉCNICO – QUALIFICAÇÃO:

– CARGO 24: OPERAÇÃO DE REDES

– CARGO 25: PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

O número de vagas e a localidade de cada cargo estão disponíveis no edital, e são para atuação nas cidades de Aracaju/SE, Belém/PA, Boa Vista/RR, Brasília/DF, Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, João Pessoa/PB, Maceió/AL, Manaus/AM, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Porto Velho/RO, Recife/PE, Rio Branco/AC, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, São Luís/MA, São Paulo/SP, Teresina/PI e Vitória/ES.

Inscrições em março e provas em maio

As inscrições devem ser realizadas entre as 10 horas do dia 7 de março de 2013 e 23 horas e 59 minutos do dia 27 de março de 2013, observado o horário oficial de Brasília.

As provas objetivas estão previstas para ser aplicadas no dia 5 de maio de 2013 e as primeiras contratações dos candidatos aprovados devem ocorrer a partir de agosto deste ano.

Acesse o edital de abertura do Concurso Público 2013 do Serpro.

Fonte: SERPRO

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Precisa deixar de ser técnico para ser chefe?

Gerente de TIQuanto seu chefe conhece de tecnologia? Parece uma pergunta sem sentido, mas há muitos líderes de equipes de TI com pouco conhecimento técnico, ou conhecimento totalmente obsoleto.

Muitos gestores de tecnologia da informação ainda acreditam que o fato de deixarem de ser executor os exime da necessidade de atualização do conhecimento técnico.

Muitos de nós já presenciaram aquelas situações em que o técnico chega para seu chefe e diz que tem um determinado problema, explicando a ele tecnicamente o que ocorre, vem o chefe com cara de paisagem seguido daquela pergunta clássica de quem está totalmente por fora de um assunto: ”Isso é bom ou ruim? É grave?”.

O líder, que deixou efetivamente de por a mão na massa na empresa, não deve se esquecer que manter-se atualizado quanto a conceitos da área, novas tecnologias e processos devem fazer parte do seu repertório de atividades diárias.

Elaborar relatórios, reuniões, cronogramas, gerir pessoas, processos, tudo isso faz parte do dia-a-dia de um gestor de TI, porém não é tudo, caso ele queira manter o respeito e confiança de sua equipe.

Outro grande problema diz respeito ao resultado: o gestor pode ser facilmente “engolido” por elementos de sua equipe devido ao seu desconhecimento técnico.   É o tal do problema da “rebimboca da parafuseta”, que o técnico usa como desculpa em face da fragilidade técnica de seu líder, colocando-o no bolso.

Sem conseguir identificar o real problema, o gestor não consegue sanar as dificuldades que acabam impactando nos cronogramas de entrega do projetos e por fim afetando negativamente o desempenho financeiro da organização.

Claro que há técnicos que fazem de tudo para camuflar seu mau desempenho justificando-se com “tecniquês” excessivo. Essa má intenção não demora muito a ser revelada com um pouco de percepção do gestor. Daí a importância do quesito confiança, que deve ser mútua, e que possbilita passar por cima de limitações como essa.

Em se tratando de equipes de alto grau de especialização técnica, se um líder perde o respeito com sua equipe com relação ao conhecimento técnico que possui, corre o sério risco de perder o controle sobre seus liderados e ainda se torna refém deles caso a confiança esteja abalada por qualquer outro motivo. Ou não poderia ele ser derrubado facilmente por sabotagem?

Por isso, pluralize o conhecimento: por que não ser um chefe-técnico ao invés de simplesmente deixar de ser técnico para ser chefe?

E você, já teve problema com gestores com conhecimento técnico obsoleto? Como conseguiu contornar a situação? Comente seu caso aqui no blog e compartilhe sua experiência conosco. Forte abraço.

Fonte: Carreira de TI

Muitos gestores de equipes de TI ainda acreditam que o fato de deixarem de ser executor os exime da necessidade de atualização do conhecimento técnico.

Muitos de nós já presenciaram aquelas situações em que o técnico chega para seu chefe e diz que tem um determinado problema, explicando a ele tecnicamente o que ocorre, vem o chefe com cara de paisagem seguido daquela pergunta clássica de quem está totalmente por fora de um assunto: ”Isso é bom ou ruim? é grave?”.

O líder, que deixou efetivamente de por a mão na massa na empresa, não deve se esquecer que manter-se atualizado quanto a conceitos da área, novas tecnologias e processos devem fazer parte do seu repertório de atividades diárias.

Elaborar relatórios, reuniões, cronogramas, gerir pessoas, processos, tudo isso faz parte do dia-a-dia de um gestor de TI, porém não é tudo, caso ele queira manter o respeito e confiança de sua equipe.

Outro grande problema diz respeito ao resultado: o gestor pode ser facilmente “engolido” por elementos de sua equipe devido ao seu desconhecimento técnico.   É o tal do problema da “rebimboca da parafuseta”, que o técnico usa como desculpa em face da fragilidade técnica de seu líder, colocando-o no bolso.

Sem conseguir identificar o real problema, o gestor não consegue sanar as dificuldades que acabam impactando nos cronogramas de entrega do projetos e por fim afetando negativamente o desempenho financeiro da organização.

Claro que há técnicos que fazem de tudo para camuflar seu mau desempenho justificando-se com tecniquês excessivo. Essa má intenção não demora muito a ser revelada com um pouco de percepção do gestor. Daí a importância do quesito confiança, que deve ser mútua, e que possbilita passar por cima de limitações como essa.

Em se tratando de equipes de alto grau de especialização técnica, se um líder perde o respeito com sua equipe com relação ao conhecimento técnico que possui, corre o sério risco de perder o controle sobre seus liderados e ainda se torna refém deles caso a confiança esteja abalada por qualquer outro motivo. Ou não poderia ele ser derrubado facilmente por sabotagem?

No artigo da CIO norte-americana entitulado “Os riscos que o CIO corre ao perder o discurso técnico“ (recomendo a leitura)  é apresentando esse problema num nível hierárquico maior, mas a questão é que esse problema afeta também muitos que  lideram diretamente equipes técnicas, o que torna a questão mais grave ainda.

Por isso, pluralize o conhecimento: por que não ser um chefe-técnico ao invés de simplesmente deixar de ser técnico para ser chefe?

E você, já teve problema com gestores com conhecimento técnico obsoleto? Como conseguiu contornar a situação?

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